Terapia incentivadora da inspiração: uma revisão das técnicas de espirometria de incentivo a fluxo e a volume e o Breath-Stacking
DOI:
https://doi.org/10.5020/367Palavras-chave:
, Modalidades de Fisioterapia, Terapia Respiratória, Cuidados Pós-Operatórios, Capacidade Inspiratória.Resumo
Objetivo: Revisar a literatura acerca das diferenças entre os espirômetros de incentivo (EI) e a técnica de Breath-Stacking, comparando-se os espirômetros de incentivo a volume e a fluxo entre si e ambos com o Breath-Stacking. Métodos: Realizou-se busca na base de dados PUBMED com os termos “incentive spirometry” e “Breath-Stacking”, sendo selecionados para essa revisão apenas aqueles que tratavam das diferenças entre os EI e que comparavam essa técnica com a espirometria de incentivo. Resultados: Os Espirômetros de Incentivo a volumes promovem um padrão respiratório mais abdominal, com menor utilização de músculos acessórios da respiração quando comparados a espirômetros a fluxo. Um tempo inspiratório mais prolongado e menores freqüências respiratórias também estão associados à utilização dos instrumentos a volume. O Breath-Stacking proporciona uma expansão pulmonar até volumes próximos à Capacidade Pulmonar Total. Na literatura revisada, volumes significativamente maiores, bem como um tempo de sustentação da inspiração mais prolongado foram obtidos durante a utilização do Breath-Stacking, quando comparado aos Espirômetros. O Breath-Stacking também difere dos Espirômetros de incentivo pelo padrão de ventilação pulmonar, sendo este mais direcionado às bases e à periferia do pulmão, regiões mais suscetíveis às complicações pulmonares que podem ocorrer no período pós-operatório. Conclusão: O sucesso da terapia incentivadora da inspiração é influenciado pela escolha criteriosa do instrumento ou técnica mais adequada a cada paciente.Downloads
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