Triagem metabólica e auditiva em neonatos de risco: estudo em hospitais públicos de Fortaleza-CE
DOI:
https://doi.org/10.5020/568Palavras-chave:
Triagem neonatal, Fenilcetonúrias, Hipotireoidismo Congênito, Perda AuditivaResumo
Objetivo: Descrever a realidade da triagem metabólica e auditiva em neonatos de risco em hospitais públicos da cidade de Fortaleza: Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), Maternidade- Escola Assis Chateaubriand (MEAC) e Hospital Geral de Fortaleza (HGF). Métodos: Estudo descritivo e transversal realizado através de entrevistas com 4 pediatras e com 127 mães dos neonatos (45 do HGCC, 40 da MEAC e 42 do HGF), no período de junho a outubro de 2004. Os dados investigados referem-se a: realização, teste, idade, conhecimento das mães, entre outros. Resultados: Segundo os pediatras, as triagens acontecem de forma eficiente. A metabólica ocorre nos 3 hospitais, enquanto a auditiva em 2 (HGCC e MEAC). Segundo as mães, verificou-se que 4 (3,1%) neonatos não submeteram-se a triagem metabólica e 36 (28,3) a triagem auditiva. Muitos deles realizaram a triagem metabólica no período inadequado, após o 30º dia de vida (54,8% no HGCC, 48,8% no HGF e 17,5% na MEAC). A maioria das mães relatou que a triagem auditiva foi realizada em seus filhos após o 3º mês de vida. Nos hospitais a divulgação da importância da triagem metabólica foi mais freqüente do que a da triagem auditiva. As mães desconhecem o período adequado para as triagens e as doenças detectadas. Conclusão: As triagens fazem parte da realidade desses hospitais embora, neste momento, ainda não plenamente. Constataram-se pontos falhos, principalmente, na falta de cobertura ampla e na idade do neonato. Os dados obtidos apontam à necessidade de ações nesse âmbito.Downloads
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