A era do desemprego.
DOI:
https://doi.org/10.5020/23172150.2012.173-203Palavras-chave:
Valia do emprego. Crise do desemprego.Resumo
O tema longe está de exaurir a discussão de assentar verdades incontestes. A maciça presença da tecnologia no processo produtivo é fundamental ao desenvolvimento da Humanidade. Porém, consubstanciada essa meta do capitalismo moderno, sem respeito ao sentido humano e social do Direito do Trabalho, à valia do emprego, a estabilidade coletiva e as liberdades estarão ameaçadas. O aumento desmesurado de produtividade eleva o grau de concentração de renda, amplia o supermundo dos ricos e o inframundo dos pobres. O desejável seria um resultado justo para as duas faces da moeda. Incognoscível é que o Estado, figura ilusória e impessoal, permaneça mero espectador diante da crise do desemprego, pois é sabido e consabido que a força-trabalho no processo produtivo é a principal fonte irradiadora da paz social. O trabalhador não pode ser alijado do processo de participação ampla e efetiva na riqueza que ajudou a criar, não com o braço robótico mas com a exaustão física.Downloads
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Publicado
2010-07-21
Como Citar
Aragão, P. M. de. (2010). A era do desemprego . Pensar - Revista De Ciências Jurídicas, 5(1), 173–203. https://doi.org/10.5020/23172150.2012.173-203
Edição
Seção
Artigos teóricos com elevado rigor analítico
Licença
Copyright (c) 2010 Paulo Maria de Aragão

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