Estudio observacional: ¿la vacunación tiene efecto protector en el desarrollo de COVID larga?

La vacunación y los efectos en COVID larga

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5020/18061230.2024.15336

Palabras clave:

Vacuna contra la Covid 19, Covid larga, Manifestaciones Clínicas, Disfunción Cognitiva

Resumen

Objetivo: Evaluar si la vacunación tiene valor protector contra el desarrollo de COVID larga y de sus manifestaciones clínicas. Método: Se trata de un estudio Observacional, con pacientes seleccionados, aleatoriamente, que fueron atendidos en un hospital universitario. Los participantes eran individuos mayores de 18 años, ambos los sexos, con resultado de prueba (RT-PCR o TR-AG) positivo para SARS-CoV-2, entre abril/2021 y junio/2022, y hay, por lo menos, cuatro semanas de la entrevista, realizada entre
abril/2022 y mayo/2023. Fue aplicado un cuestionario por un miembro del equipo de investigación direccionada para la situación vacunal y las manifestaciones clínicas de COVID larga (cefalea, fatiga, dolor torácico, tos, disnea, insomnio, déficits cognitivos, cambios en la cavidad oral y otros). Después de la recogida de datos, los individuos fueron divididos en dos grupos (vacunados y no vacunados), y analizada las incidencias de las manifestaciones clínicas entre ellos. Los resultados fueron sometidos al
test Chi-cuadrado y Exacto de Fisher, con nivel de significancia de 5%. Resultados: Fueron seleccionados 855 participantes, entre ellos, 120 (14%) fueron incluidos, (38,3%) son pertenecientes al grupo no vacunado y 74 (61,7%) al grupo vacunado. En los vacunados hubo menor incidencia de COVID larga, con relación al grupo de no vacunados (p=0.0128). La incidencia de
déficit cognitivo en la COVID larga fue estadísticamente significante en el grupo de no vacunados (p=0,0343). Conclusión: La vacunación mostró ser una estrategia de prevención primaria para COVID larga, pues demostró eficacia en la protección contra su desarrollo, reduciendo la incidencia de deficits cognitivos.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Biografía del autor/a

Maria Luiza Ricarte Ruggeri, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, São Paulo, Brasil

Graduanda de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Monitora das disciplinas de Práticas de Enfermagem (2019), Práticas de Saúde da Comunidade (2019 e 2020) e Citologia, Histologia e Embriologia (2019). Ligante das ligas acadêmicas de Imunologia (2020); Medicina Intensiva (2020); Hematologia (2021); Cardiologia (2021-2022) e Clínica Médica (2022). Membro efetivo do Diretório Acadêmico Maria Aparecida Barone (2019-2020). Discente extensionista da PUC-Campinas em 2019. Possui capítulos de livros publicados e apresentações de trabalhos. Participou como ouvinte e organizadora de diversos eventos acadêmico-científicos, como Congressos, Simpósios e Jornadas. Realizou Iniciação Cientifica com bolsa pela CNPq. Atualmente, compõe a Coordenadoria da Comissão Discente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM) - Regional São Paulo.

Carlos Eduardo Fontana, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, São Paulo, Brasil

Cirurgião Dentista pela PUC-Campinas (2001), Especialista em Dentística Restauradora pela FOP-Unicamp (2002) e Endodontia pela São Leopoldo Mandic (2004). Mestre em Clinicas Odontológicas - Área de Concentração em Endodontia pela São Leopoldo Mandic (2007) e Doutor em Endodontia pela São Leopoldo Mandic (2014). Membro da EEC - Equipe de Endodontia de Campinas desde 2003. Professor de Endodontia da Faculdade de Odontologia da PUC-Campinas (desde 2014). Professor da Carreira Docente / Pesquisa da PUC-Campinas.Professor efetivo do Programa de Mestrado em Ciências da Saúde da PUC-CampinasMembro da Sociedade Brasileira de Endodontia e membro da AAE - American Association of Endodontists.Vice Coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da PUC-Campinas.Possui consultório particular em Rio Claro-SP aonde atua exclusivamente na área de Endodontia e Microscopia Operatória.

Elisa Donalisio Teixeira Mendes, Pontificia Universidade Catóilica de Campinas, Campinas, São Paulo, Brasil

Médica formada pela Faculdade de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) em 2007. Foi bolsista de Iniciação Científica-Fapesp. Cursou Programa de Residência Médica em Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), concluído em 2010. Foi aprovada no título de especialista de Infectologia em 2011. Atuou como médica preceptora do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, na área de Controle de Infecção Hospitalar no ano de 2011. Trabalhou na Subcomissão de Controle de Infecção Hospitalar do HC-FMUSP por 4 anos. Defendeu Doutorado no Departamento de Molestias Infecciosas e Parasitárias da FMUSP. É docente da Faculadade de Medicina da PUC-Campinas desde 2015, e da pós graduação (professora operante) em Ciencias da Saúde da PUC-Campinas desde 2018.Trabalhou 4 anos como médica chefe do serviço de Controle de Infecção Hospitalar na Maternidade de Campinas.É médica contratada no Departamento de Infectologia do Hospital Universitário da PUC-Campinas. Compos a euipe da CCIH do HC-Unicamp por 5 anos e atualmente atua na enfermaria de infectologia e do Hospital das Clínicas da Unicamp. As áreas de interesse são infecção hospitalar, infecção em imunossuprimidos e infectologia geral.

Sérgio Luiz Pinheiro, Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, São Paulo, Brasil

Professor Permanente do Programa de Mestrado em Ciências da Saúde e Professor 40 horas da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Possui graduação em Odontologia pela Universidade de Santo Amaro (1992), Mestrado em Odontologia (Odontopediatria) pela Universidade de São Paulo (2000) e Doutorado em Odontologia (Dentística) pela Universidade de São Paulo (2004) e Pós-Doutorado na Universidade Estadual de Campinas (2015). Habilitação em Laser. Tem experiência na área de Odontologia, com ênfase em Dentística e Odontopediatria, atuando principalmente nos seguintes temas: dentística, cárie, cimento de ionômero de vidro, adesivos dentinários, antimicrobianos, laser, terapia fotodinâmica e microbiologia. Coordenador do Programa de Mestrado em Ciências da Saúde da PUC-Campinas 2018-2022. Coordenador do Comitê de Ética da PUC-Campinas

Publicado

2024-11-29

Cómo citar

Ruggeri, M. L. R., Fontana, C. E., Mendes, E. D. T., & Pinheiro, S. L. (2024). Estudio observacional: ¿la vacunación tiene efecto protector en el desarrollo de COVID larga? La vacunación y los efectos en COVID larga. Revista Brasileña En Promoción De La Salud, 37, 1–9. https://doi.org/10.5020/18061230.2024.15336

Número

Sección

artículos originales