Análisis de la situación de salud: la mortalidad fetal de la 10ª región de salud de Ceará
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2017.p30Palabras clave:
Muerte Fetal, Atención Prenatal, Prestación de Atención de Salud.Resumen
Objetivo: Analizar la situación de salud en el contexto de la mortalidad fetal de la 10ª Región de Salud de Ceará. Métodos: Estudio transversal, descriptivo y retrospectivo con informaciones de 71 óbitos fetales de madres residentes de la 10ª Región de Salud de Ceará en el periodo entre 2012 y 2013. Se utilizaron los datos del Sistema de Información sobre Mortalidad y de las Fichas de Investigación del Óbito Fetal que fueron analizados en frecuencias absolutas y relativas. Resultados: Se observó que el 52,1% (n=37) de las muertes fetales se dieron en mujeres con menos de 30 años. Entre las madres, el 35,2% (n=25) eran primigestas, el 49,3% (n=35) iniciaron el prenatal antes de las 12 semanas de gestación y el 64,7% (n=46) tuvieron complicaciones en la gestación. Entre los partos, el 36,6% (n=26) se dieron entre 37 y 41 semanas de gestación y el 67,6% (n=48) por vía vaginal. Entre los natimuertos, el 31% (n=22) tenían más de 2.500g de peso y el 38% (n=28) tuvieron hipoxia intrauterina como causa básica de muerte. Conclusión: La situación de salud respecto la mortalidad fetal evidenció elevada tasa de óbitos en el año de 2013 (14,5/1.000 nacimientos) cuyas madres eran jóvenes, primigestas, y con complicaciones en la gestación, con muertes antes del parto, bajo peso e hipoxia intrauterina.Descargas
Citas
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