Bitcoin en la teoría de Markowitz: Influencia en la eficiencia de la cartera
DOI:
https://doi.org/10.5020/2318-0722.2025.31.e16220Palabras clave:
Teoría de Markowitz, Índice de Sharpe, riesgo–rendimiento, optimización de cartera, bitcoinResumen
Este estudio investiga el impacto de la inclusión de Bitcoin en la eficiencia de carteras de inversión tradicionales, utilizando la Teoría Moderna de Portafolios de Markowitz. A través de una investigación cuantitativa aplicada, se analizaron indicadores de riesgo, rendimiento, correlación y el índice de Sharpe de carteras compuestas por acciones del índice Bovespa, con y sin Bitcoin, en intervalos de cinco y diez años. Los resultados indican que, aunque Bitcoin presenta la mayor volatilidad entre los activos analizados, su baja correlación con las acciones tradicionales contribuye a desplazar la frontera eficiente hacia niveles superiores, permitiendo una mejor relación riesgo–rendimiento para los inversores dispuestos a tolerar mayores oscilaciones. Desde el punto de vista teórico, el estudio amplía la aplicación de la Teoría de Portafolios al incluir los criptoactivos como instrumentos válidos de diversificación. En términos gerenciales, se sugiere que los gestores de fondos y los inversores individuales consideren una asignación moderada en Bitcoin para optimizar sus estrategias de diversificación y mitigación del riesgo no sistemático, especialmente en contextos de alta volatilidad de los mercados tradicionales.
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