Arquitetura de Escolhas, Direito e Liberdade: Notas sobre o “Paternalismo Libertário”
DOI:
https://doi.org/10.5020/2317-2150.2017.5602Palavras-chave:
Ciência Comportamental, Política Pública, nudges, Paternalismo LibertárioResumo
Normas regulatórias, que cumprem algum objetivo de política pública, são rotineiramente promulgadas pelo Estado. A gramática dessas regulações é usualmente formada por proibições, obrigações ou permissões, e se vale de ferramentas como taxas e subsídios econômicos. Contudo, nos últimos anos, disseminou-se uma literatura que contesta a visão tradicional do Homo economicus, sugerindo que o desenho de políticas públicas utilizasse a ciência comportamental como inspiração, sugerindo novas formas de estímulo ou inibição de determinadas condutas. Para justificar diversas intervenções ambientais que cumprem ao propósito de modular esses comportamentos – os chamados “nudges” – Thaler e Sunstein formularam o conceito de “paternalismo libertário”. Neste artigo, revisaremos alguns dos achados da literatura comportamental, analisaremos as premissas do argumento em prol do “paternalismo libertário” e objeções a esta que poderia ser vista como mais uma forma de intervenção tecnocrática na esfera individual.Downloads
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Publicado
2017-08-31
Como Citar
Horta, R. L. (2017). Arquitetura de Escolhas, Direito e Liberdade: Notas sobre o “Paternalismo Libertário”. Pensar - Revista De Ciências Jurídicas, 22(2), 651–664. https://doi.org/10.5020/2317-2150.2017.5602
Edição
Seção
Artigos teóricos com elevado rigor analítico
Licença
Copyright (c) 2017 Ricardo Lins Horta

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