Prácticas de Socialización Emocional en Instituciones de Acogida para Niños y Adolescentes
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i3.e17018Palabras clave:
socialización, regulación emocional, niño acogido, acogida institucionalResumen
El presente artículo tiene como objetivo presentar y discutir las prácticas de socialización emocional adoptadas por profesionales de instituciones de acogida frente a las expresiones emocionales de los niños y adolescentes acogidos, a partir de los relatos y percepciones de dichos profesionales. Participaron en el estudio diecisiete cuidadoras y cinco psicólogos de instituciones de acogida ubicadas en cuatro municipios de la Región Serrana del estado de Espírito Santo. Los datos fueron recolectados mediante entrevistas individuales y analizados a través del método de análisis de contenido. Los resultados indicaron un predominio de prácticas de apoyo, caracterizadas por el uso del diálogo, la escucha y el contacto físico para ayudar a los acogidos en la comprensión y regulación de sus emociones. No obstante, también se identificaron prácticas distales, como “dar un tiempo” o “distraer”, y prácticas no apoyadoras, que implican la minimización o supresión de las emociones expresadas. Se observaron convergencias y divergencias entre cuidadoras y psicólogos en relación con las estrategias adoptadas, evidenciando diferentes enfoques en el manejo de las emociones. Se discutió la importancia del apoyo emocional ofrecido a los acogidos y la necesidad de formación continua para los profesionales de las instituciones, con el fin de fortalecer las competencias socioemocionales y favorecer que los acogidos puedan expresar, comprender y manejar sus emociones.
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