<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!DOCTYPE article
  PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
<article article-type="research-article" dtd-version="1.1" specific-use="sps-1.9" xml:lang="pt" xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink">
	<front>
		<journal-meta>
			<journal-id journal-id-type="publisher-id">prcj</journal-id>
			<journal-title-group>
				<journal-title>Pensar - Revista de Ciências Jurídicas</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">P. Rev. Cien. Jurid.</abbrev-journal-title>
			</journal-title-group>
			<issn pub-type="epub">2317-1250</issn>
			<publisher>
				<publisher-name>Universidade de Fortaleza</publisher-name>
			</publisher>
		</journal-meta>
		<article-meta>
			<article-id pub-id-type="doi">10.5020/2317-2150.2025.14815</article-id>
			<article-categories>
				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>Eixo Temático 2 - Constituição, Instituições e Democracia no Brasil</subject>
				</subj-group>
			</article-categories>
			<title-group>
				<article-title>A Justiça Eleitoral no Brasil: Autonomia e Recursos Institucionais</article-title>
				<trans-title-group xml:lang="es">
					<trans-title>La Justicia Electoral en Brasil: Autonomía y Recursos Institucionales</trans-title>
				</trans-title-group>
			</title-group>
			<contrib-group>
				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0003-2186-8514</contrib-id>
					<contrib-id contrib-id-type="lattes">5100632338260364</contrib-id>
					<name>
						<surname>Maués</surname>
						<given-names>Antônio Gomes Moreira</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="fn" rid="fn44">*</xref>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/conceptualization/">Conceptualization</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/investigation/">Investigation</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-original-draft/">Writing - Original Draft</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/methodology/">Methodology</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-review-editing/">Writing - Review &amp; Editing</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/supervision/">Supervision</role>
				</contrib>
				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-4018-7856</contrib-id>
					<contrib-id contrib-id-type="lattes">0679636700210902</contrib-id>
					<name>
						<surname>Freitas</surname>
						<given-names>Juliana Rodrigues</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="fn" rid="fn45">**</xref>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/conceptualization/">Conceptualization</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/investigation/">Investigation</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-original-draft/">Writing - Original Draft</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/methodology/">Methodology</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-review-editing/">Writing - Review &amp; Editing</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/supervision/">Supervision</role>
				</contrib>
			</contrib-group>
			<aff id="aff1">
				<institution content-type="original">Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil</institution>
				<institution content-type="orgname">Universidade Federal do Pará</institution>
				<addr-line>
					<city>Belém</city>
					<state>Pará</state>
				</addr-line>
				<country country="BR">Brazil</country>
			</aff>
			<aff id="aff2">
				<institution content-type="original">Centro Universitário do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil</institution>
				<institution content-type="orgname">Centro Universitário do Estado do Pará</institution>
				<addr-line>
					<city>Belém</city>
					<state>Pará</state>
				</addr-line>
				<country country="BR">Brazil</country>
			</aff>
			<author-notes>
				<corresp id="c1">
					<email>amaues@ufpa.br</email>
					<email>rodriguesfreitasjuliana@gmail.com</email>
				</corresp>
				<fn fn-type="edited-by" id="fn41">
					<p>Editores-chefes Katherinne de Macêdo Maciel Mihaliuc <italic>Universidade de Fortaleza, Fortaleza, Ceará, Brasil</italic> katherinne@unifor.br Sidney Soares Filho <italic>Universidade de Fortaleza, Fortaleza, Ceará, Brasil</italic> sidney@unifor.br</p>
				</fn>
				<fn fn-type="edited-by" id="fn42">
					<p>Editor Responsável Sidney Soares Filho <italic>Universidade de Fortaleza, Fortaleza, Ceará, Brasil</italic> sidney@unifor.br</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn44">
					<label>*</label>
					<p> Professor Titular do Instituto de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Pará. Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo, com estágio na Universidade de Barcelona. Mestre em Ciências Jurídicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Pará. Professor e Pesquisador Visitante na Universidad Carlos III de Madrid, University of Essex e Brown University. Membro do Comitê Assessor da Área de Direito do CNPq (2012-2015). Coordenador Adjunto da Área de Direito da CAPES (2014-2018).</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn45">
					<label>**</label>
					<p> Doutora em Direito (2010 - UFPA/ Università di Pisa - Itália). Mestre em Direitos Humanos (2003 - UFPA). Pós-Graduada em Direito do Estado (2006 - Universidade Carlos III de Madri - Espanha). Graduada em Direito (1998 - Universidade da Amazônia). Atua como Consultora Jurídica e Advogada na área eleitoral e municipal. Professora da Graduação e Mestrado em Direito do Centro Universitário do Estado do Pará - CESUPA. Pesquisadora do Observatório de Direito Eleitoral do CNPQ, promovido pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Presidente da Comissão da Mulher Advogada OAB/Pa (2018). Conselheira Seccional OAB/PA (2019-2021). Membra Consultora da Comissão Especial de Estudo da Reforma Política ( OAB- Federal). Membro Fundadora da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político - ABRADEP.</p>
				</fn>
			</author-notes>
			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>23</day>
				<month>10</month>
				<year>2025</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
				<year>2025</year>
			</pub-date>
			<volume>30</volume>
			<elocation-id>e15477</elocation-id>
			<history>
				<date date-type="received">
					<day>02</day>
					<month>05</month>
					<year>2024</year>
				</date>
				<date date-type="accepted">
					<day>28</day>
					<month>11</month>
					<year>2024</year>
				</date>
			</history>
			<permissions>
				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>Esta pesquisa empírica investiga o paradoxo do interesse persistente da sociedade civil nas audiências públicas do Supremo Tribunal Federal, mesmo diante de evidências consolidadas sobre suas disfuncionalidades democratizantes. O problema de pesquisa centra-se na compreensão de por que profissionais e instituições continuam postulando a participação nesses eventos, considerando que múltiplas pesquisas acadêmicas documentaram sua ineficácia como mecanismo de democratização da jurisdição constitucional. A justificativa reside na necessidade de compreender as motivações reais dos participantes, superando análises que se limitam a constatar disfuncionalidades sem explicar a manutenção do interesse social. Adota-se, como marco teórico, o pensamento crítico e sociológico de Pierre Bourdieu sobre o poder simbólico e o funcionamento do campo jurídico. Metodologicamente, utilizamos análise de conteúdo de 79 pesquisas acadêmicas sobre o tema, exame de atos processuais de convocação de audiências e análise de padrões de participação recorrente de profissionais específicos. O desenvolvimento estrutura-se em quatro etapas: mapeamento do consenso acadêmico sobre disfuncionalidades; reavaliação crítica das motivações dos participantes; análise empírica da atuação estratégica; e exame das audiências como espaços de disputa por capital simbólico e econômico. Nossa hipótese central sustenta que o interesse persistente decorre do reconhecimento pelos participantes de que as audiências constituem oportunidades valiosas para acúmulo de capital simbólico e econômico. Os resultados demonstram que as audiências funcionam como vitrines profissionais que proporcionam prestígio, visibilidade midiática nacional e valorização econômica das atividades profissionais. Concluímos que a sociedade civil compreendeu estrategicamente as funções reais desses eventos, utilizando- os como instrumentos de projeção profissional no campo jurídico.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="es">
				<title>Resumen</title>
				<p><italic>Esta investigación empírica analiza el paradigma del interés persistente de la sociedad civil en las audiencias públicas de la Corte Suprema Federal, incluso ante evidencia consolidada sobre sus disfuncionalidades como instrumentos democratizantes. El problema de investigación se centra en comprender por qué profesionales e instituciones continúan solicitando participar en estos eventos, considerando que múltiples estudios académicos han documentado su ineficacia como mecanismo de democratización de la jurisdicción constitucional. La justificación se basa en la necesidad de comprender las motivaciones reales de los participantes, superando análisis que se limitan a constatar disfuncionalidades sin explicar el mantenimiento del interés social. Se adopta, como marco teórico, el pensamiento crítico y sociológico de Pierre Bourdieu, especialmente su noción de poder simbólico y del funcionamiento del campo jurídico. Metodológicamente, se utiliza análisis de contenido de 79 investigaciones académicas sobre el tema, examen de actos procesales de convocatoria de audiencias y análisis de los patrones de participación recurrente de determinados profesionales. El desarrollo se estructura en cuatro etapas: mapeo del consenso académico sobre las disfuncionalidades; reevaluación crítica de las motivaciones de los participantes; análisis empírico de la actuación estratégica; y examen de las audiencias como espacios de disputa por capital simbólico y económico. Nuestra hipótesis central sostiene que el interés persistente se debe al reconocimiento, por parte de los participantes, de que las audiencias constituyen oportunidades valiosas para acumular capital simbólico y económico. Los resultados demuestran que las audiencias funcionan como vitrinas profesionales que otorgan prestigio, visibilidad mediática nacional y valorización económica de las actividades profesionales. Concluimos que la sociedad civil ha comprendido estratégicamente las funciones reales de estos eventos, utilizándolos como instrumentos de proyección profesional en el campo jurídico.</italic></p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>audiências públicas</kwd>
				<kwd>Supremo Tribunal Federal</kwd>
				<kwd>sociedade civil</kwd>
				<kwd>participação estratégica</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="es">
				<title>Palabras clave<italic>:</italic></title>
				<kwd>audiencias públicas</kwd>
				<kwd>Corte Suprema Federal</kwd>
				<kwd>sociedad civil</kwd>
				<kwd>participación estratégica</kwd>
			</kwd-group>
			<counts>
				<fig-count count="0"/>
				<table-count count="2"/>
				<equation-count count="0"/>
				<ref-count count="103"/>
			</counts>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>1 Introdução</title>
			<p>Pesquisas acadêmicas consolidadas têm compreendido sistematicamente as disfuncionalidades das audiências públicas realizadas no Supremo Tribunal Federal (STF). Esses estudos revelam problemas recorrentes: baixa presença dos ministros nos eventos; ausência de interação efetiva entre participantes e julgadores; pouca consideração sobre o conteúdo produzido nas deliberações posteriores; e utilização meramente protocolar das informações apresentadas.</p>
			<p>Diante desse cenário de disfuncionalidades amplamente documentadas pela literatura acadêmica, surge uma questão paradoxal: por que a sociedade civil permanece interessada em participar desses eventos? Paradoxalmente, nos últimos anos, o interesse da sociedade tem sido ainda maior pelas audiências públicas. Isso se demonstra pelos atos dos ministros quando convocam audiências e, posteriormente, decidem pela admissão dos participantes e pelo indeferimento dos pedidos feitos pelos postulantes. O número crescente de postulações para participação revela um fenômeno que merece investigação empírica aprofundada.</p>
			<p>Nossa hipótese central é que o interesse persistente da sociedade civil nas audiências públicas não decorre de uma crença ingênua nos propósitos oficiais proclamados. Ao contrário, sustentamos que os participantes compreenderam estrategicamente a verdadeira função desses eventos. As audiências públicas constituem oportunidades valiosas para acúmulo de capital simbólico e econômico pelos profissionais envolvidos, adotando-se como marco teórico o pensamento crítico e sociológico de Pierre <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>) em <italic>O poder simbólico</italic>.</p>
			<p>Este artigo investiga empiricamente como as audiências públicas funcionam como vitrines profissionais.</p>
			<p>Elas proporcionam prestígio, visibilidade midiática nacional, aproximação direta com os decisores e valorização econômica das atividades profissionais dos participantes. A sociedade civil compreendeu que esses eventos representam instrumentos estratégicos de projeção profissional e acúmulo de poder simbólico no campo jurídico. O campo jurídico institui uma demarcação clara entre aqueles que dominam os códigos necessários para participar do embate discursivo especializado e os leigos, sistematicamente apartados desse universo pela ausência do conhecimento técnico indispensável à decodificação da linguagem forense. Essa divisão estabelece não apenas uma hierarquia de competências, mas configura dois mundos distintos e conflitantes, onde o acesso ao poder de interpretação e aplicação do Direito torna-se privilégio de uma categoria profissional específica (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu, 2011</xref>, p. 236).</p>
			<p>A opacidade inerente ao saber jurídico tradicional gera estruturas cognitivas e valorativas que operam mediante uma gramática conceitual vedada aos não iniciados, consolidando simultaneamente o controle exclusivo sobre a elaboração e a distribuição comercial desse bem simbólico particular, representado pelos serviços advocatícios. Tal mecanismo de exclusão não apenas preserva a autoridade interpretativa do campo, mas reproduz continuamente as condições de sua própria legitimação através da manutenção deliberada dessa barreira linguística e cultural (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu, 2011</xref>, p. 243).</p>
			<p>O desenvolvimento da pesquisa estrutura-se em quatro etapas metodológicas. A primeira etapa mapeia o consenso acadêmico sobre as disfuncionalidades das audiências públicas, sistematizando as críticas consolidadas na literatura científica. A segunda etapa promove reavaliação crítica das motivações dos participantes, superando análises que se limitam a constatar problemas sem explicar a manutenção do interesse social. A terceira etapa desenvolve análise empírica da atuação estratégica dos participantes, investigando como utilizam as audiências para projeção profissional. A quarta etapa examina as audiências como espaços de disputa por capital simbólico no campo jurídico.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>2 Estado da arte: o consenso acadêmico sobre as disfuncionalidades nas audiências públicas</title>
			<p>Para compreender o paradoxo do interesse persistente da sociedade civil nas audiências públicas, é necessário primeiro mapear o consenso acadêmico sobre suas disfuncionalidades. Para tanto, reunimos 79 pesquisas acadêmicas<xref ref-type="fn" rid="fn1"><sup>1</sup></xref> sobre audiências públicas no STF, encontradas nos principais repositórios de teses e dissertações. A coleta incluiu trabalhos do Google Acadêmico, Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, Catálogo de Teses e Dissertações da Capes, Portal de Periódicos da Capes e Scielo.</p>
			<p>No período de 2007 a 2022, foram produzidas 12 teses de doutorado<xref ref-type="fn" rid="fn2"><sup>2</sup></xref>, 26 dissertações de mestrado<xref ref-type="fn" rid="fn3"><sup>3</sup></xref> e 41 artigos científicos e capítulos de livros<xref ref-type="fn" rid="fn4"><sup>4</sup></xref> sobre o tema. Esse volume significativo de pesquisas permite mapear com precisão o diagnóstico acadêmico consolidado sobre as audiências públicas.</p>
			<p>No universo desses estudos, é possível identificar duas grandes correntes de pesquisa<xref ref-type="fn" rid="fn5"><sup>5</sup></xref>. Uma primeira corrente, mais normativa, enxerga as audiências públicas como mecanismo eficiente de abertura procedimental da Corte. Para esta corrente, o diálogo com a sociedade civil tem sido produtivo para aperfeiçoar o momento da deliberação constitucional.</p>
			<p>Sustentando as audiências públicas como uma ferramenta de abertura da jurisdição constitucional, dentre os trabalhos encontrados, verificam-se os de <xref ref-type="bibr" rid="B87">Ruas (2007</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B47">Gonçalves (2008</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B71">Mendes e Vale (2009</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn6"><sup>6</sup></xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B92">Silva (2010</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B72">Moraes (2011</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B84">Ribeiro Neto (2012</xref>), Queiroz (2012), <xref ref-type="bibr" rid="B31">Costa (2013</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B32">Dantas (2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B90">Santos (2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B77">Amorim e Oliveira (2017</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B63">Lulia e Domingues (2018</xref>) e <xref ref-type="bibr" rid="B26">Burlamaqui (2019</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn7"><sup>7</sup></xref>.</p>
			<p>A primeira corrente, de orientação normativa, ancora-se em pressupostos teóricos sobre o potencial democratizante da participação social, frequentemente fundamentando suas análises em marcos conceituais da teoria democrática deliberativa. Esses estudos tendem a avaliar as audiências públicas com base em seus propósitos declarados, adotando critérios ideais de funcionamento democrático sem necessariamente submeter essas premissas ao teste da verificação empírica sistemática.</p>
			<p>Outra corrente, com enfoque empírico, compreende que há disfuncionalidades significativas em relação ao que se espera das audiências públicas. Esta segunda corrente produz interpretações mais realistas sobre o fenômeno, reconhecendo os limites práticos de sua adoção. Destaca-se, ainda, sob o discurso de que estariam fomentando a participação da sociedade nas deliberações da Corte, que essas pesquisas detectaram disfuncionalidades em relação ao que se espera das audiências públicas<xref ref-type="fn" rid="fn8"><sup>8</sup></xref>.</p>
			<p>A corrente empírica desenvolve metodologias de observação direta dos fenômenos institucionais, privilegiando a análise dos resultados concretos sobre as intenções proclamadas. Esta abordagem metodológica permite identificar discrepâncias significativas entre os objetivos oficiais e o funcionamento efetivo das audiências, revelando dinâmicas institucionais que permanecem invisíveis quando a análise se limita aos aspectos normativos.</p>
			<p>Detectando problemas nas audiências públicas realizadas pelo STF, aparecem os estudos de <xref ref-type="bibr" rid="B97">Supititz (2008)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B49">Guimarães (2009</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010</xref>), Medina e Freire (2013), <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B55">Leal (2014</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B41">Fragale Filho (2015</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B96">Sombra (2017</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020</xref>), <xref ref-type="bibr" rid="B85">Robert e Menezes (2021</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn9"><sup>9</sup></xref>. A despeito de haver numerosos estudos acadêmicos sustentando, normativamente, que as audiências públicas no Supremo Tribunal Federal estariam servindo ao propósito democratizador da jurisdição constitucional, as pesquisas empíricas que se dedicaram a enxergar esse fenômeno jurídico mostraram uma realidade diversa.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B43">Fontanhia e Santos (2019</xref>, p. 285-286) sustentam que a importância de estudos sobre as instituições judiciárias está na desconstrução da ideia - muito peculiar ao Direito - de que essas instituições têm vida. Por trás dessa concepção, segundo os autores (<xref ref-type="bibr" rid="B43">Fontanhia; Santos, 2019</xref>, p. 287), as pesquisas com esse enfoque identificam as modificações institucionais, em relação com as transformações sociais, por meio da compreensão do comportamento dos que participam dessa prática social.</p>
			<p>As pesquisas empíricas consolidaram quatro diagnósticos principais sobre as disfuncionalidades das audiências públicas, conforme apresentado na tabela abaixo:</p>
			<p>
				<table-wrap id="t1">
					<label>Tabela 1</label>
					<caption>
						<title>Consenso acadêmico sobre disfuncionalidades das audiências públicas</title>
					</caption>
					<table>
						<colgroup>
							<col/>
							<col/>
							<col/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="justify">Disfuncionalidade identificada</th>
								<th align="justify">Descrição</th>
								<th align="justify">Autores(as) das pesquisas acadêmicas</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="justify">Metodologia discricionária.</td>
								<td align="justify">Não há critérios objetivos para convocação, seleção de participantes e condução dos trabalhos<xref ref-type="fn" rid="fn10"><sup>10</sup></xref>.</td>
								<td align="justify">
									<xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B33">Duarte (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B75">Nunes (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B44">Paulo (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn11"><sup>11</sup></xref>;</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Baixa presença de ministros.</td>
								<td align="justify">Apenas o relator comparece integralmente; demais ministros têm presença esporádica.</td>
								<td align="justify">
									<xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn12"><sup>12</sup></xref>;</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Ausência de debate efetivo.</td>
								<td align="justify">Eventos ritualísticos sem interação significativa entre participantes e ministros<xref ref-type="fn" rid="fn13"><sup>13</sup></xref>.</td>
								<td align="justify">
									<xref ref-type="bibr" rid="B97">Supititz (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B56">Leandro (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B34">Duarte (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B33">Duarte (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B82">Pinto (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B44">Paulo (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B85">Robert e Menezes (2021</xref>) <xref ref-type="fn" rid="fn14"><sup>14</sup></xref>;</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="justify">Pouca consideração do conteúdo.</td>
								<td align="justify">Material produzido nas audiências raramente influencia decisões posteriores.</td>
								<td align="justify">
									<xref ref-type="bibr" rid="B97">Supititz (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B103">Vieira e Corrêa (2011</xref>); Medina e Freire (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B56">Leandro (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B96">Sombra (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B44">Paulo (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn15"><sup>15</sup></xref>;</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN1">
							<p>Fonte: Pesquisa de estado da arte. Elaboração própria.</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Uma constatação importante é que, mesmo entre as pesquisas empíricas de viés crítico, houve sucessiva reprodução das mesmas perguntas acadêmicas. Estas já tinham sido respondidas por estudos anteriores, com conclusões similares, mostrando a permanência da situação ao longo de mais de uma década.</p>
			<p>De todo modo, o que mais chamou atenção foi que, no período de 2018 a 2020, foram publicados estudos sustentando que as audiências públicas teriam aproximado o STF e o próprio Poder Judiciário da sociedade, não obstante a existência de dados empíricos consolidados ao longo dos anos em sentido contrário<xref ref-type="fn" rid="fn16"><sup>16</sup></xref>.</p>
			<p>A persistência temporal dessas disfuncionalidades, documentada ao longo de mais de uma década de pesquisas, sugere que se trata de características estruturais do mecanismo, não de desvios conjunturais passíveis de correção através de ajustes procedimentais menores.</p>
			<p>Não bastasse isso, esse consenso acadêmico sobre as disfuncionalidades torna ainda mais intrigante o fenômeno que investigamos. Se as evidências empíricas são tão claras sobre a ineficácia democratizante das audiências públicas, por que o interesse da sociedade civil não diminuiu? Por que, ao contrário, tem aumentado significativamente?</p>
			<p>Entre 2009 e 2020, por exemplo, o número de participações admitidas cresceu substancialmente. Na audiência pública nº 4 (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brasil, 2009</xref>), sobre a judicialização da saúde, foram admitidas 36 participações (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brasil, 2009</xref>). Já na audiência pública nº 30, sobre mudança do clima, foram admitidas 62 participações (<xref ref-type="bibr" rid="B21">Brasil, 2020b</xref>).</p>
			<p>A resposta a essa questão exige uma reavaliação crítica das motivações reais dos participantes. Nossa hipótese é que a sociedade civil compreendeu que as audiências públicas, independentemente de seus propósitos oficiais, oferecem oportunidades valiosas de acúmulo de capital simbólico e econômico.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>3 Reavaliação crítica: as verdadeiras motivações dos participantes</title>
			<p>Vários estudos empíricos, aqui já referidos, concluem que as audiências públicas não ampliaram adequadamente a participação democrática na forma de deliberação no Supremo Tribunal Federal, do que resulta um cenário de frustração com o uso do mecanismo. Propomos, assim, uma reavaliação crítica, com o objetivo de desconstruir o ideal de que essas audiências foram implementadas para democratizar a jurisdição constitucional.</p>
			<p>Uma reavaliação crítica das audiências públicas exige examinar não apenas seus propósitos oficiais, mas suas funções práticas para os diferentes atores envolvidos. Enquanto a literatura acadêmica focou nas disfuncionalidades do ponto de vista da democratização da jurisdição constitucional, pouca atenção foi dada aos incentivos que mantêm o interesse da sociedade civil.</p>
			<p>Assim, propomos que a reavaliação crítica das audiências públicas é algo necessário para repensar a ideia de que elas funcionam ou podem vir a funcionar como mecanismo democrático de pluralização procedimental da jurisdição constitucional, ajudando a desvelar uma realidade objetiva que nos parece importante à compreensão do fenômeno estudado<xref ref-type="fn" rid="fn17"><sup>17</sup></xref>.</p>
			<p>As audiências públicas do STF alcançam, atualmente, audiência nacional através da transmissão integral pela TV Justiça e pelas principais mídias sociais. Ocupar esse espaço significa ter visibilidade em um espaço privilegiado, proporcionando prestígio pessoal e profissional ao expositor.</p>
			<p>Esta visibilidade não é apenas simbólica. Ela se converte em capital econômico tangível. Os profissionais que participam das audiências agregam valor econômico às suas atividades profissionais. Como vitrine profissional, as audiências potencializam o interesse de órgãos e instituições nas participações desses profissionais em eventos de toda natureza.</p>
			<p>As sessões e audiências na Suprema Corte brasileira representam o ápice da visibilidade no campo jurídico nacional. Participar significa inserir-se em um espaço de poder simbólico máximo, com repercussões duradouras para a carreira profissional dos envolvidos.</p>
			<p>A análise empírica revela padrões significativos de participação recorrente que corroboram nossa hipótese sobre as motivações estratégicas dos participantes.</p>
			<p>Débora Diniz participou de cinco audiências públicas no STF: nº 1 (células-tronco embrionárias) (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Brasil, 2007</xref>); nº 3 (interrupção de gestação de feto anencéfalo) (<xref ref-type="bibr" rid="B9">Brasil, 2008</xref>); nº 4 (judicialização da saúde) (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brasil, 2009</xref>); nº 17 (ensino religioso em escolas públicas) (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brasil, 2015</xref>); e nº 23 (interrupção voluntária da gestação (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Brasil, 2018</xref>). Daniel Sarmento participou sete vezes como expositor: nº 1 (células-tronco embrionárias) (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Brasil, 2007</xref>); nº 5 (políticas de ação afirmativa de acesso ao ensino superior) (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Brasil, 2010</xref>); nº 12 (financiamento de campanhas eleitorais) (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brasil, 2013</xref>); nº 17 (ensino religioso em escolas públicas) (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brasil, 2015</xref>); nº 32 (redução da letalidade policial) (<xref ref-type="bibr" rid="B22">Brasil, 2020c</xref>); e nº 33 (monitoramento prisional) (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Brasil, 2021a</xref>).</p>
			<p>Oscar Vilhena Vieira participou de quatro audiências públicas: nº 1 (células-tronco embrionárias) (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Brasil, 2007</xref>); nº 5 (políticas de ação afirmativa de acesso ao ensino superior) (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Brasil, 2010</xref>); nº 12 (financiamento de campanhas eleitorais) (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brasil, 2013</xref>); e nº 17 (ensino religioso em escolas públicas) (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brasil, 2015</xref>).</p>
			<p>Essa recorrência não é casual. Ela indica que determinados profissionais compreenderam o valor estratégico desses espaços. A participação repetida sugere que os benefícios obtidos - em termos de capital simbólico e econômico - justificam o investimento de tempo e recursos necessários.</p>
			<p>Aqueles aceitos para participar das audiências acumulam capital simbólico específico por se aproximarem da Corte. Esta aproximação se manifesta de várias formas concretas: i) acesso direto aos gabinetes porque esses profissionais podem apresentar memoriais ao gabinete de cada ministro, estabelecendo canais de comunicação privilegiados; ii) interação com equipes técnicas, já que podem conversar com assessores e equipes de trabalho dos ministros, criando redes de relacionamento institucional; iii) os profissionais aceitos têm acesso a encontros acadêmicos, jantares e eventos beneficentes onde podem veicular suas ideias aos julgadores; e iv) influência sobre interesses específicos, pois podem defender posições sobre os interesses e causas que representam em contextos informais privilegiados.</p>
			<p>Ainda que essas práticas sejam lícitas, legítimas e republicanas, elas permitem o aumento do capital simbólico e do poder de influência. São elementos concretos de incentivo à participação nas audiências públicas, independentemente de sua eficácia democratizante.</p>
			<p>A participação nas audiências públicas revela e reproduz assimetrias significativas no campo jurídico. Ex-ministros aposentados do STF, no exercício da advocacia, também participam como expositores, aproveitando-se de seu capital simbólico acumulado.</p>
			<p>Na audiência pública sobre financiamento de campanhas eleitorais, foram ouvidos Carlos Ayres Britto e Carlos Mario Velloso (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brasil, 2013</xref>). Ambos foram apresentados como ministros, e não como advogados, apesar de estarem defendendo interesses específicos. Esse fato revela a alta assimetria de poder simbólico no campo e levanta questionamentos sobre a paridade processual da representação<xref ref-type="fn" rid="fn18"><sup>18</sup></xref>.</p>
			<p>O fenômeno da assimetria simbólica nas audiências públicas manifesta-se também através da composição socioprofissional dos expositores admitidos. A análise quantitativa dos perfis profissionais revela concentração significativa em categorias de alto capital cultural: professores universitários de instituições de prestígio, advogados de grandes escritórios, representantes de organizações não governamentais com estrutura consolidada e ex-ocupantes de cargos públicos de relevância. Esta composição contrasta drasticamente com a ausência ou sub-representação de categorias profissionais de menor prestígio social, organizações populares de base e movimentos sociais sem estrutura institucional formalizada.</p>
			<p>A seletividade na admissão de participantes opera através de critérios aparentemente técnicos - qualificação profissional, expertise temática, capacidade de contribuição substantiva - que, na prática, funcionam como mecanismos de reprodução das hierarquias sociais preexistentes. Os filtros de seleção favorecem sistematicamente atores que já possuem capital cultural legitimado pelo campo acadêmico e jurídico, perpetuando exclusões que o mecanismo supostamente deveria superar. Neste sentido, as audiências públicas podem estar funcionando como espaços de legitimação democrática de decisões que, na realidade, reproduzem as mesmas lógicas de poder que caracterizam outras instâncias do campo jurídico.</p>
			<p>A perpetuação dessas assimetrias ganha particular relevância quando consideramos que as audiências públicas são frequentemente apresentadas como inovações democratizantes na jurisdição constitucional brasileira. O contraste entre o discurso oficial de abertura participativa e a realidade empírica de seletividade elitista evidencia contradições que merecem análise crítica aprofundada, especialmente considerando que estas dinâmicas podem estar contribuindo para a legitimação simbólica de práticas institucionais que, em substância, preservam estruturas tradicionais de exclusão política.</p>
			<p>Assim, as audiências públicas, longe de democratizarem o acesso à Corte, podem estar reproduzindo e legitimando hierarquias preexistentes no campo jurídico. Ou seja, os mesmos atores que já detinham prestígio utilizam esses espaços para ampliá-lo ainda mais.</p>
			<p>O processo de diferenciação hierárquica no campo jurídico estabelece o que <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>, p. 226-233) denomina de “sentido jurídico”, mecanismo pelo qual determinados atores profissionais obtêm legitimidade, através da expertise conquistada, para ingressar e atuar neste espaço especializado. Esses profissionais dedicam-se à elaboração e à comercialização de produtos e prestação de serviços jurídicos, estabelecendo uma dinâmica competitiva de natureza interpretativa que gera distintas categorias profissionais. Entre estas, destacam-se os acadêmicos, cuja atenção se volta predominantemente para elaborações hermenêuticas de caráter teórico, bem como os operadores do Direito, cujo foco recai sobre questões de aplicação prática imediata.</p>
			<p>No centro desta estrutura hierárquica, os magistrados ocupam posição de particular relevância dentro do sistema, uma vez que suas decisões interpretativas adquirem efetividade concreta na realidade social. Esta centralidade confere-lhes significativa margem de autonomia no exercício da autoridade jurídica específica de que dispõem para a interpretação dos textos normativos. Tal autonomia possibilita genuína atividade criativa no processo decisório, atividade esta que preserva, inevitavelmente, componentes de discricionariedade e arbitrariedade inerentes ao ato interpretativo.</p>
			<p>O conteúdo efetivo da norma jurídica, tal como se manifesta no momento da decisão judicial, resulta de uma disputa de caráter simbólico travada entre profissionais que possuem competências técnicas e capital social em medidas desiguais. Cada um destes atores, conforme sua capacidade de influência, mobiliza e articula os instrumentos e recursos jurídicos disponíveis no sistema, explorando estrategicamente as possibilidades normativas existentes. Neste processo, transformam as regras jurídicas em instrumentos simbólicos de poder, utilizando-os como arsenal argumentativo destinado a assegurar o êxito de suas respectivas posições nos embates interpretativos que caracterizam a prática forense e as manifestações em audiências públicas (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu, 2011</xref>, p. 234).</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>4 Evidências empíricas da atuação estratégica</title>
			<p>O reconhecimento de que existe atuação estratégica nas audiências públicas não é novo na literatura acadêmica. Quando <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães</xref>
				<xref ref-type="fn" rid="fn19"><sup>19</sup></xref> (2020, p. 239) demonstrou a existência do exercício de <italic>lobby</italic> nas audiências públicas, admitiu que ministros se comportam estrategicamente em relação aos demais poderes, à sociedade civil e aos outros ministros.</p>
			<p>A autora registra que tanto o tribunal quanto os atores externos atuam estrategicamente em torno das políticas públicas. Para Guimarães, essa atuação estratégica tanto do STF quanto da sociedade civil é realizada em um contexto de atuação expansiva do Poder Judiciário na interpretação de direitos e políticas públicas.</p>
			<p>Os ministros agem estrategicamente dentro dos parâmetros legais, a partir de normas abertas e princípios. Da mesma forma, os atores externos buscariam esse espaço com adequação às normas estabelecidas, mas sempre com objetivos que transcendem os propósitos oficiais das audiências.</p>
			<p>Nossa hipótese é diversa. O interesse na participação em audiências públicas se justifica pelo fato de que os profissionais especialistas ouvidos agregam poder e capital simbólicos tangíveis. Mais importante: esses benefícios se convertem em valor econômico concreto para suas atividades profissionais.</p>
			<p>Profissionais que participaram de audiências públicas no STF podem cobrar valores superiores por consultorias, utilizando essa credencial como diferencial competitivo.</p>
			<p>Nesse mesmo sentido, advogados que participaram de audiências no STF podem justificar honorários mais elevados com base nessa experiência, assim como a participação em audiências facilita publicações acadêmicas, participação em bancas e convites para palestras remuneradas.</p>
			<p>Por sua vez, organizações buscam profissionais com histórico de participação no STF para representá-las em questões jurídicas relevantes.</p>
			<p>As audiências funcionam como vitrines profissionais que potencializam o interesse de órgãos e instituições nas participações desses profissionais em eventos diversos. Isso transcende a atuação profissional específica, criando um círculo “virtuoso” de valorização econômica.</p>
			<p>Em nossas pesquisas, não encontramos notícia de que algum acadêmico de prestígio renomado, convidado pelo STF, tenha se recusado a participar de audiências públicas. Isso acontece mesmo diante do conhecimento das disfuncionalidades fartamente registradas pelos trabalhos acadêmicos.</p>
			<p>Essa universalidade na aceitação dos convites reforça nossa hipótese. Os profissionais compreendem que, independentemente da eficácia democratizante das audiências, elas oferecem benefícios tangíveis em termos de capital simbólico e econômico.</p>
			<p>A ausência de recusas públicas ou críticas abertas ao mecanismo por parte de participantes potenciais sugere um entendimento tácito sobre o valor desses espaços. Mesmo aqueles que academicamente criticam as audiências não recusam oportunidades de participação quando surgem.</p>
			<p>Alguns casos específicos ilustram como as audiências públicas são utilizadas estrategicamente pelos participantes.</p>
			<p>Na audiência pública nº 1, que abordou as células-tronco embrionárias (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Brasil, 2007</xref>), profissionais de diferentes áreas aproveitaram o tema de grande repercussão midiática para se estabelecerem como referências nacionais no debate bioético.</p>
			<p>Já na audiência pública nº 12, que debateu o financiamento de campanhas eleitorais (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brasil, 2013</xref>), a participação de ex-ministros do STF como advogados demonstrou como o capital simbólico acumulado na magistratura é convertido em vantagens na advocacia.</p>
			<p>Na audiência pública nº 23, que tratou da interrupção voluntária da gestação (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Brasil, 2018a</xref>), o tema polarizado garantiu máxima visibilidade midiática aos participantes, projetando-os nacionalmente em suas respectivas áreas de atuação.</p>
			<p>Esses casos mostram como temas de grande repercussão social são aproveitados estrategicamente pelos participantes para maximizar os benefícios em termos de capital simbólico e econômico.</p>
			<p>A análise desses casos específicos revela padrões estratégicos recorrentes na utilização das audiências públicas pelos participantes. Observa-se a tendência de profissionais especializarem-se em temas que garantem maior visibilidade midiática e repercussão social, construindo carreiras acadêmicas e profissionais centradas nessas áreas de expertise. Essa especialização estratégica permite que os mesmos atores sejam sistematicamente convocados sempre que os temas de sua competência emergem no debate público, consolidando posições de referência nacional em suas respectivas áreas.</p>
			<p>Ademais, verifica-se que a participação em audiências de grande repercussão funciona como plataforma de lançamento para outras atividades profissionais correlatas. Profissionais que se destacam nesses eventos frequentemente recebem convites subsequentes para participar de comissões governamentais, grupos de trabalho legislativos, conselhos consultivos e outras instâncias de influência política. Esta dinâmica cria um ciclo de retroalimentação no qual a participação em audiências gera oportunidades adicionais de acúmulo de capital simbólico, que por sua vez facilitam futuras participações em eventos similares.</p>
			<p>Outro aspecto relevante consiste na utilização das audiências como laboratórios para teste de argumentos e estratégias discursivas que posteriormente são empregados em outras arenas de debate público. Os expositores aproveitam a visibilidade nacional para consolidar posicionamentos teóricos e políticos, utilizando o prestígio da Suprema Corte como referência de legitimidade para suas perspectivas particulares sobre questões constitucionais controvertidas. Esta instrumentalização estratégica das audiências transcende o objetivo oficial de subsidiar a decisão judicial, convertendo-se em ferramenta de construção de liderança intelectual e política em temas de relevância nacional.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>5 As audiências como espaços de disputa por capital simbólico e econômico</title>
			<p>Seguindo a perspectiva teórica de <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>) sobre o poder simbólico, as audiências públicas podem ser compreendidas como espaços de disputa por prestígio no campo jurídico. Os participantes não buscam apenas influenciar as decisões da Corte, mas acumular capital simbólico que se converte em vantagens profissionais duradouras.</p>
			<p>O campo jurídico, como qualquer campo social em <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>, p. 220), é caracterizado por disputas por posições de prestígio e poder. As audiências públicas do STF representam o ápice dessa hierarquia simbólica, funcionando como espaços onde o capital simbólico é simultaneamente exibido e acumulado.</p>
			<p>O prestígio de ter participado de audiências no STF transcende o evento específico. Ele se converte em credencial permanente que valoriza o profissional em diversas dimensões: acadêmica, advocatícia, consultiva e midiática. Trata-se de um diferencial que permanece ao longo de toda a carreira profissional.</p>
			<p>Desse modo, as audiências públicas, paradoxalmente, podem estar contribuindo para a reprodução das hierarquias do campo jurídico ao invés de democratizá-lo. Os mesmos profissionais e instituições de prestígio, que já detinham capital simbólico, utilizam as audiências para ampliá-lo ainda mais. Aqueles que já possuem prestígio conseguem mais facilmente acesso às audiências, que, por sua vez, ampliam seu prestígio, facilitando futuros acessos.</p>
			<p>De outro lado, profissionais sem capital simbólico prévio têm dificuldades para serem selecionados como participantes, perpetuando segregações, bastando citar, a título de exemplo, a exclusão dos indígenas na audiência pública nº 17, que debateu o ensino religioso nas escolas públicas, pois não foram convidados para participar do evento, não obstante o discurso do ministro Barroso de que convocou o ato para efeito de maior participação popular (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brasil, 2015</xref>, p. 69).</p>
			<p>Um número relativamente pequeno de profissionais participa recorrentemente, concentrando os benefícios simbólicos e econômicos. Desse modo, a sociedade civil que permanece interessada nas audiências é, predominantemente, aquela que já possui capital simbólico significativo, o que limita severamente a capacidade democratizante do mecanismo.</p>
			<p>A concentração de participações em um número relativamente restrito de profissionais evidencia a formação de uma elite especializada em audiências públicas, fenômeno que merece análise sociológica aprofundada. Esses “especialistas em audiências” desenvolvem competências específicas para atuar nesses espaços: dominam os códigos de comunicação adequados ao ambiente jurídico formal, possuem habilidades retóricas adaptadas ao formato de exposição oral, compreendem as expectativas implícitas dos julgadores e sabem posicionar seus argumentos dentro das controvérsias jurídicas relevantes.</p>
			<p>Esta especialização cria barreiras de entrada significativas para profissionais que, embora possuam expertise técnica em suas áreas de atuação, não dominam os códigos específicos requeridos para participação efetiva nas audiências. A necessidade de adaptar conhecimentos técnicos às expectativas do campo jurídico constitui filtro adicional que privilegia atores já familiarizados com a linguagem e os procedimentos do sistema de justiça. Consequentemente, profissionais de áreas como saúde pública, educação, assistência social ou meio ambiente podem ter suas contribuições limitadas - não pela qualidade técnica de seus conhecimentos, mas pela dificuldade de traduzi-los para os códigos específicos valorizados no ambiente das audiências.</p>
			<p>A institucionalização dessas barreiras simbólicas produz efeitos de longo prazo na configuração do debate público sobre questões constitucionais. Perspectivas teóricas e práticas que não se adequam aos formatos estabelecidos tendem a ser sistematicamente excluídas, empobrecendo a diversidade de enfoques disponíveis para a tomada de decisão judicial. Esta homogeneização discursiva pode comprometer a qualidade deliberativa das audiências, reduzindo-as a exercícios de confirmação de consensos preexistentes entre grupos profissionais próximos, em vez de espaços efetivos de confronto crítico entre perspectivas diferenciadas sobre problemas constitucionais complexos.</p>
			<p>Em razão disso, nossa reavaliação crítica desse mecanismo de escuta social sugere que os atores da sociedade civil compreenderam estrategicamente a verdadeira função das audiências públicas. Longe de serem ingênuos quanto às suas limitações democratizantes, eles as utilizam conscientemente como instrumentos para o acúmulo de capital simbólico e econômico.</p>
			<p>Profissionais avaliam o investimento de tempo e recursos necessários contra os benefícios potenciais em termos de projeção profissional. Escolhem cuidadosamente em quais audiências participar, priorizando temas de maior repercussão ou relevância para suas áreas de atuação. Além disso, utilizam a participação em audiências como plataforma para outras atividades profissionais e midiáticas.</p>
			<p>Essa compreensão estratégica explica por que o interesse nas audiências não diminuiu diante das evidências empíricas sobre suas disfuncionalidades. Os participantes obtêm benefícios reais, mesmo que diferentes dos propósitos oficiais proclamados.</p>
			<p>A utilização estratégica das audiências públicas para acúmulo de capital simbólico tem implicações para a legitimidade do próprio STF. Se esses eventos são percebidos mais como oportunidades de projeção profissional do que como mecanismos efetivos de participação democrática, isso pode afetar a credibilidade da Corte. Vale dizer que o STF pode estar sendo instrumentalizado por atores externos para fins que não coincidem com os propósitos constitucionais da Corte.</p>
			<p>A percepção de que as audiências são “teatros” para projeção profissional pode diminuir a seriedade com que são percebidas pela sociedade, sendo importante citar, a título de ilustração, a audiência pública nº 30, que versou sobre o fundo sobre o clima e as políticas públicas ambientais, quando participou o então ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, que, meses antes, tinha declarado, em reunião ministerial, que, como o povo estaria preocupado com a covid-19, esse seria o momento para “ir passando a boiada e mudando todo o regramento [ambiental], simplificando as normas” (<xref ref-type="bibr" rid="B91">Shalders, 2020</xref>). Assim, o indivíduo que havia declarado anteriormente sua pouca consideração pelo sistema jurídico brasileiro de proteção ambiental foi aceito em audiência pública no STF, em processo constitucional deflagrado a partir de fatos que, supostamente, indicavam a degradação da estrutura estatal de proteção ao meio ambiente.</p>
			<p>Se as audiências servem principalmente para reproduzir hierarquias, sua função democratizante fica comprometida. Esses riscos exigem reflexão cuidadosa sobre como as audiências públicas podem ser reformuladas para cumprir efetivamente seus propósitos democratizantes.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title>6 Implicações da reavaliação crítica</title>
			<p>Nossa reavaliação crítica sugere que as audiências públicas podem ser consideradas “bem-sucedidas” de uma perspectiva diferente da tradicionalmente adotada pela literatura acadêmica. Se o critério for a capacidade de gerar benefícios para os participantes em termos de capital simbólico e econômico, elas são inequivocamente eficazes. As audiências cumprem, efetivamente, a função de vitrine profissional, proporcionando benefícios tangíveis aos envolvidos. Desse modo, a Corte consegue projetar uma imagem de abertura à sociedade civil, independentemente da efetividade real dessa abertura, assim como os eventos geram cobertura midiática significativa, mantendo o STF em evidência nacional.</p>
			<p>Essa redefinição de sucesso ajuda a explicar por que as audiências persistem e se expandem, mesmo diante de diagnósticos acadêmicos negativos sobre sua capacidade democratizante. Elas atendem a necessidades reais dos atores envolvidos, ainda que diferentes das oficialmente proclamadas.</p>
			<p>Uma implicação importante de nossas conclusões é a necessidade de maior transparência sobre as funções reais das audiências públicas. Reconhecer que elas servem como espaços de acúmulo de capital simbólico e econômico permitiria um debate mais honesto sobre seu papel no sistema de justiça. Além disso, a sociedade poderia ter expectativas mais realistas sobre o que esperar das audiências públicas; os critérios de sucesso poderiam ser redefinidos com base nas funções realmente exercidas, não apenas nas proclamadas; e eventuais reformas poderiam focar nos problemas reais identificados, em vez de atacar disfunções que podem não ser as mais relevantes.</p>
			<p>Essa transparência não implica necessariamente condenar as audiências, mas sim compreender melhor suas funções práticas. Isso permitiria desenvolvê-las de forma mais consciente e, eventualmente, criar mecanismos que efetivamente justifiquem a adoção desse mecanismo de escuta social.</p>
			<p>Nossas conclusões sugerem que a democratização efetiva da jurisdição constitucional exigirá mecanismos diferentes das audiências públicas em sua configuração atual. Se elas funcionam principalmente como espaços de reprodução de hierarquias preexistentes, sua capacidade democratizante é estruturalmente limitada.</p>
			<p>As audiências atuais, então, poderiam ser reformuladas para minimizar as assimetrias de capital simbólico, estabelecendo restrições como complexidade cognitiva, concentração da decisão na pessoa do presidente da Corte e proibição de pessoas e entidades com fim lucrativo.</p>
			<p>Os propósitos das audiências poderiam ser redefinidos de forma mais realista, reconhecendo suas limitações democratizantes.</p>
			<p>Isso não significa que as audiências devam ser abolidas, mas que é necessário reconhecer suas limitações e desenvolver complementos ou alternativas que justifiquem esse mecanismo de escuta social como instrumento de maior qualidade deliberativa.</p>
			<p>Nossa análise levanta questões éticas importantes sobre a participação nas audiências públicas. Se elas servem principalmente para acúmulo de capital simbólico individual, em que medida isso é compatível com o interesse público que deveria orientar a jurisdição constitucional<xref ref-type="fn" rid="fn20"><sup>20</sup></xref>?</p>
			<p>Profissionais que participam das audiências têm responsabilidade ética de contribuir efetivamente para o debate público, não apenas buscar benefícios pessoais. Igualmente, a Corte tem responsabilidade de estruturar as audiências de forma a maximizar sua função pública e minimizar a instrumentalização privada. Assim, essas considerações éticas são importantes para que as audiências públicas possam cumprir adequadamente sua função no sistema jurídico democrático brasileiro.</p>
			<p>As implicações éticas da instrumentalização das audiências públicas para fins de acúmulo de capital simbólico individual estendem-se além das responsabilidades imediatas dos participantes. A própria estrutura institucional que permite e facilita essa instrumentalização levanta questionamentos sobre a adequação do desenho atual das audiências aos propósitos constitucionais que deveriam orientar sua realização. Se o sistema favorece sistematicamente a busca de benefícios privados em detrimento do interesse público, isso sugere uma necessidade de reformas estruturais que vão além de apelos à responsabilidade individual dos participantes.</p>
			<p>A responsabilidade institucional do Supremo Tribunal Federal, neste contexto, assume dimensões particularmente relevantes. Como guardião da Constituição, a Corte tem o dever de assegurar que seus procedimentos sirvam efetivamente ao interesse público, não se convertendo em instrumentos de promoção de interesses particulares (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Leal; Bolesina, 2012</xref>).</p>
			<p>Adicionalmente, a comunidade acadêmica que estuda e participa dessas audiências possui responsabilidade ética de produzir análises críticas que contribuam para o aperfeiçoamento técnico do mecanismo. Isso inclui o dever de superar análises meramente descritivas ou apologéticas, produzindo diagnósticos rigorosos que identifiquem problemas estruturais e proponham alternativas viáveis. A manutenção de silêncios complacentes sobre disfuncionalidades conhecidas pode constituir forma de cumplicidade com a perpetuação de práticas que prejudicam a legitimidade democrática da jurisdição constitucional.</p>
			<p>Essas considerações éticas apontam para a necessidade de estabelecer padrões mais rigorosos de avaliação da efetividade das audiências públicas.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>7 Considerações finais</title>
			<p>Esta pesquisa investigou por que a sociedade civil permanece interessada nas audiências públicas do STF, mesmo diante de evidências consolidadas sobre suas disfuncionalidades democratizantes. Nossa hipótese central foi confirmada: o interesse persistente não decorre de crença nos propósitos oficiais, mas da compreensão estratégica de que esses eventos constituem oportunidades valiosas para acúmulo de capital simbólico e econômico.</p>
			<p>A sociedade civil que participa das audiências públicas compreendeu que elas funcionam como vitrines profissionais que proporcionam prestígio, visibilidade midiática nacional, aproximação com decisores e valorização econômica concreta das atividades profissionais. Essa compreensão explica padrões de participação recorrente e a universalidade na aceitação de convites.</p>
			<p>Os profissionais que participam das audiências não são ingênuos quanto às suas limitações democratizantes porque os eventos são utilizados conscientemente como instrumentos de projeção profissional e acúmulo de poder simbólico no campo jurídico, com o fim de obtenção de benefícios tangíveis independentemente da eficácia dos propósitos oficiais.</p>
			<p>Nossa análise revelou que as audiências públicas, paradoxalmente, podem estar contribuindo para a reprodução das hierarquias do campo jurídico ao invés de democratizá-lo. Os mesmos profissionais e instituições de prestígio que já detinham capital simbólico utilizam as audiências para ampliá-lo ainda mais.</p>
			<p>Isso cria dinâmicas de reprodução social nas quais aqueles que já possuem prestígio conseguem mais facilmente acesso às audiências, que, por sua vez, ampliam seu prestígio, facilitando futuros acessos. A sociedade civil interessada nas audiências é, predominantemente, aquela que já possui capital simbólico significativo.</p>
			<p>A concretização prática do Direito constitui, segundo <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>, p. 234), o produto final de um embate de natureza simbólica que se estabelece entre operadores jurídicos portadores de competências técnicas e capitais sociais heterogêneos. Esta disparidade de recursos determina a capacidade diferenciada que cada profissional possui para articular e empregar os instrumentos jurídicos disponíveis no sistema normativo. O processo revela-se como uma arena de confronto interpretativo onde as desigualdades de formação, experiência e posição institucional se traduzem em vantagens estratégicas distintas na construção e sustentação de argumentos jurídicos.</p>
			<p>Nesse contexto competitivo, cada ator mobiliza seus recursos conforme sua força relativa no campo, explorando sistematicamente as potencialidades normativas e transformando as disposições legais em instrumentos de poder simbólico.</p>
			<p>Nossas conclusões sugerem a necessidade de redefinir o debate acadêmico sobre as audiências públicas. Em vez de focar exclusivamente em sua capacidade democratizante - repetidamente contestada por evidências empíricas -, é necessário reconhecer suas funções práticas como espaços de acúmulo de capital simbólico e econômico.</p>
			<p>Essa redefinição não implica condenar as audiências, mas compreender melhor suas funções reais. Isso permitiria desenvolvê-las de forma mais consciente e, eventualmente, criar mecanismos complementares que minimizem essa instrumentalização privada com o consequente déficit de legitimidade da jurisdição constitucional.</p>
			<p>O reconhecimento de que as audiências públicas servem a funções diferentes das oficialmente proclamadas é o primeiro passo para um debate mais honesto sobre a democratização da jurisdição constitucional no Brasil. Somente a partir dessa compreensão realista será possível desenvolver mecanismos que efetivamente aperfeiçoem a participação social nas deliberações constitucionais.</p>
			<p>Esta pesquisa contribui teoricamente para o campo ao aplicar a teoria do capital simbólico de <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>) à análise das audiências públicas, oferecendo uma explicação mais convincente para sua persistência do que as análises tradicionais. Empiricamente, fornece evidências robustas sobre padrões de participação e motivações reais dos atores envolvidos.</p>
			<p>A metodologia desenvolvida - combinando análise de conteúdo de literatura acadêmica, exame de atos processuais e análise de padrões de participação - pode ser replicada em estudos sobre outros mecanismos de participação social no sistema de justiça.</p>
			<p>Esta pesquisa, portanto, focou especificamente no comportamento da sociedade civil. No entanto, pesquisas futuras poderiam explorar comparações com audiências públicas em outras Cortes Constitucionais, verificando se os padrões identificados no Brasil se repetem em contextos institucionais diferentes.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
		<ref-list>
			<title>Referências</title>
			<ref id="B1">
				<mixed-citation>ALMEIDA, L. S. S. A experiência das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal como instrumento de ampliação do círculo de intérpretes da constituição. 2011. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2011. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3835">https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3835</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>ALMEIDA</surname>
							<given-names>L. S. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A experiência das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal como instrumento de ampliação do círculo de intérpretes da constituição</source>
					<year>2011</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará</publisher-name>
					<publisher-loc>Fortaleza</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3835">https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3835</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B2">
				<mixed-citation>AMORIM, F. S.; OLIVEIRA, J. C. de. O resgate da legitimidade da jurisdição constitucional objetiva pela valorização do procedimento. Revista de Direito Público, Brasília, v. 13, n. 76, p. 78-99, jul./ago. 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.idp.emnuvens.com.br/direitopublico/article/view/2924/pdf.">https://portal.idp.emnuvens.com.br/direitopublico/article/view/2924/pdf. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>AMORIM</surname>
							<given-names>F. S.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>OLIVEIRA</surname>
							<given-names>J. C. de</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>O resgate da legitimidade da jurisdição constitucional objetiva pela valorização do procedimento</article-title>
					<source>Revista de Direito Público</source>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<volume>13</volume>
					<issue>76</issue>
					<fpage>78</fpage>
					<lpage>99</lpage>
					<season>jul-ago</season>
					<year>2017</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.idp.emnuvens.com.br/direitopublico/article/view/2924/pdf.">https://portal.idp.emnuvens.com.br/direitopublico/article/view/2924/pdf. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B3">
				<mixed-citation>ANDRADE, M. C. da S. Audiências públicas no Supremo Tribunal Federal como seara argumentativa: cientificismo, discursividade e democracia na abordagem dos argumentos pelos Ministros. 2015. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFJF_197e81ff84c6cc59cbbf5fc9e06f723b">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFJF_197e81ff84c6cc59cbbf5fc9e06f723b</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>ANDRADE</surname>
							<given-names>M. C. da S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiências públicas no Supremo Tribunal Federal como seara argumentativa: cientificismo, discursividade e democracia na abordagem dos argumentos pelos Ministros</source>
					<year>2015</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal de Juiz de Fora</publisher-name>
					<publisher-loc>Minas Gerais</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFJF_197e81ff84c6cc59cbbf5fc9e06f723b">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFJF_197e81ff84c6cc59cbbf5fc9e06f723b</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B4">
				<mixed-citation>BACKES, M. H. A audiência pública jurisdicional no estado constitucional: uma análise crítica das Audiências Públicas realizadas pelo Supremo Tribunal Federal. 2014. Dissertação (Mestrado em Direito) - Escola de Direito, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, São Leopoldo, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4952">http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4952</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BACKES</surname>
							<given-names>M. H.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A audiência pública jurisdicional no estado constitucional: uma análise crítica das Audiências Públicas realizadas pelo Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Escola de Direito, Universidade do Vale do Rio dos Sinos</publisher-name>
					<publisher-loc>São Leopoldo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4952">http://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/4952</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B5">
				<mixed-citation>BARBOSA, C. M.; PAMPLONA, D. A. A judicialização da política e as audiências públicas no Supremo Tribunal Federal. Revista Paradigma, [<italic>s. l.</italic>], v. 14, n. 18, p. 69-78, jul./dez. 2009. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistas.unaerp.br/paradigma/article/view/43/50">https://revistas.unaerp.br/paradigma/article/view/43/50</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 12 mar. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BARBOSA</surname>
							<given-names>C. M.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>PAMPLONA</surname>
							<given-names>D. A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A judicialização da política e as audiências públicas no Supremo Tribunal Federal</article-title>
					<source>Revista Paradigma</source><bold>,</bold><volume>14</volume>
					<issue>18</issue>
					<fpage>69</fpage>
					<lpage>78</lpage>
					<season>jul-dez</season>
					<year>2009</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistas.unaerp.br/paradigma/article/view/43/50">https://revistas.unaerp.br/paradigma/article/view/43/50</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-03-12">12 mar. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B6">
				<mixed-citation>BONFIM, V. S. A realização das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal: uma possibilidade de configuração da razão pública através da participação da sociedade civil. 2014. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Minas Gerais, 2014.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BONFIM</surname>
							<given-names>V. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A realização das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal: uma possibilidade de configuração da razão pública através da participação da sociedade civil</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais</publisher-name>
					<publisher-loc>Minas Gerais</publisher-loc>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B7">
				<mixed-citation>BOURDIEU, P. O poder simbólico. Rio de Janeiro: Editora Bertrand Brasil, 2011.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BOURDIEU</surname>
							<given-names>P</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O poder simbólico</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<publisher-name>Editora Bertrand Brasil</publisher-name>
					<year>2011</year>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B8">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 1, de 20 de abril de 2007. Pesquisa com células-tronco embrionárias. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal, 2007. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 15 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 1, de 20 de abril de 2007. Pesquisa com células-tronco embrionárias</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2007</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-15">15 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B9">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 3, de 26 de agosto de 2008. Interrupção de gravidez - feto anencéfalo. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2008. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 15 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 3, de 26 de agosto de 2008. Interrupção de gravidez - feto anencéfalo</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2008</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=3</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-15">15 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B10">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 4, de 27 de abril de 2009. Judicialização do direito à saúde. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2009. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 15 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 4, de 27 de abril de 2009. Judicialização do direito à saúde</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2009</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-15">15 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B11">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 5, de 03 de março de 2010. Políticas de ação afirmativa de acesso ao ensino superior. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2010. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 fev. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 5, de 03 de março de 2010. Políticas de ação afirmativa de acesso ao ensino superior</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2010</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-02-16">16 fev. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B12">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 12, de 17 de junho de 2013. Financiamento de campanhas eleitorais. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2013. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 12, de 17 de junho de 2013. Financiamento de campanhas eleitorais</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2013</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-16">16 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B13">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 17, de 15 de junho de 2015. Ensino religioso em escolas públicas. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 23 fev. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 17, de 15 de junho de 2015. Ensino religioso em escolas públicas</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2015</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-02-23">23 fev. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B14">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 22, de 12 de junho de 2017. Aplicabilidade do direito ao esquecimento na esfera civil, em especial quando esse for invocado pela própria vítima ou seus familiares. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 5 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 22, de 12 de junho de 2017. Aplicabilidade do direito ao esquecimento na esfera civil, em especial quando esse for invocado pela própria vítima ou seus familiares</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2017</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-05">5 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B15">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 23, de 03 de agosto de 2018. Interrupção voluntária da gestação. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2018a. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 22 mar. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 23, de 03 de agosto de 2018. Interrupção voluntária da gestação</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2018a</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-03-22">22 mar. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B16">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 24, de 16 de outubro de 2018. Tabelamento de fretes. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2018b. Disponível em: chrome- <comment>Disponível em: chrome- <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 5 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 24, de 16 de outubro de 2018. Tabelamento de fretes</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2018b</year>
					<comment>Disponível em: chrome- <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada&amp;pagina=2</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-05">5 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B17">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 26, de 25 de junho de 2019. Conflitos federativos sobre questões fiscais dos Estados e da União. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2019a. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 25 fev. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 26, de 25 de junho de 2019. Conflitos federativos sobre questões fiscais dos Estados e da União</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2019a</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-02-25">25 fev. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B18">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 27, de 04 de novembro de 2019. Liberdades públicas de expressão artística, cultural, de comunicação e direito à informação. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2019b. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 5 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 27, de 04 de novembro de 2019. Liberdades públicas de expressão artística, cultural, de comunicação e direito à informação</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2019b</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-05">5 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B19">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 28, de 09 de dezembro de 2019. Candidatura avulsa. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2019c. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 14 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 28, de 09 de dezembro de 2019. Candidatura avulsa</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2019c</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-14">14 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B20">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 29, de 10 de fevereiro de 2020. Controle de usuários por provedores de internet no exterior. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2020a. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 14 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 29, de 10 de fevereiro de 2020. Controle de usuários por provedores de internet no exterior</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2020a</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-14">14 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B21">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 30, de 29 de junho de 2020. Funcionamento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) e políticas públicas em matéria ambiental. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2020b. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 10 mar. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 30, de 29 de junho de 2020. Funcionamento do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) e políticas públicas em matéria ambiental</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2020b</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-03-10">10 mar. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B22">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 32, de 18 de dezembro de 2020. Redução da letalidade policial. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2020c. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 25 fev. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 32, de 18 de dezembro de 2020. Redução da letalidade policial</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2020c</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-02-25">25 fev. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B23">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência Pública nº 33, de 01 de janeiro de 2021. Monitoramento Prisional. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2021a. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 5 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência Pública nº 33, de 01 de janeiro de 2021. Monitoramento Prisional</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2021a</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-05">5 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B24">
				<mixed-citation>BRASIL. Audiência pública nº 35, de 02 de janeiro de 2021. Juiz das garantias. Brasília, DF: Supremo Tribunal Federal , 2021b. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="legal-doc">
					<person-group person-group-type="author">
						<collab>BRASIL</collab>
					</person-group>
					<source>Audiência pública nº 35, de 02 de janeiro de 2021. Juiz das garantias</source>
					<publisher-loc>Brasília, DF</publisher-loc>
					<publisher-name>Supremo Tribunal Federal</publisher-name>
					<year>2021b</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada">https://portal.stf.jus.br/audienciaPublica/audienciaPublica.asp?tipo=realizada</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B25">
				<mixed-citation>BRAVO, E. E. M. Reflexões para uma jurisdição constitucional democrática. Revista Amicus Curiae, Santa Catarina, v. 12, n. 2, p. 261-275, jul./dez. 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://independent.academia.edu/EfendyEmilianoMaldonadoBravo">https://independent.academia.edu/EfendyEmilianoMaldonadoBravo</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 17 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BRAVO</surname>
							<given-names>E. E. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Reflexões para uma jurisdição constitucional democrática</article-title>
					<source>Revista Amicus Curiae, Santa Catarina</source>
					<volume>12</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>261</fpage>
					<lpage>275</lpage>
					<season>jul-dez</season>
					<year>2015</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://independent.academia.edu/EfendyEmilianoMaldonadoBravo">https://independent.academia.edu/EfendyEmilianoMaldonadoBravo</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-17">17 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B26">
				<mixed-citation>BURLAMAQUI, B. C. Os obstáculos ao exercício da jurisdição constitucional e a saída dada pelas audiências públicas. Revista da SJRJ, Rio de Janeiro, v. 23, n. 45, p. 61-76, mar./jun. 2019. DOI: https://doi. org/10.30749/2177-8337.v23n45p61-76</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>BURLAMAQUI</surname>
							<given-names>B. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Os obstáculos ao exercício da jurisdição constitucional e a saída dada pelas audiências públicas</article-title>
					<source>Revista da SJRJ</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>23</volume>
					<issue>45</issue>
					<fpage>61</fpage>
					<lpage>76</lpage>
					<season>mar-jun</season>
					<year>2019</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi. org/10.30749/2177-8337.v23n45p61-76</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B27">
				<mixed-citation>CAMARGO, M. L.; BURLAMAQUI, B. C.; ANDRADE, M. C. da S.; Fatos legislativos, audiência pública e o Supremo Tribunal Federal; o poder da ciência no julgamento do caso da importação de pneus. Revista Direito Público, Porto Alegre, v. 15, n. 86, p. 175-197, mar./abr. 2019. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3188">https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3188</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>CAMARGO</surname>
							<given-names>M. L.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>BURLAMAQUI</surname>
							<given-names>B. C.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>ANDRADE</surname>
							<given-names>M. C. da S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Fatos legislativos, audiência pública e o Supremo Tribunal Federal; o poder da ciência no julgamento do caso da importação de pneus</article-title>
					<source>Revista Direito Público</source>
					<publisher-loc>Porto Alegre</publisher-loc>
					<volume>15</volume>
					<issue>86</issue>
					<fpage>175</fpage>
					<lpage>197</lpage>
					<season>mar-abr</season>
					<year>2019</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3188">https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/direitopublico/article/view/3188</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B28">
				<mixed-citation>CARDOSO, O. V. Amicus Curiae e Audiências Públicas no controle de constitucionalidade brasileiro. Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Direito - PPGDir./UFRGS, Rio Grande do Sul, v. 9, n. 2, p. 1-25, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://seer.ufrgs.br/index.php/ppgdir/article/view/45521">https://seer.ufrgs.br/index.php/ppgdir/article/view/45521</ext-link>
					</comment>. Acesso em 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>CARDOSO</surname>
							<given-names>O. V.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Amicus Curiae e Audiências Públicas no controle de constitucionalidade brasileiro</article-title>
					<source>Cadernos do Programa de Pós-Graduação em Direito - PPGDir./UFRGS</source>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<volume>9</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>1</fpage>
					<lpage>25</lpage>
					<year>2014</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://seer.ufrgs.br/index.php/ppgdir/article/view/45521">https://seer.ufrgs.br/index.php/ppgdir/article/view/45521</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B29">
				<mixed-citation>CARVALHO, R. B. T. de. O direito de participação democrática no controle concentrado de constitucionalidade das normas: a abertura para discussão de fatos pelo Supremo Tribunal Federal no controle concentrado e a institucionalização do lobby na Corte. 2012. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2012. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/12807">https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/12807</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 17 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>CARVALHO</surname>
							<given-names>R. B. T. de</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O direito de participação democrática no controle concentrado de constitucionalidade das normas: a abertura para discussão de fatos pelo Supremo Tribunal Federal no controle concentrado e a institucionalização do lobby na Corte</source>
					<year>2012</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará</publisher-name>
					<publisher-loc>Fortaleza</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/12807">https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/12807</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-17">17 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B30">
				<mixed-citation>CORREA, A. L. M.; BORGES, A. W.; PINHÃO, K. G. A democracia nas audiências públicas em controle de constitucionalidade concentrado no Brasil. Revista de Direito Brasileira, Florianópolis, v. 22, n. 9, p. 29-49, jan./abr. 2019. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.indexlaw.org/index.php/rdb/article/view/4557">https://www.indexlaw.org/index.php/rdb/article/view/4557</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>CORREA</surname>
							<given-names>A. L. M.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>BORGES</surname>
							<given-names>A. W.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>PINHÃO</surname>
							<given-names>K. G.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A democracia nas audiências públicas em controle de constitucionalidade concentrado no Brasil</article-title>
					<source>Revista de Direito Brasileira</source>
					<publisher-loc>Florianópolis</publisher-loc>
					<volume>22</volume>
					<issue>9</issue>
					<fpage>29</fpage>
					<lpage>49</lpage>
					<season>jan-abr</season>
					<year>2019</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.indexlaw.org/index.php/rdb/article/view/4557">https://www.indexlaw.org/index.php/rdb/article/view/4557</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B31">
				<mixed-citation>COSTA, T. L. F. Jurisdição constitucional e legitimidade democrática: breve análise da abertura democrática do controle de constitucionalidade no Brasil. Observatório da Jurisdição Constitucional, Brasília, v. 6, n. 1, p. 139-158, maio 2013. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.idp.emnuvens.com.br/observatorio/article/view/776/600">https://portal.idp.emnuvens.com.br/observatorio/article/view/776/600</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>COSTA</surname>
							<given-names>T. L. F.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Jurisdição constitucional e legitimidade democrática: breve análise da abertura democrática do controle de constitucionalidade no Brasil</article-title>
					<source>Observatório da Jurisdição Constitucional</source>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<volume>6</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>139</fpage>
					<lpage>158</lpage>
					<month>05</month>
					<year>2013</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://portal.idp.emnuvens.com.br/observatorio/article/view/776/600">https://portal.idp.emnuvens.com.br/observatorio/article/view/776/600</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B32">
				<mixed-citation>DANTAS, K. T. de B. C. Jurisdição constitucional e audiências públicas: um instrumento em favor da democracia? 2014. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Católica de Pernambuco, Recife, Pernambuco, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/565">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/565</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>DANTAS</surname>
							<given-names>K. T. de B. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Jurisdição constitucional e audiências públicas: um instrumento em favor da democracia?</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Católica de Pernambuco</publisher-name>
					<publisher-loc>Recife, Pernambuco</publisher-loc>
					<publisher-loc>Recife, Pernambuco</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/565">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/565</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B33">
				<mixed-citation>DUARTE, G. M. Audiência pública no Supremo Tribunal Federal: uma arena de dissenso em construção? 2017. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-ASPFRE">https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-ASPFRE</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>DUARTE</surname>
							<given-names>G. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiência pública no Supremo Tribunal Federal: uma arena de dissenso em construção?</source>
					<year>2017</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal de Minas Gerais</publisher-name>
					<publisher-loc>Belo Horizonte</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-ASPFRE">https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-ASPFRE</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B34">
				<mixed-citation>DUARTE, P. H. N. B. Participação social e audiências públicas no STF. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Centro de Ciências Jurídicas, Universidade Católica de Petrópolis, Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://pos.ucp.br/mestrado-em-direito-dissertacoes-2017/">https://pos.ucp.br/mestrado-em-direito-dissertacoes-2017/</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>DUARTE</surname>
							<given-names>P. H. N. B.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Participação social e audiências públicas no STF</source><bold>.</bold><year>2016</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Centro de Ciências Jurídicas, Universidade Católica de Petrópolis</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://pos.ucp.br/mestrado-em-direito-dissertacoes-2017/">https://pos.ucp.br/mestrado-em-direito-dissertacoes-2017/</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B35">
				<mixed-citation>DUARTE, R. C. A utilização de audiências públicas no Judiciário: o caso da efetivação das políticas públicas de saúde. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, 2016. DOI: https://doi.org/10.11606/D.2.2016.tde-18082016-150721</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>DUARTE</surname>
							<given-names>R. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A utilização de audiências públicas no Judiciário: o caso da efetivação das políticas públicas de saúde</source>
					<year>2016</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo</publisher-name>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.11606/D.2.2016.tde-18082016-150721</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B36">
				<mixed-citation>ESPÍNDULA, V. M. A audiência pública como instrumento processual de efetivação do princípio do contraditório: uma análise das Audiências Públicas realizadas pelo Supremo Tribunal Federal. 2010. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito de Vitória, Vitória, 2010. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://repositorio.fdv.br:8080/handle/fdv/194">http://repositorio.fdv.br:8080/handle/fdv/194</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>ESPÍNDULA</surname>
							<given-names>V. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A audiência pública como instrumento processual de efetivação do princípio do contraditório: uma análise das Audiências Públicas realizadas pelo Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2010</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito de Vitória</publisher-name>
					<publisher-loc>Vitória</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://repositorio.fdv.br:8080/handle/fdv/194">http://repositorio.fdv.br:8080/handle/fdv/194</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B37">
				<mixed-citation>FALAVINHA, D. H. S. Quem tem voz no Supremo? uma análise das audiências públicas no processo decisório do STF. 2020. Tese (Doutorado em Sociologia) - Universidade Federal de São Carlos, São Paulo, 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/SCAR_aa7477005434a7b5fa5a1b3fd96c9d89">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/SCAR_aa7477005434a7b5fa5a1b3fd96c9d89</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FALAVINHA</surname>
							<given-names>D. H. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Quem tem voz no Supremo? uma análise das audiências públicas no processo decisório do STF</source>
					<year>2020</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Sociologia)</comment>
					<publisher-name>Universidade Federal de São Carlos</publisher-name>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/SCAR_aa7477005434a7b5fa5a1b3fd96c9d89">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/SCAR_aa7477005434a7b5fa5a1b3fd96c9d89</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B38">
				<mixed-citation>FEITOSA, J. N.; PIMENTEL, S. C. da S. Audiências públicas no STF: espaço deliberativo ou retórica? Revista Jurídica da FA7, São Paulo, v. 17, n. 2, p. 73-86, maio/ago. 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://periodicos.uni7.edu.br/index.php/revistajuridica/article/view/1147/808">https://periodicos.uni7.edu.br/index.php/revistajuridica/article/view/1147/808</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FEITOSA</surname>
							<given-names>J. N.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>PIMENTEL</surname>
							<given-names>S. C. da S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Audiências públicas no STF: espaço deliberativo ou retórica?</article-title>
					<source>Revista Jurídica da FA7</source>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<volume>17</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>73</fpage>
					<lpage>86</lpage>
					<season>mai-ago</season>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://periodicos.uni7.edu.br/index.php/revistajuridica/article/view/1147/808">https://periodicos.uni7.edu.br/index.php/revistajuridica/article/view/1147/808</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B39">
				<mixed-citation>FERREIRA, D. C. De quem a corte quer ser amiga? Análise estratégica do amicus curiae. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2018.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FERREIRA</surname>
							<given-names>D. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>De quem a corte quer ser amiga? Análise estratégica do amicus curiae</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<publisher-name>Lumen Juris</publisher-name>
					<year>2018</year>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B40">
				<mixed-citation>FERREIRA, L. C. P. Audiências públicas do Supremo Tribunal Federal: participação e legitimidade democrática sob o viés discursivo. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFF-2_dee4d2ab03496669937dc6e22dd913e7">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFF-2_dee4d2ab03496669937dc6e22dd913e7</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FERREIRA</surname>
							<given-names>L. C. P.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiências públicas do Supremo Tribunal Federal: participação e legitimidade democrática sob o viés discursivo</source>
					<year>2016</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade Federal Fluminense</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFF-2_dee4d2ab03496669937dc6e22dd913e7">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFF-2_dee4d2ab03496669937dc6e22dd913e7</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B41">
				<mixed-citation>FRAGALE FILHO, R. Audiências públicas e seu impacto no processo decisório: a ADPF 54 como estudo de caso. Revista Direito &amp; Práxis, Rio de Janeiro, v. 6, n. 12, p. 504-535, 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/19230">https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/19230</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 20 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FRAGALE</surname>
							<given-names>R.</given-names>
							<suffix>FILHO</suffix>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Audiências públicas e seu impacto no processo decisório: a ADPF 54 como estudo de caso</article-title>
					<source>Revista Direito &amp; Práxis</source><bold>,</bold><publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>6</volume>
					<issue>12</issue>
					<fpage>504</fpage>
					<lpage>535</lpage>
					<year>2015</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/19230">https://www.e-publicacoes.uerj.br/revistaceaju/article/view/19230</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2020-01-20">20 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B42">
				<mixed-citation>FOGAÇA, V. H. B. O diálogo social no Supremo Tribunal Federal e a efetivação do direito à saúde via poder judiciário: vozes da audiência pública. 2014. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas) - Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UEPG_83ec29eff3282e79571c78abf1362bf3">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UEPG_83ec29eff3282e79571c78abf1362bf3</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FOGAÇA</surname>
							<given-names>V. H. B.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O diálogo social no Supremo Tribunal Federal e a efetivação do direito à saúde via poder judiciário: vozes da audiência pública</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais Aplicadas)</comment>
					<publisher-name>Universidade Estadual de Ponta Grossa</publisher-name>
					<publisher-loc>Paraná</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UEPG_83ec29eff3282e79571c78abf1362bf3">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UEPG_83ec29eff3282e79571c78abf1362bf3</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B43">
				<mixed-citation>FONTANHIA, F. de C.; SANTOS, C. V. N. dos. Pesquisar o “Direito em ação”: observando contextos jurídico- institucionais. <italic>In</italic>: QUEIROZ, R. M. R.; FEFERBAUM, M. (org.). Metodologia da pesquisa em Direito - técnicas e abordagens para elaboração de monografias, dissertações e teses. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2019. p. 283-302.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>FONTANHIA</surname>
							<given-names>F. de C.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>SANTOS</surname>
							<given-names>C. V. N. dos</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<chapter-title>Pesquisar o “Direito em ação”: observando contextos jurídico- institucionais</chapter-title>
					<person-group person-group-type="compiler">
						<name>
							<surname>QUEIROZ</surname>
							<given-names>R. M. R.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>FEFERBAUM</surname>
							<given-names>M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Metodologia da pesquisa em Direito - técnicas e abordagens para elaboração de monografias, dissertações e teses</source>
					<edition>2</edition>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<publisher-name>Saraiva</publisher-name>
					<year>2019</year>
					<fpage>283</fpage>
					<lpage>302</lpage>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B44">
				<mixed-citation>PAULO, G. B. de. F. Democratização como elemento de legitimidade na jurisdição constitucional. Revista de Filosofia do Direito, do Estado e da Sociedade, Rio Grande do Norte, v. 11, nº 2, p. 777-796, ago./dez. 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://revistafides.ufrn.br/index.php/br/article/view/535/543.">http://revistafides.ufrn.br/index.php/br/article/view/535/543. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 17 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>PAULO</surname>
							<given-names>G. B. de. F.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Democratização como elemento de legitimidade na jurisdição constitucional</article-title>
					<source>Revista de Filosofia do Direito, do Estado e da Sociedade</source>
					<publisher-loc>Rio Grande do Norte</publisher-loc>
					<volume>11</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>777</fpage>
					<lpage>796</lpage>
					<season>ago-dez</season>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://revistafides.ufrn.br/index.php/br/article/view/535/543.">http://revistafides.ufrn.br/index.php/br/article/view/535/543. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-17">17 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B45">
				<mixed-citation>GARGARELLA, R. El nuevo constitucionalismo dialógico, frente al sistema de los frenos y contrapesos. Revista Argentina de Teoría Jurídica, [<italic>s. l.</italic>], v. 14, n. 2, p. 1-32, dez. 2013. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.utdt.edu/items/d3670af5-67e4-4925-8156-4e3faf8fb369">https://repositorio.utdt.edu/items/d3670af5-67e4-4925-8156-4e3faf8fb369</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 29 mar. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>GARGARELLA</surname>
							<given-names>R.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>El nuevo constitucionalismo dialógico, frente al sistema de los frenos y contrapesos</article-title>
					<source>Revista Argentina de Teoría Jurídica</source><bold>,</bold><volume>14</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>1</fpage>
					<lpage>32</lpage>
					<month>12</month>
					<year>2013</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.utdt.edu/items/d3670af5-67e4-4925-8156-4e3faf8fb369">https://repositorio.utdt.edu/items/d3670af5-67e4-4925-8156-4e3faf8fb369</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-03-29">29 mar. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B46">
				<mixed-citation>GODOY, M. G. Devolver a constituição ao povo: crítica à supremacia judicial e diálogos interinstitucionais. 2015. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal do Paraná, Paraná, 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/39908">https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/39908</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>GODOY</surname>
							<given-names>M. G.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Devolver a constituição ao povo: crítica à supremacia judicial e diálogos interinstitucionais</source>
					<year>2015</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal do Paraná</publisher-name>
					<publisher-loc>Paraná</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/39908">https://acervodigital.ufpr.br/handle/1884/39908</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B47">
				<mixed-citation>GONÇALVES, N. P. S. M. Amicus curiae e as audiências públicas: instrumentos para uma jurisdição constitucional democrática. Revista de Ciências Jurídicas e Sociais da UNIPAR, [<italic>s. l.</italic>], v. 11, n. 2, p. 385-401, jul./dez. 2008. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465.">https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 21 jan. 2008.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>GONÇALVES</surname>
							<given-names>N. P. S. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Amicus curiae e as audiências públicas: instrumentos para uma jurisdição constitucional democrática</article-title>
					<source>Revista de Ciências Jurídicas e Sociais da UNIPAR</source>
					<volume>11</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>385</fpage>
					<lpage>401</lpage>
					<season>jul-dez</season>
					<year>2008</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465.">https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2008-01-21">21 jan. 2008</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B48">
				<mixed-citation>GOUVÊA, C. B.; DANTAS, I. Controle de constitucionalidade e a experiência dialógica no STF: um desafio ao monopólio da interpretação nas audiências públicas. Social Science Research Network, [<italic>s. l.</italic>], p. 1-16, abr. 2019. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3348438">https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3348438</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>GOUVÊA</surname>
							<given-names>C. B.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>DANTAS</surname>
							<given-names>I.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Controle de constitucionalidade e a experiência dialógica no STF: um desafio ao monopólio da interpretação nas audiências públicas</article-title>
					<source>Social Science Research Network</source><bold>,</bold><fpage>1</fpage>
					<lpage>16</lpage>
					<month>04</month>
					<year>2019</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3348438">https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=3348438</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B49">
				<mixed-citation>GUIMARÃES, A. L. N. Participação social no controle de constitucionalidade: o desvelamento da restrição nas decisões do Supremo Tribunal Federal. 2009. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade de Brasília, Brasília, 2009. Disponível <comment>Disponível <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://educapes.capes.gov.br/handle/ capes/900882?mode=full">https://educapes.capes.gov.br/handle/ capes/900882?mode=full</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>GUIMARÃES</surname>
							<given-names>A. L. N.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Participação social no controle de constitucionalidade: o desvelamento da restrição nas decisões do Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2009</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade de Brasília</publisher-name>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<comment>Disponível <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://educapes.capes.gov.br/handle/ capes/900882?mode=full">https://educapes.capes.gov.br/handle/ capes/900882?mode=full</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B50">
				<mixed-citation>GUIMARÃES, L. G. Participação social no STF: repensando o papel das audiências públicas. Revista Direito &amp; Práxis , Rio de Janeiro, v. 11, n. 1, p. 236-271, 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaceaju/article/view/36633">https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaceaju/article/view/36633</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>GUIMARÃES</surname>
							<given-names>L. G.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Participação social no STF: repensando o papel das audiências públicas</article-title>
					<source>Revista Direito &amp; Práxis</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>11</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>236</fpage>
					<lpage>271</lpage>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaceaju/article/view/36633">https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/revistaceaju/article/view/36633</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B51">
				<mixed-citation>LACOMBE, M.; LEGALE, S.; JOHANN, R. F. As audiências públicas no Supremo Tribunal Federal nos modelos Gilmar Mendes e Luiz Fux: a legitimação técnica e o papel do cientista no laboratório de precedentes. <italic>In</italic>: VIEIRA, J. R.; VALLE, V. R. L. do; MARQUES, G. L. (org.). Democracia e suas instituições (V Fórum de grupo de pesquisa em direito constitucional e teoria do direito). Rio de Janeiro: FAPERJ, 2014. p. 181-214. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.academia.edu/8061913/As_audi%C3%AAncias_p%C3%BAblicas_no_Supremo_Tribunal_Federal_nos_modelos_Gilmar_Mendes_e_Luiz_Fux">https://www.academia.edu/8061913/As_audi%C3%AAncias_p%C3%BAblicas_no_Supremo_Tribunal_Federal_nos_modelos_Gilmar_Mendes_e_Luiz_Fux</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LACOMBE</surname>
							<given-names>M.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>LEGALE</surname>
							<given-names>S.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>JOHANN</surname>
							<given-names>R. F.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<chapter-title>As audiências públicas no Supremo Tribunal Federal nos modelos Gilmar Mendes e Luiz Fux: a legitimação técnica e o papel do cientista no laboratório de precedentes</chapter-title>
					<person-group person-group-type="compiler">
						<name>
							<surname>VIEIRA</surname>
							<given-names>J. R.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>VALLE</surname>
							<given-names>V. R. L. do</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>MARQUES</surname>
							<given-names>G. L.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Democracia e suas instituições (V Fórum de grupo de pesquisa em direito constitucional e teoria do direito)</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<publisher-name>FAPERJ</publisher-name>
					<year>2014</year>
					<fpage>181</fpage>
					<lpage>214</lpage>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.academia.edu/8061913/As_audi%C3%AAncias_p%C3%BAblicas_no_Supremo_Tribunal_Federal_nos_modelos_Gilmar_Mendes_e_Luiz_Fux">https://www.academia.edu/8061913/As_audi%C3%AAncias_p%C3%BAblicas_no_Supremo_Tribunal_Federal_nos_modelos_Gilmar_Mendes_e_Luiz_Fux</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B52">
				<mixed-citation>LARSEN, A. O.; DEVINS, N. The amicus machine. Virginia Law Review, [<italic>s. l.</italic>], v. 102, p. 1901-1968, nov. 2016. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2741853#:~:text=This%20Article%20 has%20two%20goals%3A,of%20specialization%20outweigh%20the%20costs">https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2741853#:~:text=This%20Article%20 has%20two%20goals%3A,of%20specialization%20outweigh%20the%20costs</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 30 maio 2025.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LARSEN</surname>
							<given-names>A. O.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>DEVINS</surname>
							<given-names>N.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>The amicus machine</article-title>
					<source>Virginia Law Review</source>
					<volume>102</volume>
					<fpage>1901</fpage>
					<lpage>1968</lpage>
					<month>11</month>
					<year>2016</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2741853#:~:text=This%20Article%20 has%20two%20goals%3A,of%20specialization%20outweigh%20the%20costs">https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=2741853#:~:text=This%20Article%20 has%20two%20goals%3A,of%20specialization%20outweigh%20the%20costs</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2025-05-30">30 maio 2025</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B53">
				<mixed-citation>LEAL, F.; HERDY, R.; MASSADAS, J. Uma década de audiências públicas no Supremo Tribunal Federal. Revista de Investigações Constitucionais, Curitiba, v. 5, n. 1, p. 331-372, jan./abr. 2018. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistas.ufpr.br/rinc/article/view/56328">https://revistas.ufpr.br/rinc/article/view/56328</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LEAL</surname>
							<given-names>F.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>HERDY</surname>
							<given-names>R.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>MASSADAS</surname>
							<given-names>J.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Uma década de audiências públicas no Supremo Tribunal Federal</article-title>
					<source>Revista de Investigações Constitucionais</source>
					<publisher-loc>Curitiba</publisher-loc>
					<volume>5</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>331</fpage>
					<lpage>372</lpage>
					<season>jan-abr</season>
					<year>2018</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistas.ufpr.br/rinc/article/view/56328">https://revistas.ufpr.br/rinc/article/view/56328</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B54">
				<mixed-citation>LEAL, M. C. H.; BOLESINA, I. A jurisdição constitucional como defensora da democracia e dos direitos fundamentais no Estado Constitucional e Democrático de Direito. Pensar - Revista de Ciências Jurídicas, Fortaleza, v. 17, n. 1, p. 273-296, jan./jun. 2012. DOI: https://doi.org/10.5020/23172150.2012.273-296</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LEAL</surname>
							<given-names>M. C. H.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>BOLESINA</surname>
							<given-names>I.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A jurisdição constitucional como defensora da democracia e dos direitos fundamentais no Estado Constitucional e Democrático de Direito</article-title>
					<source>Pensar - Revista de Ciências Jurídicas</source>
					<publisher-loc>Fortaleza</publisher-loc>
					<volume>17</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>273</fpage>
					<lpage>296</lpage>
					<season>jan-jun</season>
					<year>2012</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.5020/23172150.2012.273-296</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B55">
				<mixed-citation>LEAL, M. C. H. As audiências públicas no âmbito do Supremo Tribunal Federal brasileiro: uma nova forma de participação? Revista Novos Estudos Jurídicos, [<italic>s. l.</italic>], v. 19, n. 2, p. 327-347, mai./ago. 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://periodicos.univali.br/index.php/nej/article/view/6010">https://periodicos.univali.br/index.php/nej/article/view/6010</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LEAL</surname>
							<given-names>M. C. H.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>As audiências públicas no âmbito do Supremo Tribunal Federal brasileiro: uma nova forma de participação?</article-title>
					<source>Revista Novos Estudos Jurídicos</source>
					<volume>19</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>327</fpage>
					<lpage>347</lpage>
					<season>mai-ago</season>
					<year>2014</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://periodicos.univali.br/index.php/nej/article/view/6010">https://periodicos.univali.br/index.php/nej/article/view/6010</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B56">
				<mixed-citation>LEANDRO, P. C. C. Estado democrático e poder judiciário: as audiências públicas no Supremo Tribunal Federal e a legitimidade das decisões judiciais. 2015. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Federal de São Carlos, São Paulo, 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/7870">https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/7870</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LEANDRO</surname>
							<given-names>P. C. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Estado democrático e poder judiciário: as audiências públicas no Supremo Tribunal Federal e a legitimidade das decisões judiciais</source>
					<year>2015</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade Federal de São Carlos</publisher-name>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/7870">https://repositorio.ufscar.br/handle/20.500.14289/7870</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B57">
				<mixed-citation>LEITÃO, R. P. Os direitos fundamentais sociais e a jurisdição constitucional brasileira: uma análise da repercussão e da efetividade da Audiência Pública da saúde na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. 2012. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade de Santa Cruz, Rio Grande do Sul, 2012. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.unisc.br/jspui/handle/11624/2701">https://repositorio.unisc.br/jspui/handle/11624/2701</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LEITÃO</surname>
							<given-names>R. P.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Os direitos fundamentais sociais e a jurisdição constitucional brasileira: uma análise da repercussão e da efetividade da Audiência Pública da saúde na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2012</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade de Santa Cruz</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.unisc.br/jspui/handle/11624/2701">https://repositorio.unisc.br/jspui/handle/11624/2701</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B58">
				<mixed-citation>LEITE, C. L. N. S. Os diálogos no STF: as audiências públicas, o amicus curiae e a democratização da jurisdição constitucional brasileira. 2014. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/9400">https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/9400</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LEITE</surname>
							<given-names>C. L. N. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Os diálogos no STF: as audiências públicas, o amicus curiae e a democratização da jurisdição constitucional brasileira</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade do Estado do Rio de Janeiro</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/9400">https://www.bdtd.uerj.br:8443/handle/1/9400</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B59">
				<mixed-citation>LIMA, B. S. B. de. Participação democrática no controle de constitucionalidade brasileiro. 2013. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2013. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-08012014-085439/publico/Dissertacao_ Barbara_Scavone_Bellem_de_Lima.pdf">https://teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-08012014-085439/publico/Dissertacao_ Barbara_Scavone_Bellem_de_Lima.pdf</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LIMA</surname>
							<given-names>B. S. B. de</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Participação democrática no controle de constitucionalidade brasileiro</source>
					<year>2013</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade de São Paulo</publisher-name>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-08012014-085439/publico/Dissertacao_ Barbara_Scavone_Bellem_de_Lima.pdf">https://teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-08012014-085439/publico/Dissertacao_ Barbara_Scavone_Bellem_de_Lima.pdf</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B60">
				<mixed-citation>LIRA, D. N. A audiência pública como instrumento de legitimação da jurisdição constitucional: uma análise a partir da teoria do discurso de Jurgen Habermas. Revista Direito e Justiça - Reflexões Sociojurídicas, [<italic>s. l.</italic>], v. 11, n. 16, e696, 2011. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://srvapp2s.santoangelo.uri.br/seer/index.php/direito_e_justica/article/view/696">https://srvapp2s.santoangelo.uri.br/seer/index.php/direito_e_justica/article/view/696</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LIRA</surname>
							<given-names>D. N.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A audiência pública como instrumento de legitimação da jurisdição constitucional: uma análise a partir da teoria do discurso de Jurgen Habermas</article-title><bold>.</bold><source>Revista Direito e Justiça - Reflexões Sociojurídicas</source><bold>,</bold><volume>11</volume>
					<issue>16</issue>
					<elocation-id>e696</elocation-id>
					<year>2011</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://srvapp2s.santoangelo.uri.br/seer/index.php/direito_e_justica/article/view/696">https://srvapp2s.santoangelo.uri.br/seer/index.php/direito_e_justica/article/view/696</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B61">
				<mixed-citation>LISBÔA, A. Participação social no controle de constitucionalidade: a propositura de ações diretas, o amicus e as Audiências Públicas. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2013.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LISBÔA</surname>
							<given-names>A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Participação social no controle de constitucionalidade: a propositura de ações diretas, o amicus e as Audiências Públicas</source>
					<publisher-loc>Belo Horizonte</publisher-loc>
					<publisher-name>Editora Fórum</publisher-name>
					<year>2013</year>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B62">
				<mixed-citation>LUCIANI, M. L’incognita delle nuove norme integrative. Rivista AIC, [<italic>s. l.</italic>], n. 2, p. 402-425, 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://iris.uniroma1.it/handle/11573/1586102#:~:text=Le%20%E2%80%9CNorme%20Integrative%20 per%20i,Lungi%20dall%E2%80%99essere">https://iris.uniroma1.it/handle/11573/1586102#:~:text=Le%20%E2%80%9CNorme%20Integrative%20 per%20i,Lungi%20dall%E2%80%99essere</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 30 mai. 2025.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LUCIANI</surname>
							<given-names>M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>L’incognita delle nuove norme integrative</article-title>
					<source>Rivista AIC</source>
					<issue>2</issue>
					<fpage>402</fpage>
					<lpage>425</lpage>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://iris.uniroma1.it/handle/11573/1586102#:~:text=Le%20%E2%80%9CNorme%20Integrative%20 per%20i,Lungi%20dall%E2%80%99essere">https://iris.uniroma1.it/handle/11573/1586102#:~:text=Le%20%E2%80%9CNorme%20Integrative%20 per%20i,Lungi%20dall%E2%80%99essere</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2025-05-30">30 mai. 2025</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B63">
				<mixed-citation>LULIA, L. de T. T.; DOMINGUES, D. S. O papel do amicus curiae e das Audiências Públicas como instrumentos de aperfeiçoamento e legitimidade das decisões do Supremo Tribunal Federal. Quaestio Iuris, Rio de Janeiro, v. 11, n. 4, p. 2477-2494, 2018. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7755247">https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7755247</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>LULIA</surname>
							<given-names>L. de T. T.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>DOMINGUES</surname>
							<given-names>D. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>O papel do amicus curiae e das Audiências Públicas como instrumentos de aperfeiçoamento e legitimidade das decisões do Supremo Tribunal Federal</article-title>
					<source>Quaestio Iuris</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>11</volume>
					<issue>4</issue>
					<fpage>2477</fpage>
					<lpage>2494</lpage>
					<year>2018</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7755247">https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=7755247</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B64">
				<mixed-citation>MAIA, S. J. Direito, sociedade e representação: uma análise sistêmica acerca das Audiências Públicas sobre meio ambiente e a complexidade de participação social na Suprema Corte Brasileira. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Rio Grande do Sul, 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https:// www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7301?show=full">https:// www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7301?show=full</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MAIA</surname>
							<given-names>S. J.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Direito, sociedade e representação: uma análise sistêmica acerca das Audiências Públicas sobre meio ambiente e a complexidade de participação social na Suprema Corte Brasileira</source>
					<year>2017</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade do Vale do Rio dos Sinos</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https:// www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7301?show=full">https:// www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/7301?show=full</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B65">
				<mixed-citation>MAIA, S. J.; ROCHA, L. S. A possibilidade de acesso jurisdicional democrático no Supremo Tribunal Federal: a busca pela efetivação de direitos por meio das audiências públicas e amicus curiae. Revista de Sociologia, Antropologia e Cultura Jurídica, [<italic>s. l.</italic>], v. 6, n. 1, p. 38-55, jan./jun. 2020. DOI: https://doi.org/10.26668/IndexLawJournals/2526-0251/2020.v6i1.6448</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MAIA</surname>
							<given-names>S. J.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>ROCHA</surname>
							<given-names>L. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A possibilidade de acesso jurisdicional democrático no Supremo Tribunal Federal: a busca pela efetivação de direitos por meio das audiências públicas e amicus curiae</article-title>
					<source>Revista de Sociologia, Antropologia e Cultura Jurídica</source>
					<volume>6</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>38</fpage>
					<lpage>55</lpage>
					<season>jan-jun</season>
					<year>2020</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.26668/IndexLawJournals/2526-0251/2020.v6i1.6448</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B66">
				<mixed-citation>MARONA, M. C.; ROCHA, M. M. da. Democratizar a jurisdição constitucional? O caso das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal. Revista de Sociologia e Política, [<italic>s. l.</italic>], v. 25, n. 62, p. 131-156, jun. 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/1678-987317256206</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MARONA</surname>
							<given-names>M. C.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>ROCHA</surname>
							<given-names>M. M. da</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Democratizar a jurisdição constitucional? O caso das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal</article-title>
					<source>Revista de Sociologia e Política</source>
					<volume>25</volume>
					<issue>62</issue>
					<fpage>131</fpage>
					<lpage>156</lpage>
					<month>06</month>
					<year>2017</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.1590/1678-987317256206</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B67">
				<mixed-citation>MEDEIROS, F. J. M. O Supremo Tribunal Federal e a primeira audiência pública de sua história. Revista Jurídica da Presidência da República, Brasília, v. 9, n. 84, p. 41-48, abr./maio 2007. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistajuridica.presidencia.gov.br/index.php/saj/article/view/304/297">https://revistajuridica.presidencia.gov.br/index.php/saj/article/view/304/297</ext-link>
					</comment>. Acesso em 14 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MEDEIROS</surname>
							<given-names>F. J. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>O Supremo Tribunal Federal e a primeira audiência pública de sua história</article-title>
					<source>Revista Jurídica da Presidência da República</source>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<volume>9</volume>
					<issue>84</issue>
					<fpage>41</fpage>
					<lpage>48</lpage>
					<season>abr-mai</season>
					<year>2007</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistajuridica.presidencia.gov.br/index.php/saj/article/view/304/297">https://revistajuridica.presidencia.gov.br/index.php/saj/article/view/304/297</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-14">14 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B68">
				<mixed-citation>MEDINA, D. C. Amigo da corte ou amigo da parte? amicus curiae no Supremo Tribunal Federal. 2012. Dissertação (Mestrado em Direito) - Instituto Brasiliense de Direito Público, Brasília, 2012. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.idp.edu.br/handle/123456789/3919">https://repositorio.idp.edu.br/handle/123456789/3919</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 13 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MEDINA</surname>
							<given-names>D. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Amigo da corte ou amigo da parte? amicus curiae no Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2012</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Instituto Brasiliense de Direito Público</publisher-name>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.idp.edu.br/handle/123456789/3919">https://repositorio.idp.edu.br/handle/123456789/3919</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-13">13 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B69">
				<mixed-citation>MENDES, C. H. O discreto charme da magistocracia: vícios e disfarces do judiciário brasileiro. São Paulo: Todavia, 2023.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MENDES</surname>
							<given-names>C. H.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O discreto charme da magistocracia: vícios e disfarces do judiciário brasileiro</source>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<publisher-name>Todavia</publisher-name>
					<year>2023</year>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B70">
				<mixed-citation>MENDES, G. A. V. H.; MENDES, U. C. O controle de constitucionalidade como instrumento garantidor da democracia: possibilidade de ampliação do debate democrático através das Audiências Públicas. Revista da AJURIS, Rio Grande do Sul, v. 40, n. 131, p. 177-196, 2013. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistadaajuris.ajuris.org.br/index.php/REVAJURIS/article/view/280">https://revistadaajuris.ajuris.org.br/index.php/REVAJURIS/article/view/280</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MENDES</surname>
							<given-names>G. A. V. H.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>MENDES</surname>
							<given-names>U. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>O controle de constitucionalidade como instrumento garantidor da democracia: possibilidade de ampliação do debate democrático através das Audiências Públicas</article-title>
					<source>Revista da AJURIS</source>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<volume>40</volume>
					<issue>131</issue>
					<fpage>177</fpage>
					<lpage>196</lpage>
					<year>2013</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistadaajuris.ajuris.org.br/index.php/REVAJURIS/article/view/280">https://revistadaajuris.ajuris.org.br/index.php/REVAJURIS/article/view/280</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B71">
				<mixed-citation>MENDES, G. F.; VALE, A. R. do. O pensamento de Peter Haberle na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Observatório da Jurisdição Constitucional , [<italic>s. l.</italic>], n. 28, p. 1-33, jul./ago. 2009. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/205.">https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/205. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 26 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MENDES</surname>
							<given-names>G. F.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>VALE</surname>
							<given-names>A. R. do</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>O pensamento de Peter Haberle na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal</article-title>
					<source>Observatório da Jurisdição Constitucional</source>
					<issue>28</issue>
					<fpage>1</fpage>
					<lpage>33</lpage>
					<season>jul-ago</season>
					<year>2009</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/205.">https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/205. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-26">26 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B72">
				<mixed-citation>MORAES, A. J. L. Audiências públicas como instrumento de legitimação da jurisdição constitucional. 2011. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, Minas Gerais, 2011. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-8MQGYH">https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-8MQGYH</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 26 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MORAES</surname>
							<given-names>A. J. L.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiências públicas como instrumento de legitimação da jurisdição constitucional</source>
					<year>2011</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direit, Universidade Federal de Minas Gerais</publisher-name>
					<publisher-loc>Minas Gerais</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-8MQGYH">https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUOS-8MQGYH</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-26">26 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B73">
				<mixed-citation>MOREIRA, D. R. R. Audiência pública no Supremo Tribunal Federal. 2011. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2011. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://tede2.pucsp.br/handle/handle/5626.">https://tede2.pucsp.br/handle/handle/5626. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>MOREIRA</surname>
							<given-names>D. R. R.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiência pública no Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2011</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo</publisher-name>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://tede2.pucsp.br/handle/handle/5626.">https://tede2.pucsp.br/handle/handle/5626. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B74">
				<mixed-citation>NOGUEIRA, C. A. A institucionalização da ética no espaço procedimental-discursivo: um estudo das audiências públicas no STF. 2015. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal da Bahia, Bahia, 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufba.br/handle/ri/18229">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/18229</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>NOGUEIRA</surname>
							<given-names>C. A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A institucionalização da ética no espaço procedimental-discursivo: um estudo das audiências públicas no STF</source>
					<year>2015</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal da Bahia</publisher-name>
					<publisher-loc>Bahia</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufba.br/handle/ri/18229">https://repositorio.ufba.br/handle/ri/18229</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-01-16">16 jan. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B75">
				<mixed-citation>NUNES, R. M. de A. A legitimidade democrática da jurisdição constitucional e as audiências públicas. Revista Eletrônica de Direito Processual, Rio de Janeiro, v. 20, n. 3, p. 430-450, set./dez. 2019. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/redp/article/view/40679">https://www.e-publicacoes.uerj.br/redp/article/view/40679</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>NUNES</surname>
							<given-names>R. M. de A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A legitimidade democrática da jurisdição constitucional e as audiências públicas</article-title>
					<source>Revista Eletrônica de Direito Processual</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>20</volume>
					<issue>3</issue>
					<fpage>430</fpage>
					<lpage>450</lpage>
					<season>set-dez</season>
					<year>2019</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/redp/article/view/40679">https://www.e-publicacoes.uerj.br/redp/article/view/40679</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B76">
				<mixed-citation>OLIVEIRA, J. C. de. O controle cooperativo de constitucionalidade das normas através das audiências públicas e da atuação do amicus curiae na jurisdição constitucional. 2014. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Católica de Pernambuco, Recife, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/542">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/542</ext-link>
					</comment>. Acesso em:21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>OLIVEIRA</surname>
							<given-names>J. C. de</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O controle cooperativo de constitucionalidade das normas através das audiências públicas e da atuação do amicus curiae na jurisdição constitucional</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Católica de Pernambuco</publisher-name>
					<publisher-loc>Recife</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/542">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/542</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B77">
				<mixed-citation>OLIVEIRA, J. C. de. O constitucionalismo dialógico e as audiências públicas: uma análise sistêmica do monismo plural brasileiro. 2017. Tese (Doutorado em Direito) - Pontifícia Católica de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://tede.pucsp.br/handle/handle/20588">https://tede.pucsp.br/handle/handle/20588</ext-link>
					</comment>. Acesso em:3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>OLIVEIRA</surname>
							<given-names>J. C. de</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O constitucionalismo dialógico e as audiências públicas: uma análise sistêmica do monismo plural brasileiro</source>
					<year>2017</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Pontifícia Católica de São Paulo</publisher-name>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://tede.pucsp.br/handle/handle/20588">https://tede.pucsp.br/handle/handle/20588</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B78">
				<mixed-citation>OLIVEIRA, J. C. de; SILVA, D. M. da. A democracia deliberativa como fundamento de validade para o exercício da jurisdição constitucional no estado democrático de direito. Revista Científica da FASETE, [<italic>s. l.</italic>], v. 9, n. 9, p. 128-141, 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.publicacoes.unirios.edu.br/index.php/revistarios/article/view/539.">https://www.publicacoes.unirios.edu.br/index.php/revistarios/article/view/539.</ext-link>
					</comment> Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>OLIVEIRA</surname>
							<given-names>J. C. de</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>SILVA</surname>
							<given-names>D. M. da</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A democracia deliberativa como fundamento de validade para o exercício da jurisdição constitucional no estado democrático de direito</article-title>
					<source>Revista Científica da FASETE</source>
					<volume>9</volume>
					<issue>9</issue>
					<fpage>128</fpage>
					<lpage>141</lpage>
					<year>2015</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.publicacoes.unirios.edu.br/index.php/revistarios/article/view/539.">https://www.publicacoes.unirios.edu.br/index.php/revistarios/article/view/539.</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B79">
				<mixed-citation>PEREIRA, É. G. S. P. A argumentação “pró-vida” e “pró-escolha” nas audiências públicas no Supremo Tribunal Federal: a relação entre doxa e endoxa. 2018. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade Federal de Minas Gerais, Minas Gerais, 2018. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/LETR-BBSJ3A">https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/LETR-BBSJ3A</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>PEREIRA</surname>
							<given-names>É. G. S. P.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A argumentação “pró-vida” e “pró-escolha” nas audiências públicas no Supremo Tribunal Federal: a relação entre doxa e endoxa</source>
					<year>2018</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Letras)</comment>
					<publisher-name>Universidade Federal de Minas Gerais</publisher-name>
					<publisher-loc>Minas Gerais</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/LETR-BBSJ3A">https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/LETR-BBSJ3A</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B80">
				<mixed-citation>PEREIRA, P. P.; FORTES, L. H. K. Instrução probatória e funções da audiência pública na jurisdição do STF. Consultor Jurídico, 05 mar. 2022. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.conjur.com.br/2022-mar-05/observatorio-constitucional-instrucao-probatoria-funcoes-audiencia-publica-jurisdicao-stf">https://www.conjur.com.br/2022-mar-05/observatorio-constitucional-instrucao-probatoria-funcoes-audiencia-publica-jurisdicao-stf</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 6 mar. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>PEREIRA</surname>
							<given-names>P. P.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>FORTES</surname>
							<given-names>L. H. K.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Instrução probatória e funções da audiência pública na jurisdição do STF</article-title>
					<source>Consultor Jurídico</source>
					<day>05</day>
					<month>03</month>
					<year>2022</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.conjur.com.br/2022-mar-05/observatorio-constitucional-instrucao-probatoria-funcoes-audiencia-publica-jurisdicao-stf">https://www.conjur.com.br/2022-mar-05/observatorio-constitucional-instrucao-probatoria-funcoes-audiencia-publica-jurisdicao-stf</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-03-06">6 mar. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B81">
				<mixed-citation>PINHÃO, K. A. G. A inserção das audiências públicas: reforço ou enfraquecimento da legitimidade democrática do Supremo Tribunal Federal? Revista Estudos Institucionais, Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, p. 459-483, 2018. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.estudosinstitucionais.com/REI/article/view/216">https://www.estudosinstitucionais.com/REI/article/view/216</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 21 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>PINHÃO</surname>
							<given-names>K. A. G.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A inserção das audiências públicas: reforço ou enfraquecimento da legitimidade democrática do Supremo Tribunal Federal?</article-title>
					<source>Revista Estudos Institucionais</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>4</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>459</fpage>
					<lpage>483</lpage>
					<year>2018</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.estudosinstitucionais.com/REI/article/view/216">https://www.estudosinstitucionais.com/REI/article/view/216</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-21">21 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B82">
				<mixed-citation>PINTO, E. A. Audiências Públicas no STF: entre inovação e tradição. Revista CEJ, Brasília, v. 24, n. 80, p. 99-105, jul./dez. 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465.">https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465.</ext-link>
					</comment> Acesso em: 21 jan. 2020.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>PINTO</surname>
							<given-names>E. A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Audiências Públicas no STF: entre inovação e tradição</article-title>
					<source>Revista CEJ</source>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<volume>24</volume>
					<issue>80</issue>
					<fpage>99</fpage>
					<lpage>105</lpage>
					<season>jul-dez</season>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465.">https://revistacej.cjf.jus.br/cej/index.php/revcej/article/view/2593/2465.</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2020-01-21">21 jan. 2020</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B83">
				<mixed-citation>REIS, J. M. Efetivação de políticas públicas pela via judicial: a audiência pública jurisdicional como instrumento de legitimação democrática. 2014. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Rio Grande do Sul, 2014. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3370">https://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3370</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>REIS</surname>
							<given-names>J. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Efetivação de políticas públicas pela via judicial: a audiência pública jurisdicional como instrumento de legitimação democrática</source>
					<year>2014</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade do Vale do Rio dos Sinos</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3370">https://www.repositorio.jesuita.org.br/handle/UNISINOS/3370</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B84">
				<mixed-citation>RIBEIRO NETO, J. C. A abertura procedimental da jurisdição constitucional exercida pelos órgãos de cúpula: breves notas sobre Alemanha, Brasil e EUA. Revista de Direito Público , Londrina, v. 7, n. 2, p. 55-68, maio/ ago. 2012. DOI: https://doi.org/10.5433/1980-511X.2012v7n2p55</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>RIBEIRO</surname>
							<given-names>J. C.</given-names>
							<suffix>NETO</suffix>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>A abertura procedimental da jurisdição constitucional exercida pelos órgãos de cúpula: breves notas sobre Alemanha, Brasil e EUA</article-title>
					<source>Revista de Direito Público</source>
					<publisher-loc>Londrina</publisher-loc>
					<volume>7</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>55</fpage>
					<lpage>68</lpage>
					<season>mai-ago</season>
					<year>2012</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.5433/1980-511X.2012v7n2p55</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B85">
				<mixed-citation>ROBERT, W. A.; MENEZES, R. da S. Da efetividade das audiências públicas como instrumento de deliberação no âmbito do poder judiciário. Revista da Faculdade de Direito, Curitiba, v. 66, n. 1, p. 169-196, jan./abr. 2021. DOI: https://doi.org/10.5380/rfdufpr.v66i1.74385</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>ROBERT</surname>
							<given-names>W. A.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>MENEZES</surname>
							<given-names>R. da S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Da efetividade das audiências públicas como instrumento de deliberação no âmbito do poder judiciário</article-title>
					<source>Revista da Faculdade de Direito</source><bold>,</bold><publisher-loc>Curitiba</publisher-loc>
					<volume>66</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>169</fpage>
					<lpage>196</lpage>
					<season>jan-abr</season>
					<year>2021</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.5380/rfdufpr.v66i1.74385</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B86">
				<mixed-citation>ROCHA, J. L. A. da. Audiências públicas no Supremo Tribunal Federal: da tecnicidade à democracia? 2016. Tese (Doutorado em Direito) - Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https:// catalogobibliotecas.uff.br/acervo/283062">https:// catalogobibliotecas.uff.br/acervo/283062</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>ROCHA</surname>
							<given-names>J. L. A. da</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiências públicas no Supremo Tribunal Federal: da tecnicidade à democracia?</source>
					<year>2016</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade Federal Fluminense</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https:// catalogobibliotecas.uff.br/acervo/283062">https:// catalogobibliotecas.uff.br/acervo/283062</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B87">
				<mixed-citation>RUAS, A. A. Audiências públicas no STF: por uma jurisdição constitucional participativa. 2007. (Dissertação em Direito) - Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Minas Gerais, 2007. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/PUC_MINS_7212084f6a7189a2c68fc30c9bc83b0b.">http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/PUC_MINS_7212084f6a7189a2c68fc30c9bc83b0b. </ext-link>
					</comment>Acesso em 16 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>RUAS</surname>
							<given-names>A. A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiências públicas no STF: por uma jurisdição constitucional participativa. 2007</source>
					<comment content-type="degree">(Dissertação em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais</publisher-name>
					<publisher-loc>Minas Gerais</publisher-loc>
					<year>2007</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/PUC_MINS_7212084f6a7189a2c68fc30c9bc83b0b.">http://bdtd.ibict.br/vufind/Record/PUC_MINS_7212084f6a7189a2c68fc30c9bc83b0b. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-16">16 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B88">
				<mixed-citation>SANTOS, A. de O. Discursos proferidos na audiência pública da saúde do Supremo Tribunal Federal: uma análise à luz da teoria dos sistemas sociais. 2013. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília, Brasília, 2013. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CRUZ_856d8c77ead4a4d80b803ea95e535426">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CRUZ_856d8c77ead4a4d80b803ea95e535426</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 3 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SANTOS</surname>
							<given-names>A. de O.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Discursos proferidos na audiência pública da saúde do Supremo Tribunal Federal: uma análise à luz da teoria dos sistemas sociais</source>
					<year>2013</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Saúde Coletiva, Universidade de Brasília</publisher-name>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CRUZ_856d8c77ead4a4d80b803ea95e535426">https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/CRUZ_856d8c77ead4a4d80b803ea95e535426</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-03">3 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B89">
				<mixed-citation>SANTOS, A. S. de S. Que boca é esta? Limites e possibilidades das novas Audiências Públicas na legitimação democrática do STF. Observatório da Jurisdição Constitucional , Brasília, n. 3, p. 1-19, 2010. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/262/218.">https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/262/218. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 20 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SANTOS</surname>
							<given-names>A. S. de S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Que boca é esta? Limites e possibilidades das novas Audiências Públicas na legitimação democrática do STF</article-title>
					<source>Observatório da Jurisdição Constitucional</source>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<issue>3</issue>
					<fpage>1</fpage>
					<lpage>19</lpage>
					<year>2010</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/262/218.">https://www.portaldeperiodicos.idp.edu.br/observatorio/article/view/262/218. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-20">20 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B90">
				<mixed-citation>SANTOS, B. C. Peter Haberle e as audiências públicas no STF: um balanço de oito anos. Revista Direito e Liberdade, Rio Grande do Norte, v. 18, n. 3, p. 13-46, set./dez. 2016. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://ww2.esmarn.tjrn.jus.br/revistas/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/view/1098">https://ww2.esmarn.tjrn.jus.br/revistas/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/view/1098</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 24 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SANTOS</surname>
							<given-names>B. C.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Peter Haberle e as audiências públicas no STF: um balanço de oito anos</article-title>
					<source>Revista Direito e Liberdade</source>
					<publisher-loc>Rio Grande do Norte</publisher-loc>
					<volume>18</volume>
					<issue>3</issue>
					<fpage>13</fpage>
					<lpage>46</lpage>
					<season>set-dez</season>
					<year>2016</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://ww2.esmarn.tjrn.jus.br/revistas/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/view/1098">https://ww2.esmarn.tjrn.jus.br/revistas/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/view/1098</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-24">24 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B91">
				<mixed-citation>SHALDERS, A. Passando a boiada: 5 momentos nos quais Ricardo Salles afrouxou regras ambientais. BBC News Brasil, 1 out. 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54364652.">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54364652. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 28 nov. 2023.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SHALDERS</surname>
							<given-names>A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Passando a boiada: 5 momentos nos quais Ricardo Salles afrouxou regras ambientais</article-title>
					<source>BBC News Brasil</source>
					<day>01</day>
					<month>10</month>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54364652.">https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54364652. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2023-11-28">28 nov. 2023</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B92">
				<mixed-citation>SILVA, A. R. P. e. As audiências públicas como instrumento de democratização do Supremo Tribunal Federal. 2010. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2010. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.pucsp.br/handle/handle/9100">https://repositorio.pucsp.br/handle/handle/9100</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 17 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SILVA</surname>
							<given-names>A. R. P. e</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>As audiências públicas como instrumento de democratização do Supremo Tribunal Federal</source>
					<year>2010</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo</publisher-name>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.pucsp.br/handle/handle/9100">https://repositorio.pucsp.br/handle/handle/9100</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-17">17 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B93">
				<mixed-citation>SILVA, D. M. da. As expectativas cognitivas na sociedade hipercomplexa: uma leitura das Audiências Públicas à luz da teoria dos sistemas de Niklas Luhmann. 2019. Dissertação (Mestrado em Direito) - Faculdade de Direito da Universidade Católica de Pernambuco, Pernambuco, 2019. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SILVA</surname>
							<given-names>D. M. da</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>As expectativas cognitivas na sociedade hipercomplexa: uma leitura das Audiências Públicas à luz da teoria dos sistemas de Niklas Luhmann</source>
					<year>2019</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Católica de Pernambuco</publisher-name>
					<publisher-loc>Pernambuco</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B94">
				<mixed-citation>SILVA, J. M. A comunidade aberta dos intérpretes da constituição e o caráter simbólico das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal brasileiro. 2016. Dissertação (Mestrado em Direito) - Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, Brasília, 2016. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SILVA</surname>
							<given-names>J. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>A comunidade aberta dos intérpretes da constituição e o caráter simbólico das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal brasileiro</source>
					<year>2016</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa</publisher-name>
					<publisher-loc>Brasília</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209">http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1209</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B95">
				<mixed-citation>SIQUEIRA, D. P.; RAMIRO, M. G. N.; CASTRO, L. R. B. Lobby em audiência pública no Supremo Tribunal Federal: instrumentos democráticos para efetivação dos direitos da personalidade feminina. Revista Direitos Culturais, Rio Grande do Sul, v. 15, n. 37, p. 339-364, set./dez. 2020. DOI: https://doi.org/10.20912/rdc.v15i37.172</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SIQUEIRA</surname>
							<given-names>D. P.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>RAMIRO</surname>
							<given-names>M. G. N.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>CASTRO</surname>
							<given-names>L. R. B.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Lobby em audiência pública no Supremo Tribunal Federal: instrumentos democráticos para efetivação dos direitos da personalidade feminina</article-title>
					<source>Revista Direitos Culturais</source>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<volume>15</volume>
					<issue>37</issue>
					<fpage>339</fpage>
					<lpage>364</lpage>
					<season>set-dez</season>
					<year>2020</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">https://doi.org/10.20912/rdc.v15i37.172</pub-id>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B96">
				<mixed-citation>SOMBRA, T. L. S. Supremo Tribunal Federal representativo? o impacto das audiências públicas na deliberação. Revista de Direito da FGV, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 236-273, jan./abr. 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/revdireitogv/article/view/68917/66521">https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/revdireitogv/article/view/68917/66521</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SOMBRA</surname>
							<given-names>T. L. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Supremo Tribunal Federal representativo? o impacto das audiências públicas na deliberação</article-title>
					<source>Revista de Direito da FGV</source>
					<publisher-loc>São Paulo</publisher-loc>
					<volume>13</volume>
					<issue>1</issue>
					<fpage>236</fpage>
					<lpage>273</lpage>
					<season>jan-abr</season>
					<year>2017</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/revdireitogv/article/view/68917/66521">https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/revdireitogv/article/view/68917/66521</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B97">
				<mixed-citation>SUPTITZ, C. E. O instrumento jurisdicional da audiência pública e os movimentos de sincronia e anacronia com relação à comunidade contemporânea. 2008. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Rio Grande do Sul, 2008. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/2445/CarolinaSuptitzDireito.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">http://www.repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/2445/CarolinaSuptitzDireito.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y</ext-link>
					</comment>. Acesso em 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>SUPTITZ</surname>
							<given-names>C. E.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>O instrumento jurisdicional da audiência pública e os movimentos de sincronia e anacronia com relação à comunidade contemporânea</source>
					<year>2008</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade do Vale do Rio dos Sinos</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio Grande do Sul</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/2445/CarolinaSuptitzDireito.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y">http://www.repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/2445/CarolinaSuptitzDireito.pdf?sequence=1&amp;isAllowed=y</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B98">
				<mixed-citation>THIAGO, T. S. S. As audiências públicas em sede de controle concentrado de constitucionalidade: um estudo comparado entre as realidades brasileira e francesa à luz da teoria da democracia deliberativa. 2019. Tese (Doutorado em Direito) - Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará, Ceará, 2019. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45804.">http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45804. </ext-link>
					</comment>Acesso em: 4 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>THIAGO</surname>
							<given-names>T. S. S.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>As audiências públicas em sede de controle concentrado de constitucionalidade: um estudo comparado entre as realidades brasileira e francesa à luz da teoria da democracia deliberativa</source>
					<year>2019</year>
					<comment content-type="degree">Tese (Doutorado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará</publisher-name>
					<publisher-loc>Ceará</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45804.">http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45804. </ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-04">4 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B99">
				<mixed-citation>TIMM, L. B.; CAON, G. M. Análise econômica do direito e o Supremo Tribunal Federal. Pesquisa identificou 39 acórdãos em que se utilizou o raciocínio econômico pelo STF como fundamento nas decisões. Jota, 25 set. 2020. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-da-abde/analise-economica-do-direito-e-o-Supremo-Tribunal-Federal-25092020">https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-da-abde/analise-economica-do-direito-e-o-Supremo-Tribunal-Federal-25092020</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 10 abr. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>TIMM</surname>
							<given-names>L. B.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>CAON</surname>
							<given-names>G. M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Análise econômica do direito e o Supremo Tribunal Federal. Pesquisa identificou 39 acórdãos em que se utilizou o raciocínio econômico pelo STF como fundamento nas decisões</article-title>
					<source>Jota</source>
					<day>25</day>
					<month>09</month>
					<year>2020</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-da-abde/analise-economica-do-direito-e-o-Supremo-Tribunal-Federal-25092020">https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-da-abde/analise-economica-do-direito-e-o-Supremo-Tribunal-Federal-25092020</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-04-10">10 abr. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B100">
				<mixed-citation>TUSHNET, M. Novos mecanismos institucionais para a criação do direito constitucional. Tradução Thiago Filippo Silva Jorge. Quaestio Iuris , Rio de Janeiro, v. 8, n. 2, p. 1188-1206, abr. 2015. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/quaestioiuris/article/view/16915">https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/quaestioiuris/article/view/16915</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 26 nov. 2021.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="journal">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>TUSHNET</surname>
							<given-names>M.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<article-title>Novos mecanismos institucionais para a criação do direito constitucional. Tradução Thiago Filippo Silva Jorge</article-title>
					<source>Quaestio Iuris</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<volume>8</volume>
					<issue>2</issue>
					<fpage>1188</fpage>
					<lpage>1206</lpage>
					<month>04</month>
					<year>2015</year>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/quaestioiuris/article/view/16915">https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/quaestioiuris/article/view/16915</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2021-11-26">26 nov. 2021</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B101">
				<mixed-citation>VESTENA, C. A. Participação ou formalismo? O impacto das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal brasileiro. 2010. Dissertação (Mestrado em Direito) - Escola de Direito do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.fgv.br/items/e03d6754-6211-4600-add9-63b62aebdb40">https://repositorio.fgv.br/items/e03d6754-6211-4600-add9-63b62aebdb40</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 19 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>VESTENA</surname>
							<given-names>C. A.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Participação ou formalismo? O impacto das audiências públicas no Supremo Tribunal Federal brasileiro</source>
					<year>2010</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Escola de Direito do Rio de Janeiro</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://repositorio.fgv.br/items/e03d6754-6211-4600-add9-63b62aebdb40">https://repositorio.fgv.br/items/e03d6754-6211-4600-add9-63b62aebdb40</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-19">19 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B102">
				<mixed-citation>VICTOR, T. M. H. Audiências públicas no âmbito jurisdicional: diálogo entre a sociedade e o STF. 2017. Dissertação (Mestrado em Direito) - Universidade Católica de Petrópolis, Rio de Janeiro, 2017. Disponível em: <comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5591541">https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5591541</ext-link>
					</comment>. Acesso em: 17 jan. 2022.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="thesis">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>VICTOR</surname>
							<given-names>T. M. H.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Audiências públicas no âmbito jurisdicional: diálogo entre a sociedade e o STF</source>
					<year>2017</year>
					<comment content-type="degree">Dissertação (Mestrado em Direito)</comment>
					<publisher-name>Universidade Católica de Petrópolis</publisher-name>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<comment>Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5591541">https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&amp;id_trabalho=5591541</ext-link>
					</comment>
					<date-in-citation content-type="access-date" iso-8601-date="2022-01-17">17 jan. 2022</date-in-citation>
				</element-citation>
			</ref>
			<ref id="B103">
				<mixed-citation>VIEIRA, J. R.; CORRÊA, L. F. A audiência pública jurisdicional no Supremo Tribunal Federal. <italic>In</italic>: VIEIRA, J. R.; CARVALHO, F. M. de. (org.). Desafios da Constituição: democracia e estado no século XX. Rio de Janeiro: FAPERJ , 2011. p. 29-53.</mixed-citation>
				<element-citation publication-type="book">
					<person-group person-group-type="author">
						<name>
							<surname>VIEIRA</surname>
							<given-names>J. R.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>CORRÊA</surname>
							<given-names>L. F.</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<chapter-title>A audiência pública jurisdicional no Supremo Tribunal Federal</chapter-title>
					<person-group person-group-type="compiler">
						<name>
							<surname>VIEIRA</surname>
							<given-names>J. R.</given-names>
						</name>
						<name>
							<surname>CARVALHO</surname>
							<given-names>F. M. de</given-names>
						</name>
					</person-group>
					<source>Desafios da Constituição: democracia e estado no século XX</source>
					<publisher-loc>Rio de Janeiro</publisher-loc>
					<publisher-name>FAPERJ</publisher-name>
					<year>2011</year>
					<fpage>29</fpage>
					<lpage>53</lpage>
				</element-citation>
			</ref>
		</ref-list>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn1">
				<label>1</label>
				<p> Não foram inseridas monografias de conclusão de graduação e nem de pós-graduação <italic>lato sensu</italic> no inventário<italic>,</italic> pelo fato de serem estudos acadêmicos com o propósito, em regra, de uma mera revisão bibliográfica.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn2">
				<label>2</label>
				<p>Em ordem cronológica crescente: <xref ref-type="bibr" rid="B73">Moreira (2011)</xref>; Queiroz (2012); <xref ref-type="bibr" rid="B88">Santos (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">Bonfim (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B74">Nogueira (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B86">Rocha (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B34">Duarte (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B77">Oliveira (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B79">Pereira (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020)</xref>.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn3">
				<label>3</label>
				<p>Em ordem cronológica crescente: <xref ref-type="bibr" rid="B87">Ruas (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B47">Gonçalves (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B97">Suptitz (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B49">Guimarães (2009)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B36">Espíndula (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B92">Silva (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B1">Almeida (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B72">Moraes (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B57">Leitão (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B59">Lima (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B32">Dantas (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Fogaça (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B76">Oliveira (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B83">Reis (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016)</xref>; Duarte (2016); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B40">Ferreira (2016)</xref>; Maia (2017); <xref ref-type="bibr" rid="B102">Victor (2017)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B93">Silva (2019)</xref>.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn4">
				<label>4</label>
				<p>Em ordem cronológica crescente: <xref ref-type="bibr" rid="B67">Medeiros (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B47">Gonçalves (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B71">Mendes e Vale (2009)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B60">Lira (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B103">Vieira e Corrêa (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B84">Ribeiro Neto (2012)</xref>; Ajouz e Silva (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B5">Barbosa e Pamplona (2009)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B31">Costa (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B61">Lisbôa (2013)</xref>; Medina e Freire (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B70">Mendes e Mendes (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B28">Cardoso (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B51">Lacombe, Legale e Johann (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B55">Leal (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B25">Bravo (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B41">Fragale Filho (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B55">Leal (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B78">Oliveira e Silva (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B100">Tushnet (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B90">Santos (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B2">Amorim e Oliveira (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B96">Sombra (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B63">Lulia e Domingues (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B81">Pinhão (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B26">Burlamaqui (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B27">Camargo, Burlamaqui e Andrade (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B75">Nunes (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">Correa, Borges e Pinhão (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020)</xref>; Paulo (2020); <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B65">Maia e Rocha (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B82">Pinto (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B85">Robert e Menezes (2021)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B80">Pereira e Fortes (2022)</xref>.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn5">
				<label>5</label>
				<p>A divisão proposta em dois grandes grupos de pesquisas teve a finalidade de facilitar a compreensão do debate acadêmico sobre o tema das audiências públicas no STF. Isso não impede, contudo, que outras classificações sejam feitas, até porque, desse universo de trabalhos que foi recolhido, alguns trabalhos se comunicam com essas duas grandes correntes. Mesmo assim, ao organizar essa bibliografia, buscando a proposta essencial de cada autor da pesquisa, pareceu-nos que há estudiosos que acreditam que as audiências públicas estariam aperfeiçoando o modelo deliberativo do Supremo Tribunal Federal, enquanto outros pesquisadores estariam mais atentos aos vícios percebidos na prática institucional da Corte quando convoca e realiza esses eventos.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn6">
				<label>6</label>
				<p>Convém explicitar que Gilmar Mendes é, ao mesmo tempo, agente produtor do processo, em razão de sua condição de ministro, e agente externo que compreende o processo, considerando que também é professor e pesquisador.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn7">
				<label>7</label>
				<p>No mesmo sentido, também são as seguintes pesquisas acadêmicas listadas em ordem cronológica crescente: <xref ref-type="bibr" rid="B67">Medeiros (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B36">Espíndula (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B1">Almeida (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B60">Lira (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B73">Moreira (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B57">Leitão (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B5">Barbosa e Pamplona (2009)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B70">Mendes e Mendes (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B88">Santos (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">Bonfim (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B28">Cardoso (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Fogaça (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B51">Lacombe, Legale e Johann (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B55">Leal (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B76">Oliveira (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B78">Oliveira e Silva (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B74">Nogueira (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B100">Tushnet (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B64">Maia (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B77">Oliveira (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B102">Victor (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B79">Pereira (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B27">Camargo, Burlamaqui e Andrade (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B65">Maia e Rocha (2020)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B80">Pereira e Fortes (2022)</xref>.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn8">
				<label>8</label>
				<p>Há um pequeno grupo, composto por 3 (três) pesquisas acadêmicas, que trazem um enfoque distinto dos demais. São os estudos produzidos por <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020)</xref>, e <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020)</xref>, que enxergam o exercício do <italic>lobby</italic> nas audiências públicas. <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012</xref>, p. 135-137), por exemplo, entende que o <italic>lobby</italic> nas audiências públicas realizadas pelo STF contribui para a ampliação do debate público em torno da matéria constitucional, aperfeiçoando o controle social da Corte e tornando públicas as forças sociais com interesses na matéria debatida, publicizando os argumentos dos grupos de pressão, permitindo ao STF uma avaliação crítica dessa atuação. <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>, para nós, encontra- se inserido no grupo de pesquisas que defende as audiências públicas como mecanismo eficiente de abertura procedimental da Corte Suprema. Por outro lado, <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020</xref>, p. 264-265) entende que as audiências públicas têm servido de espaço para a atuação estratégica dos atores envolvidos, sendo que o exercício do <italic>lobby</italic> em si não é negativo para a jurisdição constitucional, mas que precisa ser mais bem esclarecido para os participantes e para sociedade em geral. Segundo a autora, o modo de acesso, admissão e estrutura da organização das audiências precisa ser melhorado, sob pena de os resultados negativos do <italic>lobby</italic>, exercido no Poder Legislativo, também se fazerem presentes nessas audiências públicas convocadas pelo STF. Em sentido semelhante foi a conclusão de <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020)</xref>. Essas duas últimas pesquisas, a nosso ver, inserem-se no grupo de estudos que sustentam disfuncionalidades das audiências públicas a partir de diagnóstico empírico.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn9">
				<label>9</label>
				<p>No mesmo sentido, também são as seguintes pesquisas acadêmicas: <xref ref-type="bibr" rid="B103">Vieira e Corrêa (2011)</xref>; Ajouz e Silva (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B59">Lima (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B61">Lisbôa (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B83">Reis (2014)</xref>; Leandro (2015); <xref ref-type="bibr" rid="B25">Bravo (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B86">Rocha (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B34">Duarte (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B39">Ferreira (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B81">Pinhão (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B75">Nunes (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B93">Silva (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">Correa, Borges e Pinhão (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B82">Pinto (2020)</xref>; Paulo (2020); <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020)</xref>.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn10">
				<label>10</label>
				<p>Inserida nessa descrição que revela uma atuação discricionária do relator que convoca a audiência pública, está também a constatação de constante seletividade (talvez elitista) no critério de admissão dos participantes. Nesse sentido são os estudos de <xref ref-type="bibr" rid="B97">Supititz (2008)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B59">Lima (2013)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015)</xref>. Quando se examinou o fenômeno do constitucionalismo dialógico, precisamente o caso das audiências públicas convocadas por Supremas Cortes na América Latina, <xref ref-type="bibr" rid="B45">Gargarella (2013)</xref> denunciou esse elitismo, sustentando que, não obstante as soluções dialógicas estarem imbuídas de um ideal de democracia deliberativa que amortece grande parte da crítica sobre a defesa da supremacia judicial, na prática, longe de uma ingenuidade, essas audiências promovem diálogo entre elites, redundando, ao fim, em instâncias típicas de decisionismo judicial.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn11">
				<label>11</label>
				<p>Esse problema, detectado na metodologia discricionária, foi reproduzido em 16 pesquisas acadêmicas em um lapso temporal de 11 anos.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn12">
				<label>12</label>
				<p>Esse enfoque na baixa presença de ministros também foi reproduzido em 11 pesquisas acadêmicas em um lapso temporal de 11 anos.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn13">
				<label>13</label>
				<p>
					<xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010)</xref> percebeu esse excesso de formalismo e constatou que o ambiente, nada espontâneo, afasta o evento justamente da ideia que o Ministro Gilmar oficialmente sustentou no seu voto proferido na ADI 3510/DF de que o STF seria, de fato, “uma casa do povo, tal qual o parlamento”.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn14">
				<label>14</label>
				<p>Ao longo de 13 anos, o problema da ausência de debate efetivo foi repetido em nada menos que 17 pesquisas acadêmicas.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn15">
				<label>15</label>
				<p>O problema da pouca consideração sobre o conteúdo produzido nas audiências públicas foi reproduzido em 18 pesquisas ao longo de 12 anos.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn16">
				<label>16</label>
				<p>Nesse sentido, são as pesquisas publicadas por <xref ref-type="bibr" rid="B63">Lulia e Domingues (2018)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B26">Burlamaqui (2019)</xref>, e <xref ref-type="bibr" rid="B65">Maia e Rocha (2020)</xref>.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn17">
				<label>17</label>
				<p>Uma pesquisa realizada sobre o comportamento de <italic>amicus curiae</italic>, na Suprema Corte americana, compreendeu que atualmente os advogados especializados na jurisdição constitucional coordenam ativamente quais casos devem chegar ao tribunal e quais vozes de terceiros devem ser ouvidas, encomendando memoriais de profissionais aliados. Esse fenômeno é tratado pelos autores da pesquisa como “máquina de <italic>amicus</italic>”. Confira-se <xref ref-type="bibr" rid="B52">Larsen e Devins (2016)</xref> no artigo intitulado <italic>The amicus machine</italic>. Na Itália, observando o comportamento da Corte Constitucional italiana, que aderiu aos mecanismos de escuta social recentemente, a partir de uma reforma processual ocorrida em 2020, o autor Massimo <xref ref-type="bibr" rid="B62">Luciani (2020)</xref> avalia que essa mudança ainda deixa muitas dúvidas em razão das disfunções por ele apontadas, entre as quais a falta de critérios claros sobre quem pode ser <italic>amicus</italic> e como garantir que a participação externa enriqueça o debate jurídico.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn18">
				<label>18</label>
				<p>Digno de registro é o fato de que ambos foram apresentados como ministros, e não como advogados. Apesar de estarem naquele espaço defendendo legitimamente interesses e posições substantivas, esse fato revela a alta assimetria de poder simbólico do campo e levanta questionamentos sobre a paridade processual da representação.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn19">
				<label>19</label>
				<p>Destaque-se que Lívia Gil Guimarães participou como expositora na audiência pública nº 23 convocada para debater o direito de a mulher realizar o aborto nos três primeiros meses de gestação. Ela participou da audiência como representante do Núcleo de Prática Jurídica em Direitos Humanos da USP (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Brasil, 2018a</xref>).</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn20">
				<label>20</label>
				<p>Uma boa referência literária para se pensar esse problema pode ser encontrada no livro de <xref ref-type="bibr" rid="B69">Conrado Hubner Mendes (2023)</xref> intitulado <italic>O discreto charme da magistocracia: vícios e disfarces do Judiciário brasileiro</italic>.</p>
			</fn>
		</fn-group>
		<fn-group>
			<fn fn-type="data-availability" id="fn43" specific-use="data-available">
				<label>Declaração de disponibilidade de dados</label>
				<p> A Pensar - Revista de Ciências Jurídicas adota práticas de Ciência Aberta e disponibiliza, junto à presente publicação, a Declaração de Disponibilidade de Dados (Formulário Pensar Data) preenchida e assinada pelos autores, a qual contém informações sobre a natureza do artigo e a eventual existência de dados complementares. O documento pode ser consultado como arquivo suplementar neste site.</p>
			</fn>
		</fn-group>
	</back>
	<sub-article article-type="translation" id="s1" xml:lang="en">
		<front-stub>
			<article-categories>
				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>Thematic Axis 2 - Constitution, Institutions and Democracy in Brazil</subject>
				</subj-group>
			</article-categories>
			<title-group>
				<article-title>Public Hearings and the dispute for symbolic and economic capital at the Brazilian Supreme Federal Court</article-title>
			</title-group>
			<contrib-group>
				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0003-2186-8514</contrib-id>
					<contrib-id contrib-id-type="lattes">5100632338260364</contrib-id>
					<name>
						<surname>Maués</surname>
						<given-names>Antônio Gomes Moreira</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="fn" rid="fn50">*</xref>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/conceptualization/">Conceptualization</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/investigation/">Investigation</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-original-draft/">Writing - Original Draft</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/methodology/">Methodology</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-review-editing/">Writing - Review &amp; Editing</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/supervision/">Supervision</role>
				</contrib>
				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0002-4018-7856</contrib-id>
					<contrib-id contrib-id-type="lattes">0679636700210902</contrib-id>
					<name>
						<surname>Freitas</surname>
						<given-names>Juliana Rodrigues</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="fn" rid="fn51">**</xref>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/conceptualization/">Conceptualization</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/investigation/">Investigation</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-original-draft/">Writing - Original Draft</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/methodology/">Methodology</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/writing-review-editing/">Writing - Review &amp; Editing</role>
					<role content-type="http://credit.niso.org/contributor-roles/supervision/">Supervision</role>
				</contrib>
			</contrib-group>
			<aff id="aff3">
				<institution content-type="original">Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil</institution>
				<institution content-type="orgname">Universidade Federal do Pará</institution>
				<addr-line>
					<city>Belém</city>
					<state>Pará</state>
				</addr-line>
				<country country="BR">Brazil</country>
			</aff>
			<aff id="aff4">
				<institution content-type="original">Centro Universitário do Estado do Pará, Belém, Pará, Brasil</institution>
				<institution content-type="orgname">Centro Universitário do Estado do Pará</institution>
				<addr-line>
					<city>Belém</city>
					<state>Pará</state>
				</addr-line>
				<country country="BR">Brazil</country>
			</aff>
			<author-notes>
				<fn fn-type="edited-by" id="fn47">
					<label>Editores-chefes</label>
					<p> Katherinne de Macêdo Maciel Mihaliuc <italic>Universidade de Fortaleza, Fortaleza, Ceará, Brasil</italic> katherinne@unifor.br Sidney Soares Filho <italic>Universidade de Fortaleza, Fortaleza, Ceará, Brasil</italic> sidney@unifor.br</p>
				</fn>
				<fn fn-type="edited-by" id="fn48">
					<label>Editor Responsável</label>
					<p> Sidney Soares Filho <italic>Universidade de Fortaleza, Fortaleza, Ceará, Brasil</italic> sidney@unifor.br</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn50">
					<label>*</label>
					<p> Doutor em Direito pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), com estágio de pesquisa no Dipartimento di Giurisprudenza e no Dipartimento di Scienze Politiche della Università Degli Studi Roma TRE, na Itália. Mestre em Direito Constitucional pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), com obtenção de menção honrosa na dissertação. Pós-graduado em filosofia e teoria do Direito pela Puc-Minas. Bacharel em Direito, com Láurea Acadêmica, pela faculdade Novo Milênio. Docente da Escola Judicial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Docente orientador de estágio de vitaliciamento de juízes de direito (Décimo quarto curso de formação inicial: 2024-2026). Foi professor colaborador do Mestrado em Administração Pública da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri entre 2022 e 2025.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn51">
					<label>**</label>
					<p>Graduação em Direito pela Universidade Católica de Santos (1993), mestrado em Direito pela Universidade de São Paulo (2002), doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo (2006), Pós-Doutorado pela Universidade de Wisconsin - Madison - EUA (2006) e pela Università La Sapienza - Roma (2022). Professor convidado na Università La Sapienza - Roma, na University of Wisconsin - Madison (EUA), na Unversidad Nacional del Litoral (Argentina) e na Universidad de Granada (Espanha). Atualmente é Professor dos Programas de Doutorado e Mestrado do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa - IDP. (2013 - ) Coordenador do Curso de Direito do Centro Universitário de Brasília - UniCeub (2009 - 2017) Avaliador de cursos jurídicos do Ministério da Educação, onde foi membro da Comissão de Especialistas em Ensino Jurídico.</p>
				</fn>
			</author-notes>
			<abstract>
				<title>Abstract:</title>
				<p>This empirical research investigates the paradox of the persistent interest of civil society in the public hearings of the Brazilian Supreme Federal Court, despite consolidated evidence regarding their democratizing dysfunctions. The research problem focuses on understanding why professionals and institutions continue to seek participation in these events, considering that multiple academic studies have documented their ineffectiveness as a mechanism for democratizing constitutional jurisdiction. The justification lies in the need to comprehend the real motivations of participants, going beyond analyses that merely identify dysfunctions without explaining the persistence of social interest. The theoretical framework adopted is the critical and sociological thinking of Pierre Bourdieu on symbolic power and the functioning of the legal field. Methodologically, we employed content analysis of 79 academic studies on the subject, examination of procedural acts convening the hearings, and analysis of recurrent participation patterns among specific professionals. The development is structured into four stages: mapping the academic consensus on dysfunctions; critical reassessment of participants' motivations; empirical analysis of strategic conduct; and examination of the hearings as spaces of dispute for symbolic and economic capital. Our central hypothesis holds that the persistent interest stems from participants' recognition that these hearings represent valuable opportunities for the accumulation of symbolic and economic capital. The results demonstrate that the hearings function as professional showcases that provide prestige, national media visibility, and economic appreciation of professional activities. We conclude that civil society has strategically understood the real functions of these events, using them as instruments for professional projection within the legal field.</p>
			</abstract>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords:</title>
				<kwd>Public hearings</kwd>
				<kwd>Brazilian Supreme Court</kwd>
				<kwd>civil society</kwd>
				<kwd>strategic participation</kwd>
			</kwd-group>
		</front-stub>
		<body>
			<sec sec-type="intro">
				<title>1 Introduction</title>
				<p>Established academic research has systematically revealed the dysfunctions of public hearings held by the Brazilian Supreme Federal Court (STF). These studies identify recurring issues: low attendance by justices at the events; absence of effective interaction between participants and judges; limited consideration of the material produced in subsequent deliberations; and the merely procedural use of the information presented. </p>
				<p>Given this scenario of dysfunctions widely documented in academic literature, a paradoxical question arises: why does civil society remain interested in participating in these events? Paradoxically, in recent years, public interest in the hearings has increased. This is demonstrated by the actions of justices when they convene hearings and subsequently decide on the admission of participants and the denial of the requests made. The growing number of applications to participate reveals a phenomenon that merits in-depth empirical investigation. </p>
				<p>Our central hypothesis is that the persistent interest of civil society in public hearings does not arise from a naive belief in the officially proclaimed purposes. On the contrary, we argue that participants have strategically understood the true function of these events. Public hearings constitute valuable opportunities for the accumulation of symbolic and economic capital by the professionals involved, using as a theoretical framework the critical and sociological thought of Pierre <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>) in “The Symbolic Power”. </p>
				<p>This article empirically investigates how public hearings operate as professional showcases. They provide prestige, national media visibility, direct access to decision-makers, and economic appreciation of participants’ professional activities. Civil society has come to understand that these events represent strategic instruments for professional projection and accumulation of symbolic power in the legal field. </p>
				<p>The legal field establishes a clear demarcation between those who master the necessary codes to engage in the specialized discursive contest and laypersons, who are systematically excluded from this realm due to the lack of technical knowledge essential to decode legal language. This division not only sets a hierarchy of competencies but also configures two distinct and conflicting worlds, where the power to interpret and apply the law becomes the privilege of a specific professional category (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu, 2011</xref>, p. 236). </p>
				<p>The opacity inherent to traditional legal knowledge generates cognitive and value structures that operate through a conceptual grammar inaccessible to the uninitiated, thereby consolidating exclusive control over the elaboration and commercial distribution of this particular symbolic asset represented by legal services. Such a mechanism of exclusion not only preserves the interpretative authority of the legal field but continuously reproduces the conditions of its own legitimacy through the deliberate maintenance of this linguistic and cultural barrier (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu, 2011</xref>, p. 243). </p>
				<p>The research is structured into four methodological stages. The first maps the academic consensus regarding the dysfunctions of public hearings, systematizing established critiques in the scientific literature. The second stage critically reassesses participants’ motivations, moving beyond analyses that merely point out problems without explaining the sustained social interest. The third stage develops an empirical analysis of the participants’ strategic conduct, investigating how hearings are used for professional projection. The fourth examines the hearings as arenas of symbolic capital competition within the legal field. </p>
			</sec>
			<sec>
				<title>2 State of the art: academic consensus on the dysfunctions of public hearings</title>
				<p>To understand the paradox of the persistent interest of civil society in public hearings, it is necessary first to map the academic consensus on their dysfunctions. To this end, we gathered 79 academic studies<xref ref-type="fn" rid="fn21"><sup>1</sup></xref> on public hearings at the STF, found in major repositories of theses and dissertations. The collection included works from Google Scholar, the Brazilian Digital Library of Theses and Dissertations, the Capes Theses and Dissertations Catalog, the Capes Journals Portal, and Scielo. </p>
				<p>Between 2007 and 2022, 12 doctoral theses<xref ref-type="fn" rid="fn22"><sup>2</sup></xref>, 26 master's dissertations<xref ref-type="fn" rid="fn23"><sup>3</sup></xref>, and 41 scientific articles and book chapters on the topic were produced<xref ref-type="fn" rid="fn24"><sup>4</sup></xref>. This significant volume of research allows for a precise mapping of the consolidated academic diagnosis regarding public hearings. </p>
				<p>Within these studies, two major research currents can be identified<xref ref-type="fn" rid="fn5"><sup>5</sup></xref>. The first, more normative, views public hearings as an effective mechanism for procedural openness of the Court. According to this current, dialogue with civil society has been productive for improving the moment of constitutional deliberation. </p>
				<p>Defending public hearings as a tool for opening constitutional jurisdiction, works by <xref ref-type="bibr" rid="B87">Ruas (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B47">Gonçalves (2008)</xref>; Vale and Mendes (2009)<xref ref-type="fn" rid="fn26"><sup>6</sup></xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B92">Silva (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B72">Moraes (2011)</xref>; Neto (2012); Queiroz (2012); <xref ref-type="bibr" rid="B31">Costa (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B32">Dantas (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B90">Santos (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B2">Amorim and Oliveira (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B63">Lulia and Domingues (2018</xref>); and <xref ref-type="bibr" rid="B26">Burlamaqui (2019)</xref> stand out<xref ref-type="fn" rid="fn27"><sup>7</sup></xref>.</p>
				<p>This normative current is grounded in theoretical assumptions about the democratizing potential of social participation, often relying on conceptual frameworks from deliberative democratic theory. These studies tend to evaluate public hearings based on their stated purposes, adopting ideal criteria of democratic functioning without necessarily subjecting those premises to systematic empirical verification. </p>
				<p>Another current, with an empirical focus, understands that there are significant dysfunctions concerning what is expected of public hearings. This second current produces more realistic interpretations of the phenomenon, recognizing the practical limits of its adoption. That is, under the discourse of fostering civil society participation in the Court’s deliberations, these studies detect dysfunctions relative to what is expected from public hearings<xref ref-type="fn" rid="fn28"><sup>8</sup></xref>. </p>
				<p>This empirical approach adopts methodologies of direct observation of institutional phenomena, privileging the analysis of concrete results over proclaimed intentions. This methodological approach makes it possible to identify significant discrepancies between official objectives and the actual functioning of the hearings, revealing institutional dynamics that remain invisible when the analysis is limited to normative aspects. </p>
				<p>Detecting problems in the public hearings held by the STF, studies by <xref ref-type="bibr" rid="B97">Supititz (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B49">Guimarães (2009)</xref>; Santos (2009/2010); <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010)</xref>; Medina and Freire (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014)</xref>; Leal (2015); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B41">Fragale Filho (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona and Rocha (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B96">Sombra (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy and Massadas (2018)</xref>; Sales <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa and Pimentel (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020)</xref>; and <xref ref-type="bibr" rid="B85">Robert and Menezes (2021</xref>) appear<xref ref-type="fn" rid="fn29"><sup>9</sup></xref>.</p>
				<p>Despite numerous academic studies normatively arguing that public hearings at the Supreme Federal Court would be serving the democratizing purpose of constitutional jurisdiction, empirical research that has focused on examining this legal phenomenon has shown a different reality. </p>
				<p>
					<xref ref-type="bibr" rid="B43">Fontanhia and Santos (2019</xref>, p. 285-286) argue that the importance of studies on judicial institutions lies in deconstructing the idea - very peculiar to law - that these institutions have life. Behind this conception, according to the authors (2019, p. 287), research with this focus identifies institutional changes, in relation to social transformations, through understanding the behavior of those who participate in this social practice. </p>
				<p>Empirical research has consolidated four main diagnoses on the dysfunctionalities of public hearings, as shown in the table below: </p>
				<p>
					<table-wrap id="t2">
						<label>Table 1</label>
						<caption>
							<title>Academic consensus on dysfunctionalities of public hearings</title>
						</caption>
						<table>
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="center">Identified Dysfunctionality</th>
									<th align="justify">Description</th>
									<th align="justify">Authors of academic research</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="justify">Discretionary methodology.</td>
									<td align="justify">There are no objective criteria for convening, selecting participants and conducting the work<xref ref-type="fn" rid="fn30"><sup>10</sup></xref>.</td>
									<td align="justify">
										<xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>); Duarte (2017); <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B75">Nunes (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B44">Paulo (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn31"><sup>11</sup></xref>;</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="justify">Low attendance of ministers.</td>
									<td align="justify">Only the rapporteur attends in full; other ministers are sporadically present.</td>
									<td align="justify">
										<xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn32"><sup>12</sup></xref>;</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="justify">Absence of effective debate</td>
									<td align="justify">Ritualistic events without significant interaction between participants and ministers<xref ref-type="fn" rid="fn33"><sup>13</sup></xref>.</td>
									<td align="justify">Supititz (2008); <xref ref-type="bibr" rid="B89">Santos (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B56">Leandro (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>); Duarte (2016); Duarte (2017); <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B82">Pinto (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B44">Paulo (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B85">Robert e Menezes (2021</xref>) <xref ref-type="fn" rid="fn34"><sup>14</sup></xref>;</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="justify">Little consideration of content</td>
									<td align="justify">Material produced in hearings rarely influences subsequent decisions.</td>
									<td align="justify">Supititz (2008); <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B103">Vieira e Corrêa (2011</xref>); Medina e Freire (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B56">Leandro (2015</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B96">Sombra (2017</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B44">Paulo (2020</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020</xref>)<xref ref-type="fn" rid="fn35"><sup>15</sup></xref>;</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
						<table-wrap-foot>
							<fn id="TFN2">
								<p>Source: State of the art research. Prepared by the author.</p>
							</fn>
						</table-wrap-foot>
					</table-wrap>
				</p>
				<p>An important finding is that, even among empirical research with a critical bias, there was a successive reproduction of the same academic questions. These had already been answered by previous studies, with similar conclusions, showing the persistence of the situation over more than a decade. </p>
				<p>In any case, what drew the most attention was that, in the period from 2018 to 2020, studies were published arguing that public hearings had brought the STF and the Judiciary itself closer to society, despite the existence of empirical data consolidated over the years to the contrary<xref ref-type="fn" rid="fn36"><sup>16</sup></xref>. </p>
				<p>The temporal persistence of these dysfunctions, documented over more than a decade of research, suggests that they are structural characteristics of the mechanism, not circumstantial deviations that can be corrected through minor procedural adjustments. </p>
				<p>As if that were not enough, this academic consensus on the dysfunctions makes the phenomenon we investigated even more intriguing. If the empirical evidence is so clear about the democratizing ineffectiveness of public hearings, why has civil society's interest not diminished? Why, on the contrary, has it increased significantly? </p>
				<p>Between 2009 and 2020, for example, the number of participations admitted increased substantially. In public hearing No. 4 (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brazil, 2009</xref>), on the judicialization of health, 36 participations were admitted (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brazil, 2009</xref>). In public hearing nº 30, on climate change, 62 participations were admitted (<xref ref-type="bibr" rid="B21">Brazil, 2020</xref>). </p>
				<p>The answer to this question requires a critical reassessment of the real motivations of the participants. Our hypothesis is that civil society has understood that public hearings, regardless of their official purposes, offer valuable opportunities for accumulating symbolic and economic capital. </p>
			</sec>
			<sec>
				<title>3 Critical reassessment: the true motivations of the participants</title>
				<p>Several empirical studies previously referenced herein conclude that public hearings have not adequately broadened democratic participation in the Supreme Federal Court’s deliberative processes, resulting in a scenario of frustration with the use of this mechanism. We therefore propose a critical reassessment aimed at deconstructing the ideal that such hearings were implemented to democratize constitutional jurisdiction. </p>
				<p>A critical reassessment of public hearings requires examining not only their official purposes but also their practical functions for the different actors involved. While the academic literature has focused on dysfunctions from the perspective of democratizing constitutional jurisdiction, little attention has been paid to the incentives that sustain civil society’s interest.</p>
				<p>Accordingly, we propose that a critical reassessment of public hearings is necessary to rethink the idea that they function - or could function - as a democratic mechanism for procedural pluralization of constitutional jurisdiction, since it helps uncover an objective reality that we deem essential to understanding the phenomenon under study<xref ref-type="fn" rid="fn37"><sup>17</sup></xref>. </p>
				<p>STF public hearings currently reach a national audience through full broadcasts on TV Justiça and major social media platforms. Occupying such a space means gaining visibility in a privileged forum, providing personal and professional prestige to the speaker. </p>
				<p>This visibility is not merely symbolic. It translates into tangible economic capital. Professionals participating in hearings add economic value to their professional activities. As professional showcases, hearings increase the interest of organizations and institutions in the involvement of these professionals in events of all kinds. </p>
				<p>Sessions and hearings at the Brazilian Supreme Court represent the apex of visibility in the national legal field. Participation entails entering a space of maximum symbolic power, with long-term repercussions for the professional careers of those involved. </p>
				<p>Empirical analysis reveals significant patterns of recurrent participation that corroborate our hypothesis regarding the strategic motivations of participants. </p>
				<p>Débora Diniz took part in five STF public hearings: nº 1 (embryonic stem cells) (Brazil, 2007); nº 3 (termination of pregnancy in cases of anencephaly) (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brazil, 2009</xref>); nº 4 (judicialization of health) (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Brazil, 2009</xref>); nº 17 (religious education in public schools) (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brazil, 2015</xref>); and no. 23 (voluntary interruption of pregnancy) (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Brazil, 2018</xref>). </p>
				<p>Daniel Sarmento participated seven times as a speaker: nº 1 (embryonic stem cells) (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Brazil, 2007</xref>); nº 5 (affirmative action in higher education) (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Brazil, 2010</xref>); nº 12 (campaign financing) (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brazil, 2013</xref>); nº 17 (religious education) (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brazil, 2015</xref>); nº 32 (reduction of police lethality) (<xref ref-type="bibr" rid="B24">Brazil, 2021</xref>); and nº 33 (prison monitoring) (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Brazil, 2021</xref>). </p>
				<p>Oscar Vilhena Vieira participated in four public hearings: nº 1 (embryonic stem cells) (<xref ref-type="bibr" rid="B8">Brazil, 2007</xref>); nº 5 (affirmative action) (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Brazil, 2010</xref>); nº 12 (campaign financing) (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brazil, 2013</xref>); and nº 17 (religious education) (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brazil, 2015</xref>).</p>
				<p>This recurrence is not incidental. It indicates that certain professionals have understood the strategic value of these spaces. Repeated participation suggests that the benefits obtained - in terms of symbolic and economic capital - justify the investment of time and resources required. </p>
				<p>Those admitted to participate in hearings accumulate specific symbolic capital by establishing proximity with the Court. This proximity manifests in several concrete ways: (i) direct access to justices’ chambers, where professionals may present briefs and establish privileged communication channels; (ii) interaction with technical teams, creating institutional relationship networks; (iii) access to academic meetings, formal dinners, and charitable events where ideas can be shared with decision-makers; and (iv) influence over specific interests, by defending causes in privileged informal contexts. </p>
				<p>Although these practices may be lawful, legitimate, and republican, they enhance symbolic capital and influence. They are concrete incentives for participation in public hearings, regardless of their democratizing effectiveness. </p>
				<p>Participation in STF hearings thus reveals and reproduces significant asymmetries in the legal field. Retired Supreme Court justices, now practicing lawyers, also appear as speakers, leveraging their previously accumulated symbolic capital. </p>
				<p>At the hearing on campaign financing, Carlos Ayres Britto and Carlos Mário Velloso were heard (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Brazil, 2013</xref>). Both were presented as ministers, not as lawyers, despite advocating for specific interests. This highlights the high degree of symbolic power asymmetry in the field and raises concerns about the procedural parity of representation. </p>
				<p>The phenomenon of symbolic asymmetry in public hearings is also evident in the socioprofessional composition of admitted speakers. A quantitative analysis of their professional profiles reveals a significant concentration in categories with high cultural capital: university professors from prestigious institutions, lawyers from large firms, representatives of well-structured NGOs, and former public officeholders. This sharply contrasts with the underrepresentation or absence of less prestigious professional categories, grassroots popular organizations, and social movements lacking formal institutional structures. </p>
				<p>The selectivity in the admission of participants operates through apparently technical criteria - professional qualifications, thematic expertise, capacity for substantive contribution - which, in practice, function as mechanisms for reproducing pre-existing social hierarchies. The selection filters systematically favor actors who already have cultural capital legitimized by the academic and legal fields, perpetuating exclusions that the mechanism is supposed to overcome. In this sense, public hearings may be functioning as spaces for the democratic legitimization of decisions that, in reality, reproduce the same logics of power that characterize other instances in the legal field. </p>
				<p>The perpetuation of these asymmetries becomes particularly relevant when we consider that public hearings are often presented as democratizing innovations in Brazilian constitutional jurisdiction. The contrast between the official discourse of participatory openness and the empirical reality of elitist selectivity highlights contradictions that deserve in-depth critical analysis, especially considering that these dynamics may be contributing to the symbolic legitimization of institutional practices that, in essence, preserve traditional structures of political exclusion. </p>
				<p>Thus, public hearings, far from democratizing access to the Court, may be reproducing and legitimizing preexisting hierarchies in the legal field. The same actors who already enjoyed prestige use these spaces to further expand it. </p>
				<p>The process of hierarchical differentiation in the legal field establishes what <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>, 226, 232-233) calls “legal sense,” a mechanism by which certain professional actors obtain legitimacy, through acquired expertise, to enter and work in this specialized space. These professionals dedicate themselves to the development and marketing of products and the provision of legal services, establishing a competitive dynamic of an interpretative nature that generates distinct professional categories. Among these, academics stand out, whose attention is predominantly focused on hermeneutic elaborations of a theoretical nature, and legal practitioners, whose focus is on issues of immediate practical application. </p>
				<p>At the center of this hierarchical structure, judges occupy a particularly important position within the system, since their interpretative decisions acquire concrete effectiveness in social reality. This centrality grants them a significant margin of autonomy in the exercise of the specific legal authority they have for the interpretation of normative texts. Such autonomy enables genuine creative activity in the decision-making process, an activity that inevitably preserves components of discretion and arbitrariness inherent in the interpretative act. </p>
				<p>The actual content of the legal norm, as manifested at the time of the judicial decision, results from a symbolic dispute between professionals who possess technical skills and social capital in unequal measures. Each of these actors, according to their capacity for influence, mobilizes and articulates the legal instruments and resources available in the system, strategically exploring the existing normative possibilities. In this process, they transform legal rules into symbolic instruments of power, using them as an argumentative arsenal designed to ensure the success of their respective positions in the interpretative clashes that characterize forensic practice and statements in public hearings. (<xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu, 2011</xref>, p. 234). </p>
			</sec>
			<sec>
				<title>4 Empirical evidence of strategic behavior</title>
				<p>The recognition that strategic behavior occurs in public hearings is not new in the academic literature. <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães<xref ref-type="fn" rid="fn39"><sup>19</sup></xref> (2020</xref>, p. 239), for instance, demonstrated the presence of lobbying practices within STF hearings and acknowledged that justices behave strategically in relation to other branches of government, civil society, and their fellow justices. </p>
				<p>She notes that both the Court and external actors engage strategically around public policy matters. For Guimarães, such strategic conduct-both by the STF and civil society-takes place within the broader context of the Judiciary’s expansive role in interpreting rights and public policies. </p>
				<p>Justices act strategically within legal parameters, drawing upon open-ended norms and constitutional principles. Similarly, external actors pursue these forums in compliance with procedural rules, but with objectives that go beyond the hearings' official purposes. </p>
				<p>Our hypothesis, however, differs. The interest in participating in public hearings is justified by the fact that expert professionals accumulate tangible power and symbolic capital. More importantly, these benefits translate into concrete economic value for their professional activities. </p>
				<p>Professionals who have participated in STF public hearings are able to charge higher fees for consultations, using such participation as a competitive credential. </p>
				<p>Likewise, attorneys who have taken part in hearings can justify elevated fees based on this experience. Participation also facilitates academic publication, invitations to serve on examination boards, and paid speaking engagements. </p>
				<p>Organizations seek out professionals with STF hearing experience to represent them in high-profile legal matters.</p>
				<p>The hearings function as professional showcases that boost institutional interest in having these individuals involved in various events. This transcends the specifics of legal practice, creating a “virtuous” cycle of economic valorization. </p>
				<p>In our research, we found no reports of prominent scholars invited by the STF ever declining to participate in public hearings. This occurs despite widespread awareness of the dysfunctions extensively documented in academic studies. </p>
				<p>This universal acceptance of invitations reinforces our hypothesis. Professionals understand that, regardless of the hearings' democratizing effectiveness, they offer tangible benefits in terms of symbolic and economic capital. </p>
				<p>The absence of public refusals or open criticism of the mechanism by potential participants suggests a tacit understanding of the value of these spaces. Even those who academically criticize public hearings do not refuse participation when invited. </p>
				<p>Some specific cases illustrate how public hearings are strategically utilized by participants. </p>
				<p>At hearing nº 1, which addressed embryonic stem cell research (Brazil, 2007), professionals from different fields capitalized on the topic’s high media resonance to establish themselves as national authorities in the bioethics debate. </p>
				<p>In hearing nº 12, on campaign financing (Brazil, 2013), the participation of former STF justices acting as attorneys demonstrated how symbolic capital accrued in the judiciary is converted into advantages in legal practice. </p>
				<p>At hearing nº 23, on voluntary interruption of pregnancy (Brazil, 2018), the polarized nature of the subject ensured maximum media exposure for participants, projecting them nationally in their respective areas of activity. </p>
				<p>These cases show how socially resonant topics are strategically leveraged by participants to maximize symbolic and economic gains. </p>
				<p>The analysis of these specific cases reveals recurring strategic patterns in how participants use public hearings. There is a clear tendency for professionals to specialize in topics that guarantee greater media visibility and social resonance, building academic and professional careers around such areas of expertise. This strategic specialization allows the same actors to be systematically invited whenever relevant topics emerge in public debate, consolidating their status as national references in their fields. </p>
				<p>Moreover, participation in highly visible hearings often serves as a launchpad for other professional engagements. Those who distinguish themselves in these forums frequently receive invitations to join government commissions, legislative working groups, advisory councils, and other influential spaces. This dynamic creates a feedback loop where participation in hearings generates additional opportunities to accumulate symbolic capital, which in turn facilitates future participation. </p>
				<p>Another relevant aspect is the use of hearings as laboratories for testing arguments and discursive strategies that are later employed in other public debate arenas. Speakers use national visibility to solidify their theoretical and political positions, relying on the prestige of the Supreme Court to legitimize their particular perspectives on controversial constitutional issues. This strategic instrumentalization of hearings goes beyond the official objective of informing judicial decisions, becoming a tool for constructing intellectual and political leadership on nationally relevant topics. </p>
			</sec>
			<sec>
				<title>5 Public hearings as arenas for symbolic and economic capital disputes</title>
				<p>Following <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu’s (2011</xref>) theoretical perspective on symbolic power, public hearings can be understood as arenas of prestige dispute within the legal field. Participants are not merely seeking to influence the Court’s decisions-they are accumulating symbolic capital that translates into lasting professional advantages. </p>
				<p>The legal field, like any social field in <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>, p. 220), is characterized by struggles for positions of prestige and power. STF public hearings represent the apex of this symbolic hierarchy, functioning as spaces where symbolic capital is both displayed and accumulated. </p>
				<p>The prestige of having participated in STF hearings transcends the specific event. It becomes a lasting credential that enhances one’s professional standing in various dimensions: academic, legal practice, consulting, and media. It is a differentiator that persists throughout a professional’s career. </p>
				<p>Thus, public hearings may paradoxically contribute to the reproduction of legal field hierarchies rather than democratizing them. The same prestigious professionals and institutions that already held symbolic capital use hearings to expand it further. Those who already possess prestige gain easier access to hearings, which in turn enhance their prestige, thereby facilitating future participation.</p>
				<p>Conversely, professionals without prior symbolic capital face greater difficulty in being selected as participants, perpetuating exclusion. One notable example was the exclusion of Indigenous representatives from hearing nº 17 on religious education in public schools-despite Minister Barroso’s stated intent to promote broader popular participation (<xref ref-type="bibr" rid="B13">Brazil, 2015</xref>, p. 69). </p>
				<p>A relatively small number of professionals participate repeatedly, concentrating both symbolic and economic benefits. </p>
				<p>The segment of civil society that remains engaged in hearings is predominantly composed of actors who already hold significant symbolic capital, which severely limits the democratizing capacity of the mechanism. </p>
				<p>The concentration of participations in a relatively narrow group of professionals evidences the formation of a specialized elite in public hearings, a phenomenon that warrants in-depth sociological analysis. These “hearing specialists” develop specific competencies suited to these spaces: they master the communication codes appropriate to the formal legal setting, possess rhetorical skills tailored to oral presentation formats, understand the implicit expectations of justices, and know how to position their arguments within relevant legal controversies. </p>
				<p>This specialization creates substantial entry barriers for professionals who, despite possessing technical expertise in their respective fields, are unfamiliar with the specific codes required for effective participation in hearings. The need to adapt technical knowledge to the expectations of the legal field constitutes an additional filter that favors actors already acquainted with legal language and procedures. As a result, professionals from areas such as public health, education, social assistance, or environmental protection may find their contributions limited not by the quality of their knowledge, but by the difficulty of translating it into the specific codes valued in the hearing environment. </p>
				<p>The institutionalization of these symbolic barriers produces long-term effects on the configuration of public debate over constitutional issues. Theoretical and practical perspectives that do not conform to the established formats tend to be systematically excluded, impoverishing the diversity of approaches available for judicial decision-making. This discursive homogenization may compromise the deliberative quality of hearings, reducing them to exercises in reaffirming pre-existing consensuses among closely aligned professional groups, rather than serving as spaces for genuine confrontation of diverse perspectives on complex constitutional problems.</p>
				<p>Accordingly, our critical reassessment of this social listening mechanism suggests that civil society actors have strategically grasped the true function of public hearings. Far from being naive about their democratizing limitations, they deliberately use them as instruments for accumulating symbolic and economic capital. </p>
				<p>Professionals weigh the time and resource investment against potential professional projection benefits. They carefully select which hearings to engage in, prioritizing topics with greater public resonance or relevance to their field. Moreover, they use participation as a platform for further professional and media-related activities. </p>
				<p>This strategic awareness explains why interest in hearings has not diminished despite empirical evidence of their dysfunctions. Participants reap tangible benefits, even if different from the officially stated purposes. </p>
				<p>The strategic use of public hearings to accumulate symbolic capital has implications for the legitimacy of the STF itself. If these events are perceived more as opportunities for professional projection than as effective mechanisms for democratic participation, this may affect the credibility of the Court; in other words, the STF may be being used by external actors for purposes that do not coincide with the constitutional purposes of the Court. </p>
				<p>The perception that the hearings are “theaters” for professional projection may diminish the seriousness with which they are perceived by society. It is important to mention, by way of illustration, public hearing No. 30, which addressed the climate fund and environmental public policies, in which the then Minister of the Environment, Ricardo Salles, participated. Months earlier, he had declared, in a ministerial meeting, that, since the people were concerned about COVID-19, this would be the time to “move on and change all the [environmental] regulations, simplifying the norms” (BBC News Brasil, 2020). Thus, an individual who had previously declared his low regard for the Brazilian legal system for environmental protection was admitted to a public hearing at the Supreme Court in a constitutional proceeding triggered by facts that allegedly indicated the degradation of the state structure for environmental protection. </p>
				<p>If hearings serve primarily to reproduce hierarchies, their democratizing function is compromised. These risks require careful reflection on how public hearings can be reformulated to effectively fulfill their democratizing purposes. </p>
			</sec>
			<sec>
				<title>6 Implications of the critical reassessment</title>
				<p>Our critical reassessment suggests that public hearings may be deemed “successful” from a perspective different from that traditionally adopted in academic literature. If the criterion is the ability to generate benefits for participants in terms of symbolic and economic capital, they are unequivocally effective. </p>
				<p>Hearings effectively fulfill the role of professional showcases, providing tangible benefits to those involved. </p>
				<p>The Court manages to project an image of openness to civil society, regardless of the actual effectiveness of such openness, while the events generate significant media coverage, keeping the STF in the national spotlight. </p>
				<p>This redefinition of success helps explain why hearings persist and even expand, despite negative academic assessments of their democratizing capacity. They meet the real needs of the actors involved, even if those needs differ from the officially proclaimed objectives. </p>
				<p>An important implication of our findings is the need for greater transparency regarding the actual functions of public hearings. Acknowledging that they serve as spaces for accumulating symbolic and economic capital would allow for a more honest debate about their role within the justice system. </p>
				<p>Society could hold more realistic expectations about what to expect from public hearings. </p>
				<p>Success criteria could be redefined based on the functions actually performed, not merely those declared. </p>
				<p>Potential reforms could focus on addressing the real problems identified, rather than targeting dysfunctions that may not be the most relevant. </p>
				<p>This transparency does not necessarily imply condemning the hearings, but rather better understanding their practical functions. This would allow for more conscious development of the mechanism and, eventually, the creation of new instruments that effectively justify the adoption of this form of social listening. </p>
				<p>Our conclusions suggest that effective democratization of constitutional jurisdiction will require mechanisms different from the current model of public hearings. If hearings primarily serve as spaces for reproducing preexisting hierarchies, their democratizing capacity is structurally limited. </p>
				<p>The current format could be restructured to minimize symbolic capital asymmetries, by introducing restrictions such as cognitive complexity filters, shared decision-making authority beyond the Chief Justice, and a prohibition on participation by individuals or entities with for-profit motives. </p>
				<p>The purposes of hearings could be redefined more realistically, recognizing their limited democratizing potential. </p>
				<p>This does not mean that hearings should be abolished, but that their limitations must be acknowledged and that complementary mechanisms or alternatives should be developed to justify the use of this social listening tool as an instrument for enhancing deliberative quality. </p>
				<p>Our analysis raises important ethical questions about participation in public hearings. If they primarily serve to accumulate individual symbolic capital, to what extent is this compatible with the public interest that should guide constitutional jurisdiction?<xref ref-type="fn" rid="fn40"><sup>20</sup></xref>
				</p>
				<p>Professionals who participate in hearings have an ethical responsibility to contribute meaningfully to public debate, not merely to seek personal gain. Likewise, the Court has a duty to structure hearings in ways that maximize their public function and minimize their private instrumentalization. </p>
				<p>These ethical considerations are essential for ensuring that public hearings fulfill their intended role in Brazil’s democratic legal system. </p>
				<p>The ethical implications of instrumentalizing public hearings for personal symbolic capital accumulation extend beyond the immediate responsibilities of individual participants. The very institutional structure that enables and facilitates such instrumentalization raises questions about whether the current design of hearings aligns with the constitutional purposes they are intended to serve. If the system consistently favors the pursuit of private benefits at the expense of the public interest, this suggests the need for structural reforms that go beyond appeals to individual responsibility. </p>
				<p>In this context, the institutional responsibility of the Supreme Federal Court becomes particularly relevant. As guardian of the Constitution, the Court has a duty to ensure that its procedures genuinely serve the public interest and are not co-opted for the promotion of private agendas (<xref ref-type="bibr" rid="B54">Leal &amp; Bolesina, 2012</xref>). </p>
				<p>Furthermore, the academic community that studies and participates in these hearings bears an ethical responsibility to produce critical analyses that contribute to the technical refinement of the mechanism. This includes the duty to go beyond merely descriptive or apologetic analyses, offering rigorous diagnoses that identify structural problems and propose viable alternatives. Maintaining a complacent silence about known dysfunctions may amount to complicity in perpetuating practices that undermine the democratic legitimacy of constitutional jurisdiction. </p>
				<p>These ethical considerations highlight the need to establish more rigorous standards for evaluating the effectiveness of public hearings. </p>
			</sec>
			<sec sec-type="conclusions">
				<title>7 Final considerations</title>
				<p>This study investigated why civil society remains interested in public hearings held by the Supreme Federal Court, despite consolidated evidence of their democratizing dysfunctions. Our central hypothesis was confirmed: the persistent interest does not stem from belief in the official purposes, but from a strategic understanding that these events provide valuable opportunities for accumulating symbolic and economic capital. </p>
				<p>Civil society actors who participate in public hearings have come to understand that they function as professional showcases that offer prestige, national media visibility, access to decision-makers, and tangible economic appreciation of their professional activities. This understanding explains recurring participation patterns and the universal acceptance of invitations. </p>
				<p>Professionals who engage in hearings are not naive about their democratizing limitations; rather, they consciously use these events as instruments for professional projection and accumulation of symbolic power within the legal field, aiming to obtain tangible benefits regardless of the official goals’ effectiveness. </p>
				<p>Our analysis revealed that public hearings may paradoxically contribute to the reproduction of legal field hierarchies rather than democratizing them. The same prestigious professionals and institutions that already possessed symbolic capital use the hearings to expand it further. </p>
				<p>This creates dynamics of social reproduction in which those who already hold prestige gain easier access to hearings, which in turn reinforce their prestige, facilitating future access. The segment of civil society that engages with hearings is predominantly composed of those who already possess significant symbolic capital. </p>
				<p>The practical realization of law constitutes, according to <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu (2011</xref>, p. 234), the final product of a symbolic struggle among legal practitioners endowed with heterogeneous technical competencies and social capital. This disparity in resources determines the varying capacities of each professional to articulate and deploy the legal tools available in the normative system. The process reveals itself as an interpretive battlefield in which disparities in training, experience, and institutional standing translate into distinct strategic advantages in the construction and defense of legal arguments. </p>
				<p>In this competitive context, each actor mobilizes resources according to their relative strength in the field, systematically exploring the normative possibilities and transforming legal provisions into instruments of symbolic power. </p>
				<p>Our conclusions suggest the need to redefine the academic debate around public hearings. Rather than focusing exclusively on their democratizing potential-repeatedly challenged by empirical evidence-it is necessary to acknowledge their practical function as spaces for accumulating symbolic and economic capital. </p>
				<p>This redefinition does not imply condemning hearings, but rather better understanding their real functions. It would allow for more conscious development of the mechanism and, eventually, the creation of complementary instruments to minimize this private instrumentalization and the resulting legitimacy deficit of constitutional jurisdiction. </p>
				<p>Recognizing that public hearings serve purposes different from those officially proclaimed is the first step toward a more honest debate on the democratization of constitutional jurisdiction in Brazil. Only through such a realistic understanding will it be possible to develop mechanisms that genuinely enhance social participation in constitutional deliberations. </p>
				<p>This study offers a theoretical contribution to the field by applying <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bourdieu’s (2011</xref>) theory of symbolic capital to the analysis of public hearings, providing a more convincing explanation for their persistence than traditional approaches. Empirically, it offers robust evidence of participation patterns and the real motivations of the actors involved. </p>
				<p>The methodology developed - combining content analysis of academic literature, examination of procedural acts, and analysis of participation patterns - can be replicated in studies of other social participation mechanisms within the justice system. </p>
				<p>This research focused specifically on the behavior of civil society. Future studies might explore comparisons with public hearings in other Constitutional Courts to assess whether the patterns identified in Brazil are replicated in different institutional contexts. </p>
			</sec>
		</body>
		<back>
			<fn-group>
				<fn fn-type="other" id="fn21">
					<label>1</label>
					<p>Monographs for the completion of undergraduate or lato sensu postgraduate studies were not included in the inventory, as they are academic studies with the purpose, as a rule, of a mere bibliographic review.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn22">
					<label>2</label>
					<p>In ascending chronological order: <xref ref-type="bibr" rid="B73">Moreira (2011)</xref>; Queiroz (2012); <xref ref-type="bibr" rid="B88">Santos (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">Bonfim (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B46">Godoy (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B74">Nogueira (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B86">Rocha (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B34">Duarte (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B77">Oliveira (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B79">Pereira (2018)</xref>; Sales <xref ref-type="bibr" rid="B98">Thiago (2019)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B37">Falavinha (2020)</xref>.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn23">
					<label>3</label>
					<p>In ascending chronological order: <xref ref-type="bibr" rid="B87">Ruas (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B47">Gonçalves (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B97">Suptitz (2008)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B49">Guimarães (2009)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B36">Espíndula (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B92">Silva (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B101">Vestena (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B1">Almeida (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B72">Moraes (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B57">Leitão (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B59">Lima (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B4">Backes (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B32">Dantas (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Fogaça (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B58">Leite (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B76">Oliveira (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B83">Reis (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016)</xref>; Duarte (2016); <xref ref-type="bibr" rid="B94">Silva (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B40">Ferreira (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B64">Maia (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B102">Victor (2017)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B93">Silva (2019)</xref>.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn24">
					<label>4</label>
					<p>In ascending chronological order: <xref ref-type="bibr" rid="B67">Medeiros (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B47">Gonçalves (2008)</xref>; Vale e Mendes (2009); Santos (2009/2010); <xref ref-type="bibr" rid="B60">Lira (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B103">Vieira e Corrêa (2011)</xref>; Neto (2012); Ajouz e Silva (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B5">Barbosa e Pamplona (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B31">Costa (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B61">Lisbôa (2013)</xref>; Medina e Freire (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B70">Mendes e Mendes (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B28">Cardoso (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B51">Lacombe, Legale e Johann (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B55">Leal (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B25">Bravo (2015)</xref>; Filho (2015); Leal (2015); <xref ref-type="bibr" rid="B78">Oliveira e Silva (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B100">Tushnet (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B90">Santos (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B2">Amorim e Oliveira (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B66">Marona e Rocha (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B96">Sombra (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B53">Leal, Herdy e Massadas (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B63">Lulia e Domingues (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B81">Pinhão (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B26">Burlamaqui (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B27">Camargo, Andrade e Burlamaqui (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B75">Nunes (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">Correa, Borges e Pinhão (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa e Dantas (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B38">Feitosa e Pimentel (2020)</xref>; Freitas Paulo (2020); <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B65">Maia e Rocha (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B82">Pinto (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro e Castro (2020)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B85">Robert e Menezes (2021)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B80">Pereira e Fortes (2022)</xref>.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn26">
					<label>6</label>
					<p>It is worth clarifying that Gilmar Mendes is, at the same time, a producing agent of the process, due to his position as minister, and an external agent who understands the process, considering that he is also a professor and researcher.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn27">
					<label>7</label>
					<p>In the same sense, the following academic researches are listed in ascending chronological order: <xref ref-type="bibr" rid="B67">Medeiros (2007)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B36">Espíndula (2010)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B1">Almeida (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B60">Lira (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B73">Moreira (2011)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B57">Leitão (2012)</xref>; Barbosa e Pamplona (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B70">Mendes e Mendes (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B88">Santos (2013)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">Bonfim (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B28">Cardoso (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Fogaça (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B51">Lacombe, Legale e Johann (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B55">Leal (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B76">Oliveira (2014)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B78">Oliveira e Silva (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B74">Nogueira (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B100">Tushnet (2015)</xref>; Maia (2017); <xref ref-type="bibr" rid="B77">Oliveira (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B102">Victor (2017)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B79">Pereira (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B27">Camargo, Andrade e Burlamaqui (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B65">Maia Rocha (2020)</xref>; e <xref ref-type="bibr" rid="B80">Pereira e Fortes (2022)</xref>.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn28">
					<label>8</label>
					<p>There is a small group, composed of 3 (three) academic studies, that bring a different approach from the others. These are the studies produced by <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro and Castro (2020)</xref>; and <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020)</xref>, which see the exercise of lobbying in public hearings. <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012</xref>, p. 135-137), for example, understands that lobbying in public hearings held by the STF contributes to the expansion of public debate around constitutional matters, improving the social control of the Court and making public the social forces with interests in the matter debated, publicizing the arguments of pressure groups, allowing the STF to critically evaluate this action. <xref ref-type="bibr" rid="B29">Carvalho (2012)</xref>, for us, is part of the group of studies that defends public hearings as an efficient mechanism for procedural openness of the Supreme Court. On the other hand, <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020</xref>, p. 264-265) understands that public hearings have served as a space for the strategic action of the actors involved, and that the exercise of lobbying in itself is not negative for constitutional jurisdiction, but that it needs to be better clarified for the participants and for society in general. According to the author, the mode of access, admission and organization structure of the hearings needs to be improved, otherwise the negative results of lobbying exercised in the Legislative Branch will also be present in these public hearings convened by the STF. A similar conclusion was reached by <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro and Castro (2020)</xref>. These last two studies, in our view, are part of the group of studies that support dysfunctionalities of public hearings based on empirical diagnosis.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn29">
					<label>9</label>
					<p>The following academic researches are also in the same sense: <xref ref-type="bibr" rid="B103">Vieira and Corrêa (2011)</xref>; Ajouz and Silva (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B59">Lima (2013)</xref>; Lisbon (2013); <xref ref-type="bibr" rid="B83">Reis (2014)</xref>; Leandro (2015); <xref ref-type="bibr" rid="B25">Bravo (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B86">Rocha (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Duarte (2016)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B34">Duarte (2017)</xref>; Ferreira (2017); <xref ref-type="bibr" rid="B81">Pinhão (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B75">Nunes (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B93">Silva (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B48">Gouvêa and Dantas (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">Corrêa, Borges and Pinhão (2019)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B82">Pinto (2020)</xref>; Freitas Paulo (2020); <xref ref-type="bibr" rid="B50">Guimarães (2020)</xref>; and <xref ref-type="bibr" rid="B95">Siqueira, Ramiro and Castro (2020)</xref>.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn30">
					<label>10</label>
					<p>Included in this description, which reveals a discretionary action by the rapporteur who calls the public hearing, is also the observation of constant selectivity (perhaps elitist) in the criteria for admitting participants. In this sense, there are studies by <xref ref-type="bibr" rid="B97">Supititz (2008)</xref>; Santos (2009/2010); <xref ref-type="bibr" rid="B59">Lima (2013)</xref> and <xref ref-type="bibr" rid="B3">Andrade (2015)</xref>. When examining the phenomenon of dialogical constitutionalism, specifically the case of public hearings called by Supreme Courts in Latin America, <xref ref-type="bibr" rid="B45">Gargarella (2013) </xref>denounced this elitism, arguing that, despite the fact that dialogical solutions are imbued with an ideal of deliberative democracy that dampens much of the criticism about the defense of judicial supremacy, in practice, far from being naive, these hearings promote dialogue between elites, ultimately resulting in typical instances of judicial decisionism.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn31">
					<label>11</label>
					<p>This problem, detected in the discretionary methodology, was reproduced in 16 academic studies over a period of 11 years.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn32">
					<label>12</label>
					<p>This focus on the low presence of ministers was also reproduced in 11 academic studies over a period of 11 years.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn33">
					<label>13</label>
					<p>Santos (2009; 2010) noticed this excess of formalism and found that the environment, which was anything but spontaneous, distanced the event precisely from the idea that Minister Gilmar officially supported in his vote in ADI 3510/DF, that the STF would, in fact, be “a house of the people, just like parliament”.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn34">
					<label>14</label>
					<p>Over the course of 13 years, the problem of the lack of effective debate was repeated in no less than 17 academic studies.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn35">
					<label>15</label>
					<p>The problem of little consideration given to the content produced in public hearings was reproduced in 18 studies over 12 years.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn36">
					<label>16</label>
					<p>In this sense, there are researches published by <xref ref-type="bibr" rid="B63">Lulia and Domingues (2018)</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B26">Burlamaqui (2019)</xref>; and <xref ref-type="bibr" rid="B65">Maia and Rocha (2020)</xref>.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn37">
					<label>17</label>
					<p>A study on the behavior of amicus curiae at the US Supreme Court found that lawyers specializing in constitutional jurisdiction currently actively coordinate which cases should reach the court and which third-party voices should be heard, commissioning briefs from allied professionals. This phenomenon is referred to by the authors of the study as the “amicus machine.” See <xref ref-type="bibr" rid="B52">Larsen and Devins (2016)</xref> in the article entitled “The Amicus Machine.” In Italy, observing the behavior of the Italian Constitutional Court, which recently adopted social listening mechanisms following a procedural reform that took place in 2020, the author <xref ref-type="bibr" rid="B62">Massimo Luciani (2020)</xref> assesses that this change still leaves many doubts due to the dysfunctions he points out, including the lack of clear criteria on who can be an amicus and how to ensure that external participation enriches the legal debate.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn39">
					<label>19</label>
					<p>It is worth noting that Lívia Gil Guimarães participated as a speaker at the 23rd public hearing called to debate a woman's right to have an abortion in the first three months of pregnancy. She participated in the hearing as a representative of the Center for Legal Practice in Human Rights at USP (Brazil, 2018).</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn40">
					<label>20</label>
					<p>A good literary reference for thinking about this problem can be found in the book by <xref ref-type="bibr" rid="B69">Conrado Hubner Mendes (2023)</xref> entitled “The discreet charm of magistocracy: vices and disguises of the Brazilian Judiciary”.</p>
				</fn>
			</fn-group>
			<fn-group>
				<fn fn-type="other" id="fn25">
					<label>5</label>
					<p>The proposed division into two large groups of research was intended to facilitate understanding of the academic debate on the topic of public hearings at the STF. However, this does not prevent other classifications from being made, especially since, from this universe of works that was collected, some works communicate with these two large currents. Even so, when organizing this bibliography, seeking the essential proposal of each author of the research, it seemed to us that there are scholars who believe that public hearings would be improving the deliberative model of the Supreme Federal Court, while other researchers would be more attentive to the defects perceived in the institutional practice of the Court when it convenes and holds these events.</p>
				</fn>
				<fn fn-type="other" id="fn46">
					<label>46</label>
					<p>Artigo traduzido por Inteligência Artificial. </p>
				</fn>
				<fn fn-type="data-availability" id="fn49" specific-use="data-available">
					<label>Declaração de disponibilidade de dados</label>
					<p> A Pensar - Revista de Ciências Jurídicas adota práticas de Ciência Aberta e disponibiliza, junto à presente publicação, a Declaração de Disponibilidade de Dados (Formulário Pensar Data) preenchida e assinada pelos autores, a qual contém informações sobre a natureza do artigo e a eventual existência de dados complementares. O documento pode ser consultado como arquivo suplementar neste site.</p>
				</fn>
			</fn-group>
		</back>
	</sub-article>
</article>