Estudo das Emissões Otoacústicas – Produto De Distorção (EOAPD) em crianças com indicadores de risco para perda auditiva
DOI:
https://doi.org/10.5020/925Palavras-chave:
Emissões otoacústicas, Surdez e audiçãoResumo
As perdas auditivas em crianças podem ser conseqüências de indicadores de risco durante a gravidez ou na infância. O diagnóstico audiológico no primeiro ano de vida, permite um prognóstico favorável ao desenvolvimento global da criança, pois possibilita a intervenção ainda no período crítico de maturação e plasticidade funcional do sistema nervoso central. O objetivo desta pesquisa foi verificar a existência de Emissões otoacústicas (EOA) em crianças com indicadores de risco para perda auditiva, ressaltando a importância da detecção e identificação da perda auditiva, em crianças que não foram avaliadas até a idade de 5 anos. Os indicadores de risco para perda auditiva foram relatados pelas mães e, posteriormente, foram realizadas as emissões otoacústicas – produto de distorção (EOAPD) em 22 crianças com curvas timpanométricas normais, no Setor de Audiologia do NAMI, na Universidade de Fortaleza. Verificou-se que, em nove casos, as EOAPD mostraram-se ausentes. Houve ausência de emissões também em 66% das crianças que fizeram uso de medicamentos ototóxicos e em 75% das nascidas pré-termo. Duas crianças que tiveram como indicador apenas a hereditariedade, apresentaram EOAPD ausentes. Os indicadores de risco para perda auditiva registrados com maior freqüência foram: complicações no parto, trauma no período gestacional, uso de medicamentos pelas mães durante a gestação, anóxia neonatal, permanência em incubadora, nascimentos pré e pós-termos, otites de repetição, uso de medicamentos ototóxicos pelas crianças, otite supurativa, hereditariedade e traumatismos cranianos. Conclui-se que houve uma relação entre os indicadores de risco para perda auditiva e os achados dos registros de EOAPD nas respostas “ausência”.Downloads
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