La responsabilización de las plataformas digitales y difusión de contenido dañoso: autorregulación regulada y el Proyecto de Ley de Libertad, Responsabilidad y Transparencia en Internet
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2024.16838Palabras clave:
autorregulación regulada, daños en internet, plataformas digitales, proveedores de aplicación, Proyecto de Ley de Libertad, responsabilidad y transparencia en internetResumen
Ante un escenario en el que las plataformas digitales son escena de propagación de contenido dañoso, y también que su modelo de negocio promueve la generación de lucro a partir de publicaciones de usuarios, surge el debate sobre una nueva responsabilización de proveedores de aplicación. De esta forma, el trabajo objetiva estudiar la propuesta de autorregulación regulada presente en el Proyecto de Ley de Libertad, Responsabilidad y Transparencia en Internet, cuestionando: ¿El modelo de autorregulación regulada es suficiente para contener el problema de la propagación de contenido nocivo en las plataformas? Por el enfoque hipotético-deductivo y por los métodos de procedimiento funcionalista y comparativo, el artículo se propone a comprender la dinámica que ocurre en las plataformas y realiza una comparación entre las recomendaciones hechas por el Comité Gestor de Internet en Brasil (CGI) y el Proyecto de Ley, con el objetivo de comprender si los problemas pueden ser enderezados por la previsión legal, como también si las directrices del CGI fueron observadas – todo a partir de las técnicas de investigación bibliográfica y documental. Se concluye que el modelo de autorregulación regulada es parcialmente suficiente para contestar a la propagación del contenido nocivo y que el Proyecto de Ley no enfrenta cuestiones importantes, como también, en otros aspectos, poco agregó a lo que ya tenía previsión legal. Existen, aún, discrepancias cuanto al entendimiento del CGI y el texto final del Proyecto de Ley y algunas indicaciones establecidas por el Comité inicialmente atendidas por el proyecto fueron retiradas pasado el debate parlamentar.
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