Hipertensión arterial en mayores: comparación de los indicadores de Ceará, del Noreste y de Brasil
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2021.10795Palabras clave:
Hipertensión, Dinámica Poblacional, Anciano, Indicadores de Salud, Esperanza de VidaResumen
Objetivo: Estimar la tasa de prevalencia y el número de personas con hipertensión y la expectativa de vida libre y con hipertensión arterial de la población de mayores del estado de Ceará, de la Región Noreste y de Brasil del año 2008 y presentar el escenario de los indicadores para el año 2020. Métodos: Se trata de un estudio cuantitativo elaborado a partir de los datos poblacionales de la Investigación Nacional por Muestra de Domicilios y de las Proyecciones Poblacionales disponibles en el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística. Se estima la prevalencia y la población de mayores con hipertensión y se utiliza el método de Sullivan para calcular la esperanza de vida de personas sin y con hipertensión. Resultados: En los años 2008 y 2020 la prevalencia de hipertensión entre los mayores ha sido superior al 50% para el sexo femenino y el 40% para el sexo masculino así como la proporción de la expectativa de vida a los 60 años a ser vivida con hipertensión observándose valores más elevados para Brasil comparándose con el Noreste y Ceará. En ese periodo se espera una subida del número de mayores con hipertensión en más del 40% de Brasil y alrededor del 30% en el Noreste y Ceará. Conclusión: El ritmo del envejecimiento poblacional contribuye para el crecimiento de la población de mayores con hipertensión. La prevalencia y la expectativa de vida con hipertensión presentan especificidades regionales. En general, la prevalencia de hipertensión es elevada entre los mayores de manera que parte significativa de la expectativa de vida a los 60 años deberá vivir con el problema de hipertensión.Descargas
Citas
Miranda GMD, Mendes ACG, Silva ALA. O envelhecimento populacional brasileiro: desafios e consequências sociais atuais e futuras. Rev Bras Geriatr Gerontol. 2016;19(3):507-19.
Borges JES, Camelier AA, Oliveira LVF, Brandão GS. Qualidade de vida de idosos hipertensos e diabéticos da comunidade: um estudo observacional. Rev Pesqui Fisioter. 2019;9(1):74-84.
Dias JRP, Andrade RL, Fernandes ACM, Laurindo BM, Fonseca ERS. Análise do perfil clínico-epidemiológico dos idosos portadores de hipertensão arterial sistêmica nas microáreas 4, 6 e 7 da USF tenoné. Braz J Hea Rev. 2019;2(1):2-41.
Malta DC, Moura L, Prado RR, Escalante JC, Schmidt MI, Duncan BB. Mortalidade por doenças crônicas não transmissíveis no Brasil e suas regiões, 2000 a 2011. Epidemiol Serv Saúde. 2014;23(4):599-608.
Barreto SM, Passos VMA, Firmo PJOA, Guerra HL, Vidigal PG, Lima-Costa MFF. Hypertension and clustering of cardiovascular risk factors in a community in southeast Brazil - The Bambuí Health and Ageing Study. Arq Bras Cardiol. 2001;77(6):576-81.
Costa EM, Lourenço RA. Hipertensão arterial no idoso saudável e no idoso frágil: uma revisão narrativa. Revista HUPE. 2017;16(1):37-43.
Kearney PM, Whelton M, Reynolds K, Muntner P, Whelton PK, He J. Global burden of hypertension: analysis of worldwide data. Lancet. 2005;365:217-23.
Mills KT, Bundy JD, Kelly TN, Reed JE, Kearney PM, Reynolds K, et al. Global disparities of hypertension prevalence and control: a systematic analysis of population-based studies from 90 countries. Circulation. 2016;134:441-50.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa nacional por amostra de domicílios 2008 - Microdados. Rio de Janeiro: IBGE; 2008.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Projeções da População Brasil e Unidades da Federação por sexo e idade: 2010-2060. Projeções da população por sexo e idade [xls]. Rio de Janeiro: IBGE; 2018.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Projeção da População das Unidades da Federação por sexo e idade: 2000-2030. Tábuas de mortalidade [xls]. Rio de Janeiro: IBGE; 2014.
Camargos MCS. Estimativas de expectativa de vida livre de e com incapacidade funcional: uma aplicação do método de Sullivan para idosos paulistanos, 2000 [dissertação]. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais; 2004.
Sullivan DF. A single index of mortality and morbidity. HSMHA Health Reports 1971;86(4):347-54.
Camargos MCS, Gonzaga MR. Viver mais e melhor? Estimativas de expectativa de vida saudável para a população brasileira. Cad Saúde Pública. 2015;31(7):1460-72.
Jagger C. Health expectancy calculation by the Sullivan method: a practical guide. REVES. 2001; paper 408.
Romero DE, Leite IC, Szwarcwald CL. Healthy life expectancy in Brazil: applying the Sullivan method. Cad Saúde Pública. 2005;21(Supl.):S7-S18.
Nepomuceno MR. Expectativa de vida saudável no Brasil com base no método intercensitário [dissertação]. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais; 2012.
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Projeções da população: Brasil e unidades da federação. Rio de Janeiro: IBGE; 2013.
Rocha AS, Turra CM. Idosos com dependência no Brasil: estimativa de custo com política pública para o financiamento de cuidador. Oikos. 2016;27(2):5-28.
Ministério da Saúde (BR). Vigitel Brasil 2018: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico - estimativas sobre frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco e proteção para doenças crônicas nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal em 2018. Brasília: Ministério da Saúde; 2019.
Andrade SSA, Stopa SR, Brito AS, Chueri PS, Szwarcwald CL, Malta DC. Prevalência de hipertensão arterial autorreferida na população brasileira: análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013. Epidemiol Serv Saúde. 2015;24(2):297-304.
Malta DCM, Bernal RTI, Andrade SSCA, Silva MMA, Melendez GV. Prevalência e fatores associados com hipertensão arterial autorreferida em adultos brasileiros. Rev Saúde Pública. 2017;51(Supl.):1s-11s.
Malta DC, Gonçalves RPF, Machado IE, Freitas MIF, Azeredo C, Szwarcwald CL. Prevalência da hipertensão arterial segundo diferentes critérios diagnósticos, Pesquisa Nacional de Saúde. Rev Bras Epidemiol. 2018;21(Suppl.1):1-15
Corrêa ERP, Ribeiro AM. Ganhos em expectativa de vida ao nascer no Brasil nos anos 2000: impacto das variações da mortalidade por idade e causas de morte. Ciênc Saúde Colet. 2017;22(3):1007-17.
Costa MFL, Peixoto SV, Giatti L. Tendências da mortalidade entre idosos brasileiros (1980 - 2000). Epidemiol Serv Saúde. 2004;13(4):217-228.
Szwarcwald CL, Montilla DER, Marques AP, Damacena GN, Almeida WS, Malta DC. Desigualdades na esperança de vida saudável por unidades da federação. Rev Saúde Pública. 2017;51(Supl.):1-11.
Zangirolani LTO, Assumpção D, Medeiros MAT, Barros MBA. Hipertensão arterial autorreferida em adultos residentes em Campinas, São Paulo, Brasil: prevalência, fatores associados e práticas de controle em estudo de base populacional. Ciênc Saúde Colet. 2018;23(4):1221-32.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Revista Brasileña en Promoción de la Salud

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Al publicar en la RBPS, los autores declaran que el trabajo es de su exclusiva autoría y, por lo tanto, asumen la total responsabilidad por su contenido. Junto con el envío del manuscrito, los autores deben presentar la Declaración de Responsabilidad y de Derechos de Autor firmada por todos los autores, así como su contribución individual en la elaboración del mismo, y deberá enviarse en formato PDF. Los autores retienen los derechos de autor de su artículo y aceptan licenciar su trabajo mediante una Licencia Pública Internacional Creative Commons, aceptando así los términos y condiciones de dicha licencia.
CC BY-NC: Esta licencia permite que otros remezclen, adapten y creen a partir del artículo publicado con fines no comerciales, siempre que atribuyan el debido crédito a los creadores de la obra (los autores del artículo).
Enlace de la licencia: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
Código legal: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/legalcode
















