Saúde autorreferida e qualidade de vida em praticantes de caminhada do programa academia das cidades, Petrolina – PE, Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5020/2225Palavras-chave:
Qualidade de Vida, Caminhada, Política de SaúdeResumo
Avaliar a saúde autorreferida (SAR) e qualidade de vida (QV) em praticantes de caminhada no Programa Academia das Cidades (PAC). Métodos: Estudo transversal descritivo, conduzido com 300 praticantes de caminhada no PAC, em Petrolina-PE, Brasil. Realizou-se entrevista com questões distribuídas em quatro partes: sociodemográficas/ hábitos de vida (idade, sexo, situação conjugal, renda, ocupação e hábitos de vida); saúde autorreferida (escala de 5 pontos sobre a percepção de saúde); qualidade de vida (WHOQOLOMS) e informações sobre o PAC e benefícios da caminhada. Resultados: Observou-se idade média de 40,75 (±14,72) e 99 (33,0%) sujeitos tinham idade entre 41-60 anos, 208 (69,3%) eram mulheres, 166 (55,3%) eram casados, 167 (55,7%) tinham mais de 12 anos de escolaridade, 106 (35,3%) recebiam entre 2-3 salários mínimos, 234 (78,0%) trabalhavam e 153 (51,0%) praticavam caminhada 3 vezes por semana. A televisão (37,3%) foi a principal fonte de informação sobre os benefícios da caminhada e as redes sociais (55,0%) forneceram as principais informações sobre a existência do programa que influenciou a maioria (63,7%) a iniciar a atividade. Não houve diferença estatisticamente significante nos escores de QV e na SAR, de acordo com a idade, entretanto observou-se que, à medida que aumenta a frequência da caminhada semanal, aumentam os escores de QV e SAR. Conclusão: A caminhada foi importante determinante da promoção da saúde e qualidade de vida, à medida que aumentava a frequência semanal da atividade, cujos benefícios e existência de locais para sua prática foram disseminados pela televisão e pelas redes sociais, respectivamente.Downloads
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