Administração estratégica e indústria criativa: uma discussão sobre recursos e capacidades em grupos musicais

Autores

  • Afonso Carneiro Lima
  • José Augusto Giesbrecht da Silveira
  • Fátima Regina Ney Matos
  • André Moura Xavier

Resumo

A indústria criativa vem crescendo continuamente em diversos países e a produção musical responde por grande parte desse crescimento. Considerando tal fenômeno, este ensaio versa sobre a produção musical, especificamente o rock, a partir da Visão Baseada nos Recursos da Firma (VBR), utilizando-se da analogia como método de argumentação e estabelecendo como parâmetros comparativos os ativos tangíveis, ativos intangíveis e capacidades – conceitos da VBR. Mudanças no cenário cultural promovidas por inovações tecnológicas e pela internet têm aberto novas possibilidades para artistas-empreendedores; como resultado, há uma clara necessidade de esses atores repensarem sua realidade e seus objetivos nesse contexto. Este ensaio argumenta que a ideia da banda como uma organização que opta por um conjunto de recursos e desenvolve capacidades para atingir objetivos estratégicos certamente contribui para essa tarefa. DOI: 10.5020/2318-0722.2014.v20n2p505

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Publicado

15.05.2015

Como Citar

LIMA, Afonso Carneiro; GIESBRECHT DA SILVEIRA, José Augusto; NEY MATOS, Fátima Regina; XAVIER, André Moura. Administração estratégica e indústria criativa: uma discussão sobre recursos e capacidades em grupos musicais. Revista Ciências Administrativas, [S. l.], v. 20, n. 2, 2015. Disponível em: https://ojs.unifor.br/rca/article/view/3658. Acesso em: 10 jan. 2026.

Edição

Seção

Artigos