O direito à cidade e os movimentos sociais: o Movimento #OcupeEstelita e a materialização da utopia
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2018.6450Palabras clave:
Direito à cidade, Movimentos Sociais, Protestos urbanos, Henry LefebvreResumen
O presente estudo tem por objetivo analisar o conceito de direito à cidade e o significado de sua apropriação pelos movimentos sociais na contemporaneidade, a fim de compreender a atuação do Movimento #OcupeEstelita, na cidade de Recife-PE. Em meio ao caos das grandes cidades, que adotam o modelo desenvolvimentista como o único possível, as concepções de Henry Lefebvre renascem e ganham vida com a ação coletiva dos movimentos sociais, a partir de atos contestatórios, que buscam a transformação do espaço urbano em local de convivência, descoberta e sociabilidade. A pesquisa realizada, conjugando o método dedutivo com o indutivo, a partir da análise de dados qualitativos, de natureza bibliográfica e documental, permite concluir que a utilização do conceito de direito à cidade pelos movimentos sociais possibilita o florescimento de uma nova realidade urbana, centrada no bem-estar coletivo das pessoas, como demonstra o Movimento #OcupeEstelita, que materializa o direito à cidade na capital de Pernambuco.Descargas
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Publicado
2018-06-25
Cómo citar
Dias, L. G., & Silva, J. B. (2018). O direito à cidade e os movimentos sociais: o Movimento #OcupeEstelita e a materialização da utopia. La Pensar - Revista De Ciencias Jurídicas, 23(2). https://doi.org/10.5020/2317-2150.2018.6450
Número
Sección
Artículos teóricos con alto rigor analítico
Licencia
Derechos de autor 2018 Luan Guilherme Dias, Juvêncio Borges Silva

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