Acogida al familiar de la persona con sofrimiento psíquico em los estudios de enfermería
DOI:
https://doi.org/10.5020/3124Palabras clave:
Salud Mental, Acogimiento, FamiliaResumen
Objetivo: Evidenciar el conocimiento publicado en el campo de la enfermería sobre la acogida a los familiares de personas com sufrimiento psíquico en los servicios de salud. Métodos: Revisión integrativa realizada en los meses de junio y julio de 2012 en lãs bases de datos LILACS, BDENF, IBECS, MEDLINE y SCIELO con los descriptores “saúde mental”, “acolhimento” y “família”. Fueron incluidos 14 textos escritos por profesionales y académicos de enfermería en el idioma portugués publicados entre 2007 y 2011. Los datos fueron presentados de forma sintética en cuatro tablas y una figura siendo analizados sobre el referencial de acogida de la Política Nacional de Humanización. Resultados: No se puede afirmar una tendencia relacionada con los estúdios de acogida. La mayoría de las publicaciones analizadas adopta abordaje cualitativo y análisis de contenido, siendo de evidencia tipo III. Hay predominio de investigaciones con profesionales de salud como sujetos, sin embargo, la familia y otros actores empiezan a ser involucrados. Cuidar de la familia y de la persona que sufre de manera análoga es destaque en todos los estúdios analizados. Se evidenció la necesidad de interacción entre los servicios de salud y la red especializada en salud mental y de preparo del equipo para minimizar las dificultades afrontadas por la familia. Conclusión: La acogida a la familia fue apuntada com frecuencia como dispositivo facilitador de la rehabilitación. Hay mucho por hacer en la acogida de los servicios de salud a fin de permitir que la familia perciba que su vida no es necesariamente la continuidad de la dificultad que el otro afronta. doi:http://dx.doi.org/10.5020/18061230.2013.p571Descargas
Citas
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