A introdução de atendimentos por fisioterapeutas em unidades da atenção primária em saúde
DOI:
https://doi.org/10.5020/2254Palavras-chave:
Atenção Primária à Saúde, Fisioterapia, Promoção da Saúde.Resumo
Avaliar o efeito, em indicadores clínicos, da introdução de atendimentos fisioterapêuticos individuais semanais em cinco unidades de Atenção Primária à Saúde em Porto Alegre, RS. Métodos: Foram analisados os prontuários dos 59 usuários tratados entre abril de 2010 e maio de 2011 por duas fisioterapeutas do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Foram coletados dados para a determinação dos perfis sociodemográfico (sexo, idade, estado civil e ocupação) e clínico (diagnóstico médico, ingesta medicamentosa, quantidade de medicamentos e presença de dor, dispnéia ou perda urinária). Os dados foram analisados através dos testes t-Student, Mann Whitney, Qui-quadrado de Pearson e Exato de Fisher; o Odds Ratio foi empregado quando identificada uma associação significativa. Resultados: Predominaram mulheres (81,4%), adultas (62%), que não conviviam maritalmente (62,7%), trabalhadoras domésticas (35,6%) com alterações osteomusculares e do tecido conjuntivo (86,4%). Trinta e dois usuários utilizavam medicamentos no início da intervenção e, ao final, apenas cinco. Após o tratamento, a quantidade de medicamento administrado também reduziu significativamente. O escore da Escala Análogo Visual (dor ou dispneia) reduziu significativamente ao final de uma média de 7,7 ± 3,2 sessões. Aqueles usuários que relataram ter seguido as orientações domiciliares apresentaram uma chance 8,3 vezes maior de ter alta. Conclusões: Os atendimentos fisioterapêuticos semanais realizados em unidades de Atenção Primária reduziram os sintomas, o uso e a quantidade de medicamentos ingeridos pelos usuários tratados e tiveram maior sucesso naqueles que seguiram as orientações dadas pelas fisioterapeutas residentes.Downloads
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