Generalização do CAPM aplicada ao mercado de telefonia celular do Brasil

Autores

  • Caimi Franco Reis Agência Nacional de Telecomunicações
  • Oswaldo Luiz Do Valle Costa Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.5020/2318-0722.14.1.%25p

Resumo

Neste ano, a Anatel começou a adotar um novo modelo para as tarifas de interconexão das diversas áreas de telecomunicação do Brasil, entre elas a telefonia fixa e móvel. Nesse modelo, o WACC e o CAPM terão papel central no cálculo da emuneração do capital empregado em cada setor. No caso específico do CAPM, entretanto, há muitas controvérsias sobre sua aplicabilidade em países emergentes. ESTRADA (2002, 2003), por exemplo, encontrou resultados mais plausíveis para esses países, utilizando o modelo D-CAPM, uma variação do CAPM, baseada no risco Downside. Neste sentido, o objetivo deste artigo é propor uma generalização do CAPM, baseada em ponderação dos riscos Downside e Upside, analisando a existência de modelos intermediários que estimem melhor o retorno do mercado de telefonia celular do Brasil, com vistas à nova orientação de custos adotada. Na avaliação do poder de estimação dos modelos utilizou-se o índice de Jensen e o REQM, de 2003 e 2005. Mostra-se, assim, que realmente há uma determinada combinação entre os riscos Downside e Upside, que estima melhor o retorno das operadoras do setor e do mercado da telefonia celular como um todo.

Biografia do Autor

Caimi Franco Reis, Agência Nacional de Telecomunicações

Agência Nacional de Telecomunicações

Oswaldo Luiz Do Valle Costa, Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

Escola Politécnica da Universidade de São Paulo

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Como Citar

REIS, C. F.; COSTA, O. L. D. V. Generalização do CAPM aplicada ao mercado de telefonia celular do Brasil. Revista Ciências Administrativas, [S. l.], v. 14, n. 1, 2009. DOI: 10.5020/2318-0722.14.1.%p. Disponível em: https://ojs.unifor.br/rca/article/view/251. Acesso em: 31 jan. 2023.

Edição

Seção

Artigos