Factores de riesgo para enfermedades crónicas no trasmisibles y las variables sociodemográficas de funcionários
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2015.p230Palabras clave:
Factores de Riesgo, Enfermedad Crónica, Estilo de Vida.Resumen
Objetivo: Asociar los factores de riesgo para enfermedades crónicas no trasmisibles (ECNT) y las variables sociodemográficas de los funcionarios de una institución pública de enseñanza superior. Métodos: Estudio transversal realizado entre el período de 2012 y 2013. Se utilizó un cuestionario con las variables sociodemográficas, los factores de riesgo para las ECNT y La evaluación del peso y la estatura de los entrevistados. Se clasificó el estado nutricional según el índice de masa corporal. Los datos fueron analizados con los Programas Epi-Info 3.2.1 y el Bioestat 5.0. Las asociaciones fueron verificadas a través de las pruebas de Chi-cuadrado de Yates, de tendencia y el test exacto de Fisher (p≤0,05). Resultados: Participaron 225 funcionarios en su mayoría mujeres (64,4%) en la franja de edad entre 45-54 años (37,3%) y más de 12 años de estudio (85,8%). El sexo se asoció con el exceso de peso (p=0,034), el consumo diario de la leche integral (p=0,023), el consumo insuficiente de frutas, legumbres y verduras – FLV (p=0,020) y el consumo insuficiente de frijoles (p=0,000), más frecuentes en las mujeres. El consumo excesivo de bebida alcohólica fue más frecuente entre los hombres (p=0,000). El exceso de peso se asoció con la franja de edad (p=0,008). La costumbre de fumar (p=0,004) y el consumo diario de la leche integral (p=0,016) se asociaron con la escolaridad. Conclusión: Se encontró elevada prevalencia de los factores de riesgo para las enfermedades crónicas no trasmisibles en la muestra investigada y su asociación con el peso, la franja de edad y la escolaridad. El exceso de peso se dio más en las mujeres de más de 45 años, com hábitos alimentarios inadecuados para el sexo femenino, mayor ingestión de bebida alcohólica en los hombres y la costumbre de fumar en los individuos con más escolaridad.Descargas
Citas
Casado L, Viana LM, Thuler LCS. Fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: uma revisão sistemática. Rev Brasil cancerologia.2009;4 (55):379-88.
Brasil. Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico. Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde – Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
Leitão MP, Martins IS. Prevalência e fatores associados a síndrome metabólica em usuários de Unidades Básicas de Saúde em São Paulo – SP. Rev Assoc Med Bras. 2012;58 (1):60-9.
World Health Organization. Noncommunicable diseases country profiles 2011. Geneva: WHO, 2011
World Health Organization Preventing chronic diseases: a vital investment: WHO global report. Geneva: WHO; 2010.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de Orçamentos Familiares POF 2008-2009: Antropometria e análise do estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos no Brasil. Rio de Janeiro, 2010.
Sá NNB, Moura EC. Excesso de peso: determinantes sociodemográficos e comportamentais em adultos. Cad Saúde Pública, Rio de Janeiro,2011; 27(7): 1380-1392.
Burity V, Franceschini T, Valente F, Recine E, Leão M, Carvalho MF. Direito humano à alimentação adequada no contexto da segurança alimentar e nutricional - Brasília, DF: ABRANDH, 2010
Lohman TG. Anthropometric Standardization Reference Manual. Portland: Human Kinetics Pub, 1988.
Brasil. Ministério da Saúde. Vigilância alimentar e nutricional - Sisvan: orientações básicas para a coleta, processamento, análise de dados e informação em serviços de saúde. Série A. Normas e Manuais Técnicos – Brasília (DF), 2004.
World Health Organization. Obesity: preventing and managing the global epidemic. Report a WHO Consultation on Obesity. Geneva: WHO, 2000.
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção de Saúde. VIGITEL Brasil 2012: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico /Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos não Transmissíveis e Promoção de Saúde. – Brasília (DF), 2013.
World Health Organization. Global recommendations on physical activity for health. Geneva: WHO, 2011
Epi Info™ for DOS, 3.2.1 [software]. Atlanta: Centers for Disease Control and Prevention - Division of Public Health Surveillance and Informatics; 2004. Disponível em: http://www.cdc.gov/epiinfo/Epi6/ei6.htm
Ayres M, Ayres Junior M, Ayres DL, Santos AA. BIOESTAT [software]– Aplicações estatísticas nas áreas das ciências biomédicas. Mamirauá. Belém (PA), 2007.
Malta DC, Iser BPM, Claro RM. Prevalência de fatores de risco e proteção para doenças crônicas não transmissíveis em adultos: estudo transversal, Brasil, Epidemiol. Serv. Saúde. 2011 [periódico na internet]. 2013;22(3):423-434.Acesso em maio de 2014, Disponivel em: ipt=sci_arttext&pid=S1679-49742013000300007&lng=es&nrm=iso>. ISSN 1679-4974.
Malta DC. Doenças Crônicas Não Transmissíveis, um grande desafio da sociedade contemporânea. Ciência & Saúde Coletiva, 2014; 19(1),4.
Duncan BB, Chor D, Aquino EML, Bensenor IM, Mill JG, Schimdt PAL, et.al Doenças crônicas não transmissíveis no Brasil: prioridade para enfrentamento e investigação. Rev Saúde Pública, 2012; 46(Supl):126-134.
Oliveira LPM, Assis AMO, Silva MCM, Santana MLP, Santos NS, Pinheiro SMC, et al. Fatores associados a excesso de peso e concentração de gordura abdominal em adultos na cidade de Salvador, Bahia, Brasil. Cad Saúde Pública, 2009;25(3):570-582.
Lino MZR, Muniz PT, Siqueira KS. Prevalência e fatores associados ao excesso de peso em adultos: inquérito populacional em Rio Branco, Acre, Brasil, 2007-2008. Cad. Saúde Pública, 2011.27(4):797-810
World Health Organization. Obesidad y sobrepeso. Nota descritiva N°311.Maio de 2012. Acesso em abril de 2014. Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs311/es/.
Laranjeira R, Pinsky I, Zaleski M, Caetano R. I Levantamento Nacional sobre os padrões de consumo de álcool na população brasileira. Brasília: Secretaria Nacional Antidrogas; 2007. [periódico na Internet].Acesso em fev,2014. Disponível em: http://bvsms. saude.gov.br/bvs/publicacoes/relatorio_padroes_consumo_alcool.pdf.
World Organization of Health. The newly published Global status report on alcohol and health analyses available evidence on alcohol consumption and provides data in x individual country profiles. 2011. Acesso em abr 2014. Disponível em: http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2011/alcohol_20110211/en/.
Aliança de controle do tabagismo. Carga das doenças tabaco-relacionadas para o Brasil. Acesso em 12 março 2014. Disponível em:http:// actbr.org.br/uploads/conteudo/721_Relatorio_ Carga_do_tabagismo_Brasil.pdf>
Zamai CA, Bankoff ADP, Moraes MAA. Levantamento do índice de fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis entre servidores da UNICAMP. Conexões: Rev Faculdade de Educação Física UNICAMP, Campinas,2012;10(1):115-141.
Conceição TV, Gomes FA, Tauil PL, Rosa TT. Valores de pressão arterial e suas associações com fatores de riscos cardiovasculares em servidores da Universidade de Brasília. Arq Bras Cardiol,2006;86(1):26-31
Sousa AG, Carvalho CA, Almeida Fonseca PC, Machado SP. Perfil sociodemográfico e nutricional de servidores em período de pré-aposentadoria. Rev Pesq Saúde,2011;12(3):16-21.
Nobre LN, Esteves EA, Silva KC, Moreira LL, Dias AM, Coelho NF, et al. Fatores de risco modificáveis para doenças cardiovasculares: efeito de um programa de educação. Alim Nutr (Araraquara). 2012;23(4):671-9.
Iser BPM, Yokota RTC, Sá NNB, Moura L, Malta DC. Prevalência de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais do Brasil - principais resultados do VIGITEL 2010. Ciênc. Saúde coletiva [periódico na internet].17(9):2343-2356. Acesso em abr 2014. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141381232012000900015&lng
Rombaldi AJ, Neutzling MB, Silva MCD, Azevedo MR, Hallal PC. Factors associated with regular non-diet soft drink intake among adults in Pelotas, Southern Brazil. Rev Saúde Pública, 2011,45(2):382-390.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa de orçamentos familiares 2008-2009: análise do consumo alimentar pessoal no Brasil / IBGE, Coordenação de Trabalho e Rendimento. - Rio de Janeiro: IBGE, 2011.150 p
Rocha CL, Garcia L. Avaliação nutricional, alimentar e dos hábitos de vida de trabalhadores de um hotel do litoral baiano. Revista da Unifebe ,2012; (10):59-67.
Neves ACM, Gonzaga LAA, Martens IBG, Moura EC. Validação de indicadores do consumo de alimentos e bebidas obtidos por inquérito telefônico em Belém, Pará, Brasil. Cad. Saúde Pública, 2010; 26(12): 2379-2388
Costa LC, Thuler LCS. Fatores associados ao risco para doenças não transmissíveis em adultos brasileiros. Rev Bras Estudos de Populações, Rio de Janeiro, 2012;29(1):133-145.
Flores TR, Ciochetto CR, Nunes BP, Vieira MFA. Consumo de refrigerantes entre escolares de séries iniciais da cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul. Ciência e Saúde.2013, 6 (1):59-66.
Gibson S. Sugar-sweetened soft drinks and obesity: a systematic review of the evidence from observational studies and interventions. Nutr Res Rev 2008 ;( 21):134-47.
Forshee RA, Anderson PA, Storey ML. Sugar-sweetened beverages and body mass index in children and adolescents: a meta-analysis [correction in Am J Clin Nutr 2009; 89:441-2]. Am J Clin Nutr 2008 ;( 87):1662-71
Santos RD et al. I Diretriz sobre o consumo de gorduras e saúde cardiovascular. Arq Bras Cardiol; 2013, São Paulo ,100(1), supl. 3, Jan. Acesso em abr. 2014.Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0066782X2013000900001&lng=en&nrm=iso .
Amorim W, Oliveira RAR, Breguez MS, Santos Amorim PR, Marins, JCB. Prevalência de dislipidemia e sua relação com consumo de oxigênio entre servidores públicos. Rev Bras Promoção da Saúde,2013;26(2) 290-297.
Oliveira A, Mancini Filho J. Perfil nutricional e lipídico de mulheres na pós-menopausa com doença arterial coronariana. Arq. Bras. Cardiologia.2005;84(4):325.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2015 Revista Brasileña en Promoción de la Salud

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Al publicar en la RBPS, los autores declaran que el trabajo es de su exclusiva autoría y, por lo tanto, asumen la total responsabilidad por su contenido. Junto con el envío del manuscrito, los autores deben presentar la Declaración de Responsabilidad y de Derechos de Autor firmada por todos los autores, así como su contribución individual en la elaboración del mismo, y deberá enviarse en formato PDF. Los autores retienen los derechos de autor de su artículo y aceptan licenciar su trabajo mediante una Licencia Pública Internacional Creative Commons, aceptando así los términos y condiciones de dicha licencia.
CC BY-NC: Esta licencia permite que otros remezclen, adapten y creen a partir del artículo publicado con fines no comerciales, siempre que atribuyan el debido crédito a los creadores de la obra (los autores del artículo).
Enlace de la licencia: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
Código legal: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/legalcode
















