Atención prenatal y resultado perinatal
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2017.p187Palabras clave:
Embarazo, Atención Prenatal, Mujeres Embarazadas.Resumen
Objetivo: Relacionar el número de consultas prenatales con los desenlaces perinatales. Métodos: Se realizó un estudio de cohorte transversal en el período entre septiembre de 2014 y agosto de 2015 en las bases de datos de embarazadas de una maternidad pública de la ciudad de Joinville/SC/Brasil. La investigación incluyó pacientes de única gestación dividiéndose en 2 grupos: con 6 o menos y 7 o más consultas prenatales. Se utilizaron los siguientes desenlaces primarios: la vía del parto, la prematuridad, el bajo peso al nacer, la macrosomía y el óbito perinatal. El análisis se realizó con el modelo de regresión logística multinomial con el intervalo de confianza del 95%. Resultados: De un total de 4.260 historiales clínicos, 266 (6,2%) pacientes realizaron 6 consultas o menos y 3.994 (93,7%) tuvieron 7 consultas prenatal o más. Los grupos presentaron diferencia en las características maternas; con edad de 20 años o menos (27,4% vs 21,3% p=0,020) entre los grupos; con educación básica incompleta (28,1% vs 21% p=0,006) y educación secundaria completa (25,9% vs 36,9% p= 0,000); hipertensión arterial sistémica (9,77% vs 6,5% p=0,039), distintas características neonatales como la prematuridad (23,6% vs 6,6% p=0,000) y en el parto a término (76,3%) vs 93,3% p= 0,000) respectivamente. Se encontró más oportunidad de prematuridad (OR= 2,837), bajo peso (OR=1,895) y óbito perinatal (OR=5,584) en el grupo que realizó 6 consultas o menos. Conclusión: Las gestantes con menos de siete consultas prenatales tienen más oportunidad de prematuridad, bajo peso al nascer y óbito perinatal.Descargas
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