Análise da Eficácia da Coisa Julgada sobre Sentenças Fundamentadas em Norma Posteriormente Declarada Inconstitucional.
DOI:
https://doi.org/10.5020/23172150.2012.513-536Palabras clave:
Sentença inconstitucional. Supremacia da constituição. Controle sobre decisões do Judiciário. Afastamento da coisa julgada.Resumen
Neste artigo, analisam-se os aspectos atinentes à manutenção de sentenças (à continuidade da produção de seus efeitos) cuja fundamentação tenha sido posteriormente declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal, demonstrando que a coisa julgada, em que pese sua previsão constitucional, não tem o condão de manter inalterada uma decisão em contrariedade às normas previstas na Carta Maior e/ou ao posicionamento do guardião desta – o STF. Nesse caminho, verificar-se-á a força da Constituição como norma hierarquicamente superior, de modo a balizar a interpretação de todas as demais normas componentes do ordenamento jurídico, bem como a necessária submissão dos atos do Judiciário ao controle de constitucionalidade, verificando a possibilidade de afastamento da res judicata quando a segurança que visa assegurar se dá sobre sentença que se torna inconstitucional após o seu trânsito em julgado.Descargas
Los datos de descargas todavía no están disponibles.
Descargas
Publicado
2014-08-01
Cómo citar
Goldschimidt, R., & Parabocz, F. (2014). Análise da Eficácia da Coisa Julgada sobre Sentenças Fundamentadas em Norma Posteriormente Declarada Inconstitucional . La Pensar - Revista De Ciencias Jurídicas, 19(2), 513–536. https://doi.org/10.5020/23172150.2012.513-536
Número
Sección
Artículos teóricos con alto rigor analítico
Licencia
Derechos de autor 2014 Revista de Ciencias Jurídicas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Este es un artículo de acceso abierto distribuido bajo los términos de la Licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC-BY 4.0), que permite el uso, distribución y reproducción en cualquier medio, siempre que se cite adecuadamente el trabajo original.
Para más información, consulte: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/









