El derecho a la protección de datos personales en la frontera del capitalismo de datos y del colonialismo digital
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2025.15201Palabras clave:
Big tech, capitalismo de datos, colonialismo digital, derecho a la protección de datos personalesResumen
El presente artículo pretende observar el desarrollo de modelos regulatorios del derecho a la protección de datos personales, analizando cómo el modelo actual de regulación, fundado en la libre circulación de datos, legitima el capitalismo de datos y fortalece el colonialismo digital del Sur Global, con énfasis en la Ley General de Protección de Datos Personales. Para tanto, se adopta el método de enfoque fenomenológico-hermeneútico, el método de procedimiento monográfico y comparativo, como también técnicas de investigación de documentación indirecta y revisión de bibliografía. Se concluye que la legislación brasileña de protección de datos, al inspirarse en la reglamentación europea, puede, inadvertidamente, reflejar modelos de capitalismo de datos y de colonialismo digital, considerando que el control de los datos personales por los titulares es inexistente en medio a la economía digital dominada por las grandes corporaciones tecnológicas.
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