Diversidad de género y el acceso al Sistema Único de Salud
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6726Palabras clave:
Minorías Sexuales, Accesibilidad a los Servicios de Salud, Prestación de Atención de Salud.Resumen
Objetivo: Aprehender las dimensiones del acceso y de la atención integral de la red del Sistema Único de Salud (SUS) en la perspectiva de la diversidad de género. Métodos: Investigación exploratoria de abordaje cualitativo realizada en Unidades Básicas de Salud vinculadas a la red de Atención Básica de Teresina, Piauí, Brasil, en la cual participaron (n=19) lesbianas, gays, bisexuales, travestís y transexuales (LGBT). Se recogieron los datos en el año de 2016 a través de cuatro grupos focales con la pregunta guía “Cómo a vosotros les gustaría ver el acceso, la calidad y el modo de organización de las acciones y servicios ofrecidos a la población LGBT?” y fueron analizados a través del análisis de contenido. Resultados: Emergieron cuatro categorías interpretativas, una para cada grupo estudiado: Atención ginecológica a las lesbianas; El gay amariposado en los servicios de salud; Buscando la equidad para las travestís; El nombre social de las mujeres transexuales en el SUS. Las lesbianas informaron que afrontan barreras para el acceso a los servicios de salud y la atención ginecológica; para los gays el acceso es fragilizado para aquellos que son amariposados; para las travestís la equidad del cuidado a través de ambulatorios específicos ha sido apuntada como estrategia importante; y para las mujeres transexuales el uso del nombre social debería ser incorporado en la rutina de los servicios de salud. Conclusión: Hay emergencia para el acceso a las redes de atención a la salud integral de la población LGBT con el objetivo de promocionar la inclusión de sus diversos equipamientos sociales, promulgar el respecto y facilitar las prácticas de la equidad.Descargas
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