Repercusión del trabajo infantil urbano en la salud de niños y adolescentes

Autores/as

  • Ana Claudia Martins Instituto de Assistência ao Servidor Público Estadual - São Paulo
  • Débora Pastore Bassitt Universidade de São Paulo - USP
  • Kátia da Silva Wanderley Universidade de São Paulo - USP
  • Mayra dos Santos Silva Universidade Federal do Estado de São Paulo - UNIFESP

DOI:

https://doi.org/10.5020/2613

Palabras clave:

Trabajo de menores, Salud laboral, Políticas Públicas.

Resumen

Objetivos: Analizar la salud de los niños y adolescentes ensituaciones de trabajo infantil urbano. Métodos: En este estudioparticiparon 32 niños y adolescentes de 6 a 14 años de edad,inscritos en el Programa de Erradicación del Trabajo Infantil(PETI) de tres regiones diferentes de la ciudad de São Paulo.Los participantes fueron evaluados de forma individual, a travésde una anamnesis ocupacional, sistematizada por una ficha de evaluación, para recopilar los datos referentes a la actividad laboral y fue aplicada la Escala de Estrés Infantil (EEI). El análisis estadístico de los datos fue realizado con los softwares EVOC 2000 y el SPSS. Resultados: Se pudo verificar que el reciclaje fue la ocupación predominante con un total de 59,38% (19) de la muestra, y el método colectivo prevaleció frente al individual. Más del 90% (29) de los participantes utilizaron equipamientos de protección en la actividad laboral y un 71,88% (23) de ellos no echan de menos el trabajo realizado. Entre los participantes que presentaron algún signo significativo de estrés, la mayor parte trabaja o trabajaba con reciclaje. Una vez analizada la Escala de Estrés Infantil, se observó que hay más signos de estrés en los niños que trabajan en comparación con los antiguos trabajadores y existe una correlación significativa entre el trabajo y el estrés (p=0,008). Conclusiones: Se observó que la actividad laboral em la infancia puede causar trastornos de naturaleza psicofisiológica y, a pesar de que la muestra fue pequeña, se pudieron identificar daños de esta actividad en los niños y adolescentes. Aunque um gran porcentaje haya sido incluido en el programa, se evidencio que ellos siguen ejerciendo la actividad laboral

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Biografía del autor/a

Débora Pastore Bassitt, Universidade de São Paulo - USP

Possui graduação em Medicina - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1990), mestrado em Psiquiatria - Facudade de Medicina da Universidade de São Paulo (1998) e doutorado em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP (2004). Atualmente é médica preceptora do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo e medica assistente comissionada do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP. Tem experiência na área de Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: esquizofrenia, discinesia tardia, psicogeriatria

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Publicado

2013-08-08

Cómo citar

Martins, A. C., Bassitt, D. P., Silva Wanderley, K. da, & Silva, M. dos S. (2013). Repercusión del trabajo infantil urbano en la salud de niños y adolescentes. Revista Brasileña En Promoción De La Salud, 26(1), 9–16. https://doi.org/10.5020/2613

Número

Sección

artículos originales