Exposición a los factores de riesgo y vacunación contra la hepatitis B en estudiantes de secundaria de la red pública
DOI:
https://doi.org/10.5020/18061230.2017.p195Palabras clave:
Hepatitis B, Estudiantes, Factores de Riesgo, Vacunación.Resumen
Objetivo: Determinar la frecuencia de estudiantes de educación secundaria expuestos a infección viral y a la situación referente a la vacuna contra hepatitis B. Métodos: Se realizó un estudio observacional, descriptivo y transversal entre los años 2014 y 2015. Para eso fueron aplicados 1.506 cuestionarios con preguntas sobre las características socio demográficas y los principales factores de riesgo para la exposición al virus y analizados 240 tarjetas de vacuna de siete colegios de la red estadual de cuatro municipios del estado de Sergipe. Resultados: La mayoría de los participantes era del sexo femenino (n=987; 66%) con edad igual o menos de 16 años (n=773; 51%) y educación básica como el principal nivel de escolaridad de los padres (n=649; 43% padre; n=758; 50% madre). Los principales factores de riesgo para los cuales los estudiantes están expuestos fueron la acción de compartir los materiales de manicura (n=656; 44%) y de cepillo de dientes (n=372; 24%) así como tener relación sexual sin condón (n=281; 19%). Solamente 513 alumnos (34%) no presentaron factor de riesgo asociado. Gran parte relató que tenía la tarjeta de vacuna (n=1.054; 77%) pero algunos desconocen su propia situación referente a las vacunas (n=430; 29%). Considerando solamente las tarjetas analizadas (240), 212 registraban el esquema de vacuna completo (88%). Conclusión: Los estudiantes de la educación secundaria regular de la red pública de los municipios evaluados se caracterizan como vulnerables a la hepatitis B pues ha sido observada elevada exposición para los factores de riesgo y una tasa de inmunización por debajo de la establecida por el Ministerio de la Salud.Descargas
Citas
Lopes TGSL, Schinoni MI. Aspectos gerais da hepatite B. R Ci Med Biol [Internet]. 2011 [acesso em 2015 Jun 6];10(3):337-44. Disponível em: http://www.portalseer.ufba.br/index.php/cmbio/article/viewFile/5899/4251
Ministério da Saúde (BR). DATASUS [Internet]. Departamento de Informática do SUS [acesso em 2015 Jun 6]. Disponível em: http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=02
Kiffer CRV, Viana GB, Cheinquer H. Hepatite B: epidemiologia. In: Focaccia R. Tratado de hepatites virais. São Paulo: Atheneu; 2002. p. 127-32.
Gogos CA, Fouka KP, Nikiforidis G, Avgeridis K, Sakellaropoulos G, Bassaris H, et al. Prevalence of hepatites B and C vírus infection in the general population and selected groups in South-Western Greece. Eur J Epidemiol. 2003;18(6):51-7.
Hahné S, Ramsay M, Baloqun K, Edmunds WJ, Mortimer P. Incidence and routes of transmission of hepatitis B vírus in England and Wales, 1995-2000: implication for immunisation policy. J Clin Virol. 2004;29(4):211-220.
Amaral VC. Hepatite B: risco ocupacional. Niterói: UFF; 2005.
Porto SO, Cardoso DD, Queiróz DA, Rosa H, Andrade AL, Zicker F, et al. Prevalence and risk factors for HBV infection among street youth in Central Brazil. J Adolesc Health. 1994;15(7):1-5.
Abuassi C. Imunização em adolescentes. Rev Hosp Univers Pedro Ernesto (UERJ). 2007; 6(1):34-41.
Ministério da Saúde (BR), Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Nota informativa nº 149, de 2015/CGPNI/DEVIT/SVS/MS [Internet]. Brasília; 2015 [acesso em 2015 Jun 6]. Disponível em: http://www.cvpvacinas.com.br/pdf/nota_informativa_149.pdf
World Health Organization. Problemas de la salud de la adolescência. Informe de un comité de expertos de la OMS [Internet]. Genebra: WHO; 1965 [acesso em 2015 Jun 6]. Disponível em:http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/38485/1/WHO_TRS_308_spa.pdf.
Santos FH, Andrade VM, Bueno OFA. Neuropsicologia hoje. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2015.
Jodelet D. As representações sociais. Rio de Janeiro: UERJ; 2001.
Cromack LMF, Bursztyn I, Tura LFR. O olhar do adolescente sobre saúde: um estudo de representações sociais. Ciênc Saúde Coletiva. 2009;14(2):627-34.
Ferreira MA, Alvim NAT, Teixeira MLO, Veloso RC. Saberes de adolescentes: estilo de vida e cuidado à saúde. Texto & Contexto Enferm. 2007; 16(2):217-24.
Dahlgren G, Whitehead M. Policies and strategies to promote social equity in health. Background document to WHO –Strategy paper for Europe. Institute for Future Studies; 1991.
Meyer DEE, Mello DF, Valadão MM, Ayres JCRM. “Você aprende. A gente ensina?” Interrogando relações entre educação e saúde desde a perspectiva de vulnerabilidade. Cad Saúde Pública. 2006;22(6):1335-42.
Assis SG, Avanci JQ, Silva CMFP, Malaquias JV, Santos NC, Oliveira RVC. A representação social do ser adolescente: um passo decisivo na promoção da saúde. Ciênc Saúde Coletiva. 2003;8(3):669-80.
Silva MLA, Taquette SR, Coutinho ESF. Sentidos da imagem corporal de adolescentes no ensino fundamental. Rev Saúde Pública. 2014;48(3):438-44.
Pavan C, Simonato P, Marini M, Mazzoleni F, Pavan L, Vindigni V. Psychopathologic aspects of body dysmorphic disorder: a literature review. Aesthetic Plast Surg. 2008;32(3):473-84.
Williams IT, Perz JF, Bell BP. Viral hepatitis transmission in ambulatory health care settings. Clin Infectious Dis. 2004;38(11):1592-1598.
Melo FCA, Isolani AP. Hepatite B e C: do risco de contaminação por materiais de manicure/pedicure à prevenção. SaBios.2011;6(2):72-8.
Oliveira FM, Alves AS, Santos LA, Santana TLS, Silva GM, Kameo SY. Adesão às medidas de biossegurança relacionada à hepatite B por manicures. Ensaios Ciências. 2014;18(2):83-90.
Johnson IL, Dwyer JJ, Rusen ID, Shanin R, Yaffe B. Survey of infection control: procedures at manicure and pedicure establishments in North York. Can J Public Health. 2001;92(2):134-7.
Hepworth J, Murtagh M. Correct procedures and cutting corners: a qualitative study of women´s occupational health and safety in a beauty therapy industry. Aust New Zealand J Public Health. 2005;29(6):555-7.
Mariano A, Mele A, Tosti ME, Parlato A, Gallo G, Ragni P, et al. Role of beauty treatment in the spread of parenterally transmitted hepatitis viruses in Italy. J Med Virol. 2004;74(2):216-20.
Paiva V, Calazans G, Venturi G, Dias R. Idade e uso de preservativos na iniciação sexual de adolescentes brasileiros. Rev Saúde Pública. 2008;42(Supl 1):45-53.
Almeida MC, Aquino EM, Gaffikin L, Magnani RJ. Contraceptive use among adolescents at public schools in Brazil. Rev Saúde Pública. 2003;37(5):566-75.
Cruzeiro ALS, Souza LDM, Silva RA, Pinheiro RT, Rocha CLA, Horta BL. Comportamento sexual de risco: fatores associados ao número de parceiros sexuais e ao uso de preservativo em adolescentes. Ciênc Saúde Coletiva. 2010;15(Supl 1):1149-58.
Duarte SJH, Urel DR, Zorman IBS, Alexandre MG, Ravagnani CFC. A prática de autocuidado à saúde na perspectiva dos adolescentes. Rev Enferm UFPE. 2014;8(5):1290-9.
Araújo TME, Carvalho AMC, Monteiro RM. Análise da vulnerabilidade dos adolescentes à hepatite B em Teresina/PI. Rev Eletrônica Enferm. 2012;14(4):873-82.
Malta DC, Silva MAI, Mello FCM, Monteiro RA, Porto DL, Sardinha LMV, et al. Saúde sexual dos adolescentes segundo a Pesquisa Nacional de Saúde dos Escolares. Rev Bras Epidemiol. 2011;14(1):147-56.
Alves AS, Lopes MHBM. Conhecimento, atitude e prática do uso de pílula e preservativo entre adolescentes universitários. Rev Bras Enferm. 2008;61(1):11-7.
Visser R, Smith A. Relationship between sexual partners influences rates and correlates of condom use. AIDS Educ. 2001;13(5):413-27.
Vieira MAS, Guimarães BEM, Barbosa MA, Turchi MD, Alves MFC, Seixas MSC, et al. Fatores associados ao uso do preservativo em adolescentes do Gênero feminino no município de Goiânia. J Bras Doenças Sex Transm. 2004;16(3):77-83.
Borges ALV, Schor N. Início da vida sexual na adolescência e relações de gênero: um estudo transversal em São Paulo, Brasil, 2002. Cad Saúde Pública. 2005;21(2):499-507.
Schmidt M, Middleman AB. The importance of hepatitis B vaccination among adolescents. J Adolesc Health. 2001;29(3):217-22.
Livramento A, Cordova CMM, Spada C, Treitinger A. Avaliação do nível de conhecimento de adolescentes a respeito da transmissão e prevenção das hepatites C. Rev Patol Trop. 2009;38(3): 155-63.
Oliveira ACDS, Focaccia R. Survey of hepatitis B and C infection control: procedures at manicure and pedicure facilities in São Paulo, Brazil. Braz J Infect Dis. 2010;14(5):502-7.
Hellard M, Aitken C, Mackintosh A, Ridge, Bowden S. Investigation of infection control practices and knowledge of hepatitis C among body-piercing practitioners. Am J Infection Control. 2003;31(4):215-20.
Araújo TME, Sá LC, Silva AAS, Costa JP. Cobertura vacinal e fatores relacionados à vacinação dos adolescentes residentes na área norte de Teresina/PI. Rev Eletrônica Enferm [Internet]. 2010;12(3):502-10.
Borges ALV, Nichiata LYI, Schor N. Conversando sobre sexo: a rede sociofamiliar como base de promoção da saúde sexual e reprodutiva de adolescentes. Rev Latinoam Enferm. 2006;14(3):422-7.
Melo MCP, Santos MM, Mendes RNC, Sales JRP, Silva RM. Percepção de adolescentes sobre imunização em uma escola pública de Petrolina – PE. REME Rev Min Enferm. 2013;17(2):374-80.
Rodrigues IC, Fioravante IO, Kubota RMM, Furtil AP, Justino STS, Santos MR. Vacinação de escolares: estimulando o autocuidado e a responsabilização. Arq Ciênc Saúde. 2011;18(4):170-5.
Francisco PMSB, Donalisio MR, Gabriel FJO, Barros MBA. Vacinação contra hepatite B em adolescentes residentes em Campinas, São Paulo, Brasil. Rev Bras Epidemiol. 2015;18(3):552-67.
Oliveira MDS, Paggoto V, Matos MAM, Kozlowski AG, Silva NR, Junqueira ALN, et al. Análise de fatores associados à não aceitação da vacina contra hepatite B em adolescentes escolares de baixa renda. Ciênc Saúde Coletiva. 2007;12(5):1247- 52.
Carvalho AMC, Araújo TME. Fatores associados à cobertura vacinal em adolescentes. Acta Paul Enferm. 2010; 23(6):796-802.
Organizacións Panamericana de la Salud. Oportunidades perdidas de vacunación em las Américas: diagnóstico y intervenciones, 1988-1990 [Boletim informativo]. PAI. 1991;13(3).
Coutinho MFG. Adolescência: vacina contra hepatite B. Adolec Saúde. 2010;7(1):23-30.
Gomes CM, Horta NC. Promoção da saúde do adolescente em âmbito escolar. Rev APS. 2010;13(4):486-99.
Bub MBC, Medrano C, Silva CD, Wink S, Per-Erik L, Santos EKA. A noção de cuidado de si mesmo e o conceito de autocuidado na enfermagem. Texto & Contexto Enferm. 2006;15(Esp):152-7.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2017 Revista Brasileña en Promoción de la Salud

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Al publicar en la RBPS, los autores declaran que el trabajo es de su exclusiva autoría y, por lo tanto, asumen la total responsabilidad por su contenido. Junto con el envío del manuscrito, los autores deben presentar la Declaración de Responsabilidad y de Derechos de Autor firmada por todos los autores, así como su contribución individual en la elaboración del mismo, y deberá enviarse en formato PDF. Los autores retienen los derechos de autor de su artículo y aceptan licenciar su trabajo mediante una Licencia Pública Internacional Creative Commons, aceptando así los términos y condiciones de dicha licencia.
CC BY-NC: Esta licencia permite que otros remezclen, adapten y creen a partir del artículo publicado con fines no comerciales, siempre que atribuyan el debido crédito a los creadores de la obra (los autores del artículo).
Enlace de la licencia: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0
Código legal: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/legalcode
















