Salud sexual, reproductiva y aspectos socioculturales de mujeres indígenas
DOI:
https://doi.org/10.5020/2829Palabras clave:
Salud Sexual y Reproductiva, Salud de Poblaciones Indígenas, Neoplasias del Cuello Uterino, Indios Sudamericanos.Resumen
Objetivo: Conocer el perfil de la salud sexual, reproductiva y los aspectos socioculturales de mujeres indígenas. Métodos: Estudio observacional, transversal y descriptivo realizado en ambulatório de referencia en salud indígena entre 2010 y 2013. Se aplico un formulario semi-estructurado con datos socioculturales, El histórico de la vida sexual y reproductiva. Se realizó el frotis cérvicovaginal. Se utilizó un análisis descriptivo con presentación de La media y desviación típica (SD) para las variables cuantitativas y números absolutos y relativos para las variables cualitativas. Resultados: La muestra fue de 90 indígenas con media de edad de 36 años (± SD 13,41) y pertenecientes de 35 etnias distintas. Para 75 mujeres (83,4%), la primera relación sexual se dio entre los 12 y 19 años, 74 (82,2 %) estaban en el periodo reproductivo y 36 (48,6%) usaban método anticonceptivo como el anticonceptivo hormonal y la ligadura de trompas. La media de partos fue de 4,6 para cada mujer; la media de edad del primer parto fue de 17,3 años (± SD 3,23); 23 de ellas (26,8%) tuvieron entre 1 y 3 abortos y 26 (31,2%) tuvieron una o más cesáreas. Se identifico alteraciones para atipias citológicas y enfermedades transmitidas sexualmente (Trichomonas vaginalis e Papilomavirus humano) en la copocitología de ocho mujeres (8,9%). Conclusión: Se observó condiciones de vulnerabilidad de las mujeres indígenas a partir de su perfil sexual y reproductivo con exposición para las enfermedades transmitidas sexualmente, el cáncer de cuello uterino, el inicio temprano de la vida sexual y poca accesibilidad a la información y la prevención. doi: 10.5020/18061230.2014.p445Descargas
Citas
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