El niño con encefalopatía crónica no progresiva: impacto en el cuidado
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2021.10833Palabras clave:
Parálisis Cerebral, Cuidadores, EmocionesResumen
Objetivo: Conocer la percepción del cuidador primario sobre la enfermedad y el cuidado del niño con encefalopatía crónica no progresiva (ECNP). Métodos: Se trata de un estudio de campo del tipo descriptivo de abordaje cualitativo realizado en octubre de 2019 sobre la realidad que comprende el proceso del cuidado de pacientes con ECNP. Se ha entrevistado nueve cuidadores de pacientes asistidos en una clínica de fisioterapia de un municipio pequeño del interior de Ceará, Brasil, a través de entrevista semiestructurada que ha sido analizada por el análisis de contenido del cual ha surgido las categorías temáticas a continuación: Limitaciones del niño con ECNP; Reacciones del cuidador sobre el diagnóstico del niño con ECNP; Perspectivas futuras del niño con ECNP; Prejuicio contra el niño portador de ECNP; El niño portador de ECNP sobrecarga la salud del cuidador. Resultados: Los resultados apuntan que el cuidador primario pasa por fases críticas que se inician con el diagnóstico, permanecen durante todo el proceso del cuidado y traen miedos futuros del pronóstico del cuadro clínico, la aceptación social, la escolarización, el mercado de trabajo y la muerte. Conclusión: Ese estudio evidencia la necesidad del apoyo de los profesionales sanitarios para el tratamiento y las orientaciones del cuidado adecuado de ese público.Descargas
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