Adolescence and Football at Play: Constructing a Psychoanalytic Device in a Context of Social Vulnerability
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25iEsp.e17019Keywords:
adolescence, vulnerability, device, soccer, psychoanalysisAbstract
This article is grounded in psychoanalytic clinical practice within socially critical contexts and proposes new configurations of listening and intervention in settings marked by vulnerability and abandonment. In such contexts, adolescents may be confronted with the impasses of invisibility, given the need for recognition by the Other in the construction of self-image that characterizes adolescence. To address these impasses, a clinical device was developed with adolescents in a territory of intense social vulnerability, creating a space in which young people could be seen in their singularities. The device was established on a sports court, where football played a central role. This space became the site in which listening to the subjects took place. There, several adolescents shared their stories, anxieties, and desires. The sports court became a stage for conflict as well as for the creation of bonds, demonstrating its potential as a powerful space for the elaboration of adolescents’ anxieties arising from the violence and vulnerabilities of the territory, as well as from the experience of adolescence itself.
Downloads
Translation
References
Benjamin, W. (1991). A Paris do segundo império em Baudelaire. In F. Kothe (Org.), Walter Benjamin: Sociologia (pp. 44-122). Ática.
Bourdieu, P., & Passeron, J.-C. (1975). A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino (pp. 15-75). Francisco Alves.
Broide, J. (2015). A construção de dispositivos clínicos. In J. Broide, & E. E. Broide (Eds.), A psicanálise em situações sociais críticas: Metodologia clínica e intervenções (pp. 39-50). Escuta.
Broide, J., & Broide, E. E. (2015). A Psicanálise em situações sociais críticas: Metodologia clínica e intervenções. Escuta.
Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. (2023). (58a ed.). Saraiva.
Corso, D. L., & Corso, M. (2018). Adolescência em cartaz: Filmes e Psicanálise para entendê-la. Artmed Editora.
Freud, S. (2010). Obras completas (Vol. 6, pp. 11–107). Companhia das Letras. (Trabalho original publicado em 1905).
Freud, S. (2013). As pulsões e seus destinos. Autêntica Editora. (Trabalho original publicado em 1915).
Freud, S. (2020). Além do princípio de prazer. Autêntica. (Trabalho original publicado em 1920).
Freud, S. (2021). Lembrar, repetir e perlaborar. In G. Iannini, & P. Heliodoro (Eds.), Obras incompletas de Sigmund Freud: Fundamentos da clínica psicanalítica (pp. 151-164). Autêntica. (Trabalho original publicado em 1914).
Gama, C. A. P., Campos, R. T. O., Ferrer, A. L. (2014). Saúde mental e vulnerabilidade social: A direção do tratamento. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, 17(1), 69-84. https://doi.org/10.1590/S1415-47142014000100006
Gurski, R., & Strzykalski, S. (2018). A pesquisa em psicanálise e o “catador de restos”: Enlaces metodológicos. Ágora: Estudos em Teoria Psicanalítica, 21(3), 406-415. https://doi.org/10.1590/S1516-14982018003012
Kostulski, C. A., Rodrigues, P. M., Paraboni, P., & Arpini, D. M. (2019). Adolescência, violência e invisibilidade social: Uma revisão crítica a partir da história de Sandro. Revista Sociais & Humanas, 32(3), 161-172. https://doi.org/10.5902/2317175826823
Lacan, J. (1985). O Seminário 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Jorge Zahar.
Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. (1990, 13 de julho). Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Presidência da República. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm
Pires, L. P., & Gurski, R. (2020). A construção da escuta-flânerie: uma pesquisa psicanalítica com socioeducadores. Psicologia USP, 31, e180128. https://doi.org/10.1590/0103-6564e180128
Rassial, J.-J. (1997). A passagem do adolescente: Da família ao laço social. Artes e Ofícios.
Rosa, M. D. (1999). O discurso e o ato na produção do laço social: Reflexões sobre a delinquência. [Apresentação de trabalho]. 2° Congresso Iberoamericano de Psicologia, Colégio Oficial de Psicólogos, Madri, Espanha. https://doi.org/10.1590/S0103-65641999000200013
Rosa, M. D. (2022). Sofrimento sociopolítico, silenciamento e a clínica psicanalítica. Psicologia: Ciência e Profissão, 42, 1-10. https://doi.org/10.1590/1982-3703003242179
Rosa, M. D., & Vicentim, M. C. (2012). Os intratáveis e o exílio do adolescente do laço social pelas noções de periculosidade e irrecuperabilidade. In R. Gurski, M. D. Rosa, & M. C. Poli (Eds.), Debates sobre a adolescência contemporânea e o laço social (pp. 39-57). Juruá.
Torossian, S. D. (2003). Contribuições para a clínica psicanalítica com adolescentes usuários de drogas e toxicômanos. Revista da Associação Psicanalítica de Porto Alegre, 24, 61-74. https://appoa.org.br/uploads/arquivos/revistas/revista24-2.pdf
Traverso-Yépez, M. A., & Pinheiro, V. S. (2002). Adolescência, saúde e contexto social: Esclarecendo práticas. Psicologia & Sociedade, 14(2), 133-147. https://doi.org/10.1590/S0102-71822002000200007
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Laís Caroline Schröpfer, Jana Gonçalves Zappe, André Oliveira Costa

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
Para autores: Cada manuscrito deverá ser acompanhado de uma “Carta de submissão” assinada, onde os autores deverão declarar que o trabalho é original e inédito, se responsabilizarão pelos aspectos éticos do trabalho, assim como por sua autoria, assegurando que o material não está tramitando ou foi enviado a outro periódico ou qualquer outro tipo de publicação.
Quando da aprovação do texto, os autores mantêm os direitos autorais do trabalho e concedem à Revista Subjetividades o direito de primeira publicação do trabalho sob uma licença Creative Commons de Atribuição (CC BY NC), a qual permite que o trabalho seja compartilhado e adaptado com o reconhecimento da autoria e publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores têm a possibilidade de firmar acordos contratuais adicionais e separados para a distribuição não exclusiva da versão publicada na Revista Subjetividades (por exemplo, publicá-la em um repositório institucional ou publicá-la em um livro), com o reconhecimento de sua publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores concedem, ainda, à Revista Subjetividades uma licença não exclusiva para usar o trabalho da seguinte maneira: (1) vender e/ou distribuir o trabalho em cópias impressas ou em formato eletrônico; (2) distribuir partes ou o trabalho como um todo com o objetivo de promover a revista por meio da internet e outras mídias digitais e; (3) gravar e reproduzir o trabalho em qualquer formato, incluindo mídia digital.
Para leitores: Todo o conteúdo da Revista Subjetividades está registrado sob uma licença Creative Commons Atribuição (CC BY NC) que permite compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e adaptar (remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim) seu conteúdo, desde que seja reconhecida a autoria do trabalho e que esse foi originalmente publicado na Revista Subjetividades.















