Perfil funcional de pacientes com disfunção temporomandibular em tratamento fisioterápico
DOI:
https://doi.org/10.5020/2087Palavras-chave:
Síndrome da Disfunção da Articulação Temporomandibular, Fisioterapia (especialidade), Avaliação em Saúde.Resumo
Objetivos: Analisar o perfil funcional dos pacientes com disfunção temporomandibular (DTM) em tratamento fisioterápico. Métodos: Estudo transversal conduzido com 21 pacientes em atendimento fisioterápico durante o ano de 2007, no Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI), Fortaleza-CE, Brasil. Estes submeteram-se à anamnese (idade, presença de dor, locais acometidos e hábitos parafuncionais) e avaliação funcional (presença de pontos gatilhos, amplitude de movimento e avaliação postural). Resultados: A idade variou de 16 a 56 anos, com média de 31,3 ± 14,85 e maior acometimento do sexo feminino, com 17 (81,0%) pacientes. Dos avaliados, 13 (61,9%) apresentavam intensidade de dor moderada, com média de 5,4 ± 0,50. Os locais de dor mais referidos eram a articulação temporomandibular (ATM) por 15 (71,4%) e a região cervical por 13 (61,9%) pacientes. Constatou-se que 13 (61,9%) avaliados relataram o apertamento como hábito parafuncional. Encontrou-se limitação significativa na abertura de boca e dos movimentos da região cervical quando comparado com os valores normais (p < 0,05). Os músculos mais dolorosos à palpação foram trapézio superior (n=19), pterigóide medial (n=15) e masseter (n=15). ATM apresentou-se com dor forte (grau 3) na palpação em 3 (14,3%) pacientes. Na avaliação postural, 10 (47,6%) tinham hiperlordose cervical, 7 (33%) apresentavam cabeça anteriorizada e 7 (33%) com ombros elevados. Conclusão: Os pacientes com DTM em tratamento fisioterápico apresentaram limitação de movimento da ATM e cervical, dor, presença de pontos gatilhos e alterações posturais em estágio mais comprometido e sintomático dessa disfunção. Diante disso, tornase necessário prover avaliação e tratamento fisioterápicos precoces.Downloads
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