Organizando os ativos tecnológicos do governo: modelo de referência para a implantação
DOI:
https://doi.org/10.5020/2318-0722.10.2.%25pResumo
Este artigo propõe um modelo de referência de governo eletrônico, centrado no cidadão, associado a um modelo estruturador dos ativos tecnológicos do governo, como base para a implantação de políticas de governo eletrônico. O governo eletrônico pode ser entendido como uma das principais formas de modernização do estado e está apoiado no uso estratégico e intensivo da Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC, utilizada nas relações internas dos Órgãos ou Agências Governamentais, e principalmente nas suas relações com o cidadão e empresas, na oferta de serviços públicos. Desta forma, o governo eletrônico torna-se um elemento vital para viabilizar o conceito de governo focado no Cidadão, conhecido também pela expressão “Citizen-Centered”, orientando os processos internos de governo e a sua dinâmica de operação, a partir da visão do elemento central do modelo – o Cidadão – no que se refere ao atendimento de suas necessidade de serviços. Este artigo propõe, a partir de padrões de classe-mundial e melhores práticas, um modelo referencial para a organização dos ativos tecnológicos. E discute o emprego da TIC como instrumento de viabilização do uso da tecnologia de informação, para atender os requisitos do cidadão do século XXI. A polarização atual das discussões do tema “governo eletrônico” fortemente associado apenas ao uso da rede mundial de computadores – Internet – como canal de acesso e entrega para serviços digitais, não tem permitido que outras formas de estruturação de canais, sistemas, processos, informações e infra-estrutura tecnológica, dentro da administração pública, sejam exploradas adequadamente.Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2009 Revista Ciências Administrativas

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Para publicação de trabalhos, os autores deverão assinar a Carta de Direitos Autorais, cujo modelo será enviado aos autores por e-mail, reservando os direitos, até mesmo de tradução, à RCA.
Para os textos que apresentam imagens (fotografias, retratos, obras de artes plásticas, desenhos fotografados, obras fotográficas em geral, mapas, figuras e outros), os autores devem encaminhar para a RCA carta original de autorização da empresa que detém a concessão e o direito de uso da imagem. A carta deve estar em papel timbrado e assinada pelo responsável da empresa, com autorização para o uso e a reprodução das imagens utilizadas no trabalho. O corpo da carta deve conter que a empresa é detentora dos direitos sobre as imagens e que dá direito de reprodução para a RCA. É importante salientar que os autores são responsáveis por eventuais problemas de direitos de reprodução das imagens que compõem o artigo.
A instituição e/ou qualquer dos organismos editoriais desta publicação NÃO SE RESPONSABILIZAM pelas opiniões, ideias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seus autores












