La Mirada de Médicas(os) Obstetras sobre la Relación con Pacientes y Familiares

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i1.e16977

Palabras clave:

trabajadores de la salud, obstetricia, medicina, psicología, trabajo

Resumen

La obstetricia hace parte de un evento social, cultural e histórico de gran estima para la sociedad: el nacimiento. De esta manera, los profesionales que actúan en esta área experimentan una presión constante por buenos resultados. Se suma esto al contexto brasileño, marcado por diversas dificultades en el atendimiento al parto, en el ámbito de la atención pública a la salud, lo que trae implicaciones en las relaciones interpersonales, que son establecidas entre médico(a) y usuarias de sus servicios.  Dicho esto, este artículo tiene el objetivo de comprender el punto de vista de médicas y médicos sobre la relación obstetra-gestante y sus familiares y acompañantes en el Servicio Único de Salud. Se utilizó como instrumento de recogida de datos un guión de entrevista semiestructurado, que fue analizado por la perspectiva del análisis de contenido temático, con el aporte teórico de la psicodinámica del trabajo. A partir de este estudio, fue posible observar la existencia de sobrecarga, debido a condiciones precarias de trabajo en la asistencia pública a la salud, siendo esta una de las razones por las cuales la relación médica-paciente es perjudicada. Así, fue posible verificar que la relación médica con las gestantes, familiares y acompañantes presenta ambivalencia: ora difícil, conflictiva y violenta; ora tranquila, agradable y con reconocimiento, estableciendo, según la psicodinámica del trabajo, ganancias para la identidad profesional y para la salud mental.

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Este artículo es una traducción en English del artículo:  O Olhar de Médicas(os) Obstetras sobre a Relação com Pacientes e Familiares

Biografía del autor/a

Jéssika Sonaly Vasconcelos Barborsa de Melo, Universidad de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil

Psicóloga graduada por la Universidad Estatal de Paraíba (2014). Maestra y Doctora en Psicología Social por la Universidad Federal de Paraíba (2016) y la Universidad de São Paulo - USP (2023).

Paulo César Zambroni de Souza, Universidad Federal de Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Licenciado en Psicología por la Universidad Federal de Río de Janeiro (1992), Maestro en Psicología por la Universidad Federal de Río de Janeiro (1997), bajo la dirección de la Prof. Maria Luíza Lo Presti Seminério, Doctor en Psicología Social por la Universidad del Estado de Río de Janeiro (2006).

Amanda Dias Dourado, Universidad Federal de Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Maestra y Doctora en Psicología Social y del Trabajo por la Universidad Federal de Paraíba - UFPB. Graduada en Psicología por el Centro Universitario de João Pessoa - UNIPÊ.

Thaís Augusta Cunha de Oliveira Máximo, Universidad Federal de Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Doctora en Psicología Social por el Programa de Posgrado en Psicología Social de la UFPB. Profesora del Programa de Posgrado en Psicología Social y del Departamento de Psicología de la UFPB.

Anísio José da Silva Araújo, Universidad Federal de Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil

Graduado en Psicología por la Universidad Federal de Paraíba (1983), Máster en Administración por la Universidad Federal de Paraíba (1991), Doctor en Ciencias por la Fundación Oswaldo Cruz (2001) con un posdoctorado por la Universidad del Estado de Río de Janeiro.

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Publicado

2024-04-28

Cómo citar

Melo, J. S. V. B. de, Souza, P. C. Z. de, Dourado, A. D., Máximo, T. A. C. de O., & Araújo, A. J. da S. (2024). La Mirada de Médicas(os) Obstetras sobre la Relación con Pacientes y Familiares. Revista Subjetividades, 25(1), 1–13. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i1.e16977

Número

Sección

Relatos de Pesquisa