Inovação em serviços como condicionante da competitividade da telefonia móvel
DOI:
https://doi.org/10.5020/2318-0722.12.1.%25pResumen
Este estudo procurou analisar a inovação em serviços nas empresas de Telefonia Móvel, baseando-se na abordagem das forças competitivas. Foram abordadas questões como interconexão, verticalização e escolha de padrões tecnológicos. Com esse intuito, o estudo de natureza correlacional selecionou uma variável dependente (competitividade) e uma variável independente (serviços). Da variável dependente, 05 fatores são selecionados (barreiras à entrada, ameaça de substitutos, rivalidade de concorrentes, poder de negociação com fornecedores, poder de negociação com cliente). Da variável independente, 04 fatores são selecionados (preço, produto, promoção e distribuição). Foi realizada uma pesquisa de amostra estratificada pela internet com 19 empresas. Os procedimentos de análise de dados foram realizados com o uso de técnicas estatísticas nãoparamétricas. Como resultados gerais conclui que o grau de inovação em serviços não deve ser totalmente correlacionado a competitividade, uma vez que apenas a hipótese que continha o fator preço apresentou níveis significantes. A aplicação do modelo de pesquisa permitiu a identificação de um mercado em que a abrangência regional e o número de funcionários influenciam a competitividade. Diante dos resultados apresentados, é possível reconhecer a utilidade do modelo em relação a identificação do comportamento competitivo e do padrão estratégico desenvolvido pelas operadoras de telefonia móvel.Descargas
Descargas
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2009 Revista de Ciencias Administrativas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Para publicação de trabalhos, os autores deverão assinar a Carta de Direitos Autorais, cujo modelo será enviado aos autores por e-mail, reservando os direitos, até mesmo de tradução, à RCA.
Para os textos que apresentam imagens (fotografias, retratos, obras de artes plásticas, desenhos fotografados, obras fotográficas em geral, mapas, figuras e outros), os autores devem encaminhar para a RCA carta original de autorização da empresa que detém a concessão e o direito de uso da imagem. A carta deve estar em papel timbrado e assinada pelo responsável da empresa, com autorização para o uso e a reprodução das imagens utilizadas no trabalho. O corpo da carta deve conter que a empresa é detentora dos direitos sobre as imagens e que dá direito de reprodução para a RCA. É importante salientar que os autores são responsáveis por eventuais problemas de direitos de reprodução das imagens que compõem o artigo.
A instituição e/ou qualquer dos organismos editoriais desta publicação NÃO SE RESPONSABILIZAM pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seus autores












