Universalismo e o relativismo: a mutilação genital feminina e o diálogo intercultural dos direitos humanos.
DOI:
https://doi.org/10.5020/23172150.2012.29-58Palabras clave:
África. Ásia. Mutilação Genital Feminina. Gênero e Direito. Educação.Resumen
O presente estudo enfoca a questão da mutilação genital feminina dentro das visões do universalismo e do relativismo cultural. Como tal prática cultural pode ser compreendida ou refutada dentro da lógica dos direitos humanos e da proteção à dignidade humana? Para o desenvolvimento argumentativo, levamos em conta a hermenêutica diatópica e o diálogo intercultural. Essas ideias surgem como alternativas para um pensamento que vise buscar uma ressignificação das políticas em favor da dignidade feminina sem renunciar à identidade cultural. Isso implica na afirmação da necessidade de educação e de visibilidade relativa à violência contra à mulher.Descargas
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Publicado
2015-06-03
Cómo citar
Santos, C. G. P. P., & Pimentel Filho, J. E. (2015). Universalismo e o relativismo: a mutilação genital feminina e o diálogo intercultural dos direitos humanos . La Pensar - Revista De Ciencias Jurídicas, 20(1), 31–60. https://doi.org/10.5020/23172150.2012.29-58
Número
Sección
Artículos teóricos con alto rigor analítico
Licencia
Derechos de autor 2015 La Pensar - Revista de Ciencias Jurídicas

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