Espiritualidad/religiosidad y el HumanizaSUS en Unidades de Salud de la Familia
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2018.6524Palabras clave:
Humanización de la Atención, Estrategia de Salud Familiar, Espiritualidad, Acogimiento, Salud Holística.Resumen
Objetivo: Describir y comparar la influencia de la espiritualidad/religiosidad y del HumanizaSUS en la práctica clínica de profesionales sanitarios de Unidades de Salud de la Familia. Métodos: Estudio descriptivo y transversal en el cual se ha entrevistado a todos los 10 profesionales sanitarios de nivel superior de las Unidades de Salud de la Familia del municipio de Jiquiriçá, Bahía, Brasil, en el periodo entre enero y julio de 2016. Las entrevistas se dieron a través de un cuestionario adaptado del estudio Multicéntrico SEBRAME (Spirituality and Brazilian Medical Education) y de un cuestionario especifico desarrollado para el abordaje del HumanizaSUS. Resultados: De entre los entrevistados, el 40% (n=4) dijeron que no tienen religión pero creen en Dios; el 30% (n=3) son evangélicos/protestantes; el 20% (n=2) son católicos y el 10% (n=1) contestaron que no tenían religión/no creen en Dios. La mayoría de los profesionales (n=6; 60%) relató una intensidad moderada de la influencia de la religiosidad/espiritualidad en la práctica clínica. La mayor parte de los profesionales (n=9; 90%) conocen el HumanizaSUS y el 50% (n=5) afirmaron que aplican las orientaciones y directrices del programa. Conclusión: La espiritualidad/religiosidad ha influenciado más la conducta clínica del profesional investigado que el HumanizaSUS.Descargas
Citas
Ministério da Saúde (BR). Do sanitarismo à municipalização. Brasília: Ministério da Saúde; 2017 [acesso em 2017 Abr 21]. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/historico
Ministério da Saúde (BR). Política Nacional da Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde; 2012.
Costa GD, Cotta RMM, Ferreira MLSM, Reis JR, Franceschini SCC. Saúde da família: desafios no processo de reorientação do modelo assistencial. Rev Bras Enferm. 2009;62(1):113-8.
Oliveira MAC, Pereira IC. Primary Health Care essential attributes and the Family Health Strategy. Rev Bras Enferm. 2013;(Esp):158-64.
Frota MLM. Enfermagem obstétrica: o cuidar e o ensino na perspectiva da assistência humanizada. In: Congresso Brasileiro de Enfermagem, 52. Recife; 2000. Recife: ABEn; 2001. p.179-85.
Guerrero GP. Associação da espiritualidade na qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes com câncer de cabeça e pescoço [dissertação]. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2011.
Alves JS, Junges JR, López LC. A dimensão religiosa dos usuários na prática do atendimento à saúde: percepção dos profissionais da saúde. Mundo Saúde. 2010; 34(4):430-6.
Silva AF, Oliveira ACD, Oliveira MC, Silva SBF. Narrativas sobre saúde e doença: o encontro da ciência com a espiritualidade. Interdisciplinary. J Health Educ. 2016;1(2):139-43.
Koenig H, King D, Carson VB. Handbook of religion and health. 2ª ed. New York: Oxford University Press; 2012.
Lucchetti G, Lucchetti ALG, Avezum A Jr. Religiosidade, espiritualidade e doenças cardiovasculares. Rev Bras Cardiol. 2011;24(1):55-7.
Borges, PP, Ferreira RS, Sousa IDT. A saúde permeada pela espiritualidade. Multitemas. 2017;22(51):7-21.
Koenig HG. Espiritualidade no cuidado com o paciente. São Paulo: Fé Editora Jornalística; 2005.
Koenig HG, Idler E, Kasl S, Hays JC, George LK, Musick M, et al. religion, spirituality, and medicine: a rebuttal to skeptics. Int J Psychiatry Med. 1999;29(2):123-31.
Maciejewski PK, Phelps AC, Kacel EL, Balboni TA, Balboni M, Wright A, et al. Religious coping and behavioral disengagement: Opposing influences on advance care planning and receipt of intensive care near death. Psychooncology. 2012;21(7):714-23.
Guerrero GP, Zago MMF, Sawada NO, Pinto MH. Relação entre espiritualidade e câncer: perspectiva do paciente. Rev Bras Enferm. 2011;64(1):53-9.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Censo Demográfico 2010 [acesso em 2017 Abr 21]. Disponível em http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/ censo2010/caracteristicas_religiao_deficiencia/caracteristicas_religia _deficiencia_tab_pd f.shtm.
Ministério da Saúde (BR). Consulta de estabelecimentos de saúde por município. 2017. [acesso em 2017 Abr 21]. Disponível em: http://cnes2.datasus.gov.br/Mod_Ind_Unidade.asp?VEstado=29&VMun=291820&VComp=201702&VUni=
Lucchetti G, Oliveira LR, Koenig HG, Leite JR, Lucchetti ALG. Medical Students, Spirituality and Religiosity-results from the Multicenter Study SEBRAME. BMC Med Educ. 2013;13(8):1-8.
Lucchetti G, Lucchetti AG, Badan-Neto AM, Peres PT, Peres MF, Moreira-Almeida A, et al. Religiousness affects mental health, pain and quality of life in older people in an outpatient rehabilitation setting. J Rehabil Med. 2013;43(4):316-22.
Gonçalves AMS, Pillon SC. Adaptação transcultural e avaliação da consistência interna da versão em português da Spirituality Self Rating Scale (SSRS). Rev Psiquiatr Clín [Internet]. 2009 [acesso em 2017 Abr 21]; 36(1):10-5. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-60832009000100002&script=sci_abstract&tlng=pt
Conselho Nacional de Saúde (BR). Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Brasília; 2017 [acesso em 2017 Abr 21]. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/reso_12.htm
Conselho Federal de Odontologia (BR). Perfil atual e tendências do Cirurgião-dentista brasileiro [Internet]. Maringá: Dental Press International; 2010 [acesso em 2017 Ago 5]. Disponível em: http://cfo.org.br/wp-content/uploads/2010/04/PERFIL_CD_BR_web.pdf
Conselho Federal de Medicina (BR). Demografia Médica no Brasil. 2015 [acesso em 2016 Jan 17]. Disponível em: https://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=25867
Conselho Federal de Enfermagem (BR). Perfil da Enfermagem na Bahia. 2015 [acesso em 2016 Jan 17]. Disponível em http://www.cofen.gov.br/cofen-lanca-perfil-da-enfermagem-nabahia_31985.html
Espinha DCM, Camargo SM, Silva SPZ, Pavelqueires S, Lucchetti G. Nursing Students Opinion sabout Health, Spirituality and Religiosity. Rev Gaúch Enferm. 2013;34(4):98-106.
Oliveira MR, Junges JR. Saúde mental e espiritualidade/religiosidade: a visão de psicólogos. Estud Psicol. 2012;17(3):469-76.
Pereira VNA, Kluppel BLP. A cura pela fé: um diálogo entre ciência e religião. Caminhos Goiânia. 2014;12(1):93-104.
Geronasso MCH, Coelho D. A influência da religiosidade/espiritualidade na qualidade de vida das pessoas com câncer. Saúde Meio Ambiente. 2012;1(1):173-87.
Marques LF. A saúde e o bem-estar espiritual em adultos Porto Alegrenses. Psicol Ciênc Prof. 2003;23(2):56-65.
Lucchetti G, Almeida LGC, Lucchetti ALG. Religiousness, mental health, and quality of life in brazilian dialysis patients. Hemodial Int. 2012;16(1):89-94.
Boff L. Saber cuidar: Ética do humano- compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes; 2008.
Saad M, Medeiros R. Espiritualidade e saúde. Einstein (São Paulo). 2008;6(3 Pt 2):135-6.
Silva CAM, Arcker JIBV. O cuidado paliativo domiciliar sob a ótica de familiares responsáveis pela pessoa portadora de neoplasia. Rev Bras Enferm. 2007;60(2):150-4.
World Health Organization. Amendments to the Constitution: report by the secretariat. In: Fifty-Second World Health Assembly. 1999 Apr 7 [acesso em 2017 Ago 16]. Disponível em: http://apps.who.int/gb/archive/pdf_files/WHA52/ew24.pdf
Nora CRD, Junges JR. Política de humanização na atenção básica: revisão sistemática. Rev Saúde Pública. 2013;47(6):1186-200.
Martins MCF. Humanização das relações assistenciais de saúde: a formação do profissional de saúde. São Paulo: Casa do Psicólogo; 2001.
Leite NC, Vasconcelos JMB, Fontes WD. Communication in the process of humanization of the assistance at intensive care unit: experience of relatives and cares. J Nurs UFPE Online. 2010;4(4):1587-94.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2018 Revista Brasileña en Promoción de la Salud

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Al publicar en la RBPS, los autores declaran que el trabajo es de su exclusiva autoría y, por lo tanto, asumen la total responsabilidad por su contenido. Junto con el envío del manuscrito, los autores deben presentar la Declaración de Responsabilidad y de Derechos de Autor firmada por todos los autores, así como su contribución individual en la elaboración del mismo, y deberá enviarse en formato PDF. Los autores retienen los derechos de autor de su artículo y aceptan licenciar su trabajo mediante una Licencia Pública Internacional Creative Commons, aceptando así los términos y condiciones de dicha licencia.
CC BY-NC: Esta licencia permite que otros remezclen, adapten y creen a partir del artículo publicado con fines no comerciales, siempre que atribuyan el debido crédito a los creadores de la obra (los autores del artículo).
Enlace de la licencia: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
Código legal: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/legalcode
















