Análisis de la responsabilidad civil por la práctica abusiva de publicidad infantil en el fenómeno ‘Sephora Kids’
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2025.15982Palabras clave:
‘Sephora Kids’, publicidad infantil, influencers infantiles, TikTok, responsabilidad civilResumen
Se ha observado una fuerte tendencia en el comportamiento de niños y adolescentes, especialmente del género femenino, que acuden a tiendas especializadas en productos de belleza en busca de maquillaje y artículos para el cuidado de la piel. Este fenómeno, conocido internacionalmente como ‘Sephora Kids’, tuvo como principal causa la publicación de videos en la plataforma digital TikTok por parte de influencers infantiles que muestran su rutina de cuidado de la piel y promocionan productos de skincare que son inapropiados para menores y pueden causar daños dermatológicos. Además de que estos contenidos publicitarios no son fácilmente identificables, están siendo dirigidos especialmente a un público de hasta 12 años, lo que, según la interpretación sistemática del ordenamiento jurídico brasileño, lleva a la conclusión de que están prohibidos en Brasil por constituir publicidad infantil. Así, el problema central del presente artículo es el siguiente: ¿cómo se configura la responsabilidad civil de las empresas anunciantes, de la plataforma digital TikTok y de las influencers infantiles en relación con el fenómeno ‘Sephora Kids’? La investigación se basó en el método de abordaje inductivo, partiendo del estudio del fenómeno ‘Sephora Kids’ para llegar a una conclusión general. Al final, se concluye por la responsabilidad objetiva y solidaria de todos los involucrados en la difusión de la oferta abusiva.
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