L’omissione statale nella lotta contro le condizioni di lavoro indegne: la schiavitù contemporanea invisibile
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2025.15881Parole chiave:
lotta, condizioni degradanti, dignità della persona umana, schiavitù contemporanea, omissione stataleAbstract
Il presente articolo, di carattere teorico, fondato su una ricerca bibliografica e documentale per la raccolta di dati in fonti secondarie, problematizza come l’omissione statale contribuisca alla perpetuazione di condizioni di lavoro degradanti e, di conseguenza, alla persistenza della schiavitù contemporanea. L’obiettivo è discutere le mancanze dello Stato nella sorveglianza e nell’intervento nei casi di lavoro assimilabile alla schiavitù, con particolare attenzione alle implicazioni nell’ambito dei Diritti Umani. Tali aspetti vengono affrontati a partire da un’analisi concettuale e normativa del concetto di schiavitù contemporanea, che si contrappone al lavoro dignitoso e, conseguentemente, al principio costituzionale della dignità della persona umana. In termini di risultati preliminari, si è constatato che, nel corso dei decenni, sono stati sviluppati importanti meccanismi e politiche pubbliche volte alla repressione del lavoro schiavistico contemporaneo. Tuttavia, si è ancora lontani dall’eradicazione della schiavitù contemporanea sul territorio nazionale. Per raggiungere gli obiettivi proposti, questo articolo adotta il metodo di approccio deduttivo.
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