Racismo Algorítmico: ¿Cómo los Generadores de Imágenes Reproducen la Discriminación Racial?
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2025.15850Palabras clave:
inteligencia artificial generativa, arte, imagen, lenguaje, blanquitudResumen
El presente trabajo analiza la Inteligencia Artificial Generativa y los generadores de imágenes a partir de términos con una óptica racial. La Inteligencia Artificial se ha convertido en un nuevo agente tecnológico capaz no solo de absorber y organizar datos, sino también de transformar determinados términos en imágenes. En este sentido, incorporando la Teoría de Sistemas para explicar la comunicación y el lenguaje, y teniendo el arte como punto central, se utilizó la plataforma ChatGPT para comprender las referencias artísticas consideradas relevantes por la Inteligencia Artificial Generativa. Posteriormente, utilizando el generador de imágenes NightCafe, se generaron imágenes con las palabras clave beautiful, beauty standards y powerful, asociadas a los términos humanos body, woman, man y family. Tras un análisis de los resultados desde la óptica luhmanniana, se concluye que este tipo de Inteligencia Artificial pone en evidencia la falta de neutralidad e imparcialidad del algoritmo, así como la perpetuación de las desigualdades a través de las nuevas tecnologías.
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