O investidor brasileiro é conservador: uma pesquisa com os Docentes do
DOI:
https://doi.org/10.5020/2318-0722.13.3.%25pResumo
No primeiro semestre de 2004, a poupança acumulou 3,83% de rentabilidade, enquanto os fundos DI e os CDB´s se destacaram no mercado, com 7,56% e 7,70%, respectivamente (VIEIRA, 2004). Essa diferença, entretanto, não tem afetado muito as decisões do investidor brasileiro, cuja maior preferência é pela poupança, seguida pelos imóveis, fundos e, por último, as ações, em um comportamento tipicamente conservador, conforme pesquisa da Madia Mundo Marketing (CAMBA, 2004). O presente trabalho procura investigar o comportamento financeiro dos professores do Centro de Ciências dministrativas (CCA) da Universidade de Fortaleza - UNIFOR, através de questionário fechado com 20 perguntas, aplicado com entrevista, no período compreendido entre abril e maio de 2004. A amostra abrangeu 55 docentes, e os dados coletados foram tabulados pelo software SPSS 12.0 for Windows. Prevaleceu entre os docentes pesquisados um perfil conservador, por possuírem a reserva/precaução financeira e a formação de patrimônio como principais objetivos financeiros. Verificou-se que 71% dos professores investem predominantemente em fundos de renda fixa, em detrimento dos fundos de renda variável. Também, 45,4% dos professores investem em poupança. Acredita-se que a formação acadêmica constitui importante fator de influência para as decisões de investimento, levando 45,4% dos pesquisados a diversificarem suas aplicações. Através desse estudo, foram levantadas como hipóteses para a aversão ao risco encontrada as limitações diferenciadas de cada indivíduo de acordo com o estágio do ciclo de vida, a propensão de não sacrifício do consumo imediato, e a falta de educação financeira com relação ao mercado de ações.Downloads
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