Escudo para agresores: el uso de la Ley de Alienación Parental como contragolpe en casos de violencia doméstica
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2026.16789Palabras clave:
alienación parental, violencia doméstica, violencia de género, decisiones judiciales, medidas de protecciónResumen
Este artículo investiga las relaciones entre las alegaciones de alienación parental y las denuncias de violencia doméstica presentes en los procesos
judiciales en Brasil, enfocándose en la aplicación de la Ley nº 12.318 (Brasil, 2010) (Ley de Alienación Parental – LAP) como un instrumento de
perpetuación de la violencia de género. En contrapunto empírico, se utilizan las sentencias judiciales, comprendidas no solo como decisiones
jurídicas, sino también como “verdades estatales” responsables de moldear dinámicas familiares de forma más amplia y dictar reglas específicas
sobre los roles que deben seguir los padres y, principalmente, las madres, quienes son las principales acusadas de la práctica de alienación
parental. A partir del análisis de las decisiones judiciales publicadas hasta 2022, se creó un cuestionario estructurado que categorizó la información
de forma cuantitativa y cualitativa; asimismo, viabilizó la comprensión de cómo se produce la movilización de la alienación parental en casos de
violencia doméstica, especialmente en aquellos que cuentan con medidas de protección. Los resultados preliminares demuestran que la LAP ha
sido utilizada como una estrategia de defensa de los agresores para mitigar la violencia doméstica, deslegitimando denuncias y revictimizando a
las mujeres. Con ello, este trabajo busca contribuir al debate sobre las implicaciones jurídicas y políticas de la LAP a la luz de las luchas feministas
y de la protección a las víctimas de violencia doméstica.
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