Relação entre introdução precoce de alimentos, condições socioeconômicas familiares e doenças respiratórias
DOI:
https://doi.org/10.5020/2026Palabras clave:
Alimentos Infantis, Consumo de Alimentos, Alimentos Especializados, Doenças Respiratórias, Fatores SocioeconômicosResumen
Objetivos: Pesquisar as características da alimentação complementar precoce e as condições socioeconômicas e demográficas das famílias de crianças de 0 a 59 meses que apresentaram doenças respiratórias. Métodos: Comparação dos dados de dois estudos transversais de base populacional realizados na cidade do Rio Grande/RS, nos anos de 1995 e 2004 para observar alterações nas prevalências. Resultados: Em ambos estudos percebeu-se que a maioria das crianças recebia água, chás, sucos, papinhas e frutas antes dos seis meses. Em contrapartida, leite em pó, leite de vaca, carnes e feijão foram introduzidos após o sexto mês de vida para a maior parte das crianças. Nos dois estudos, houve maior proporção de famílias com rendimentos até 5,9 salários mínimos, com até 8 anos completos de estudo, condições adequadas de moradia, mulheres casadas, com 1 filho e intervalo interpartal superior a 3 anos. Conclusões: Observou-se, nos dois estudos, que a introdução de alimentos antes do sexto mês de vida ainda é frequente nesta população, apesar de que nesse período as crianças deveriam estar sob amamentação exclusiva ao seio materno.Descargas
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Derechos de autor 2012 Revista Brasileña en Promoción de la Salud

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