Evaluación de la asistencia prenatal: relevancia de las pruebas
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2015.p504Palabras clave:
Atención Prenatal, Calidad de la Atención de Salud, Pruebas HematológicasResumen
Objetivo: Evaluar la asistencia prenatal de mujeres asistidas en el parto y verificar la relevancia de las pruebas de laboratorio para la calidad del prenatal. Métodos: Estudio transversal desarrollado em un hospital universitario de referencia de la ciudad de Santa Cruz-RN en el período entre junio y julio de 2014 con 50 parturientas asistidas en el parto. Las mujeres tenían entre 18-40 años y riesgo obstétrico bajo. Fueron recogidos los datos de la tarjeta del prenatal y aplicación de un cuestionario estructurado. La caracterización de la adecuación del prenatal fue elaborada basado en las directrices del Programa de Humanización del Prenatal y Puerperio (PHPN) y em el Manual Técnico del Prenatal y Puerperio (MTPP). Se realizó um análisis descriptivo de los datos y el test Chi-cuadrado para verificar las diferencias de las proporciones. Resultados: Se observó que el 86% (n=43) iniciaron el prenatal precoz y tuvieron una media de 7,3 consultas. Los procedimientos clínicos de la obstetrícia tuvieron cinco o más registros en el 58% (n=29) de la muestra. En la evaluación del registro de las pruebas de laboratorio se observó un porcentual de adecuación bajo en la 2ª rutina de prueba establecida (32%, n=16). Según los parámetros (PHPN y MTPP), el prenatal fue adecuado solamente para el 24% (n=12) de los casos. En la evaluación de la clasificación de la asistencia del prenatal sin el uso de pruebas de laboratorio, la adecuación subió al 48% (n=24) con diferencia estadística significativa (p<0,001). Conclusión: El acceso al prenatal fue satisfactorio, sin embargo, la calidad del prenatal fue deficiente y la mayor fragilidad parece relacionarse com los registros de las pruebas de laboratorio.Descargas
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