Mujer, Madre y Profesional: Incidencias Discursivas en la Actualidad
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i2.e16956Palabras clave:
mujer, maternidad, trabajo, psicoanálisis, teoría de los discursosResumen
El presente artículo tiene como objetivo reflexionar sobre el lugar de la mujer que es madre en los discursos sociales, la incidencia del discurso capitalista, según lo conceptualizado por Lacan, y las posibles salidas para los sujetos que se nombran de esta forma en la actualidad. Considerando que el sujeto no se encuentra desvinculado del contexto social, se busca contextualizar históricamente los cambios sociales en torno a la figura de la mujer, con especial énfasis en la maternidad y el trabajo. Se realiza un panorama general sobre lo que puede representar el trabajo y la vida profesional en términos subjetivos para las mujeres. Cabe señalar que el artículo se refiere principalmente al universo de mujeres cisgénero y heterosexuales. El estudio se basa en la teoría de los discursos de Lacan, así como en las ideas de otros autores que abordan el tema, con el fin de pensar los ideales de la cultura, los sufrimientos derivados de un discurso capitalista y las posibles vías de salida. Lacan teoriza sobre la posibilidad de giros discursivos, señalando salidas posibles frente al enquistamiento que tiende a producirse cuando el sujeto se sitúa en dicho discurso. Mientras algunas mujeres se muestran absorbidas por ideales y enunciados de totalidad y plenitud —imposibles de alcanzar— y sufren en esa posición de sujeción, otras logran ocupar posiciones subjetivas de cuestionamiento. No sin sufrimiento, pero posibilitando la circulación del deseo. Los espacios y movimientos culturales que permiten tales posiciones cuestionadoras favorecen que la maternidad, conciliada con la vida profesional, pueda acontecer considerando las singularidades de cada mujer y la circulación del deseo.
Descargas
Traducción
Citas
Almeida, L. S. (2007). Mãe, cuidadora e trabalhadora: as múltiplas identidades de mães que trabalham. Revista do Departamento de Psicologia - UFF, 19(2), 411- 422. https://doi.org/10.1590/S0104-80232007000200011
Badinter, E. (1985). Um amor conquistado: o mito do amor materno. Novas Fronteira.
Badinter, E. (2011). O conflito: a mulher e a mãe. Record.
Borsoi, I. C. F., & Pereira, F. S. P. S. (2011). Mulheres e homens em jornadas sem limites: docência, gênero e sofrimento. Temporalis, 11(21), 119-145. https://periodicos.ufes.br/index.php/temporalis/article/view/1380
Braunstein, N. (2010). O discurso capitalista: quinto discurso? O discurso dos mercados (PST): sexto discurso? A Peste: Revista de Psicanálise, Sociedade e Filosofia, 2(1), 143-165.
Carneiro, S. (2003). Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero. ATTENA - Repositório Digital da UFPE. https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/54022
Collins, C., Landivar, L. C., Ruppanner, L., & Scarborough, W. J. (2020). COVID-19 and the gender gap in work hours. Gender, Work & Organization, 28(S1), 101–112. https://doi.org/10.1111/gwao.12506
Couto, L. F. S., Casséte, J. L. Q., Hartmann, F., & Souza, M. F. G. (2018). Os discursos Lacanianos como laços sociais. Revista Subjetividades, 18(esp.), 93–104. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v18iEsp.6562
D’Agord, M. R. L, Binkowski, G. I., & Chittoni, F. B. (2006). Classes interativas e identificação em psicopatologia. Latin-American Journal of Fundamental Psychopathology, 6(1), 116-130. http://www.fundamentalpsychopathology.org.br/wp-content/uploads/2019/10/classes_interativas_e_identificacoes_em_psicopatologia.pdf
D’Agord, M. R. L. (2013). Do grafo do desejo aos quatro discursos de Lacan. Psicologia USP, 24(3). 431-451. https://doi.org/10.1590/S0103-65642013000300005
Dunker, C. I. L. (2019). O discurso do capitalista: espectros de Marx em Milão. Teoría y Crítica de la Psicología, 13, 108-130. http://www.teocripsi.com/ojs/index.php/TCP/article/view/282/255
Fabbro, M. R. C., & Heloani, J. R. M. (2010). Mulher, maternidade e trabalho acadêmico. Investigación y Educación en Enfermería, 28(2), 176-187. http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0120-53072010000200004
Freud, S. (1983). Psicologia das massas e análise do eu. In J. Strachey (Ed.), Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud (Vol. 12, pp. 65-143). Imago. (Obra original publicada em 1921)
Freud, S. (1988). O mal-estar na civilização. In J. Strachey (Ed.), Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud (Vol. 21, pp. 81-171). Imago. https://cei1011.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/04/freud_o_mal_estar_na_civilizacao.pdf
Freud, S. (1992). Totem e Tabu. In J. Strachey (Ed.), Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud (Vol. 13, pp. 11-125). Imago. (Obra Original Publicada em 1913)
Freud, S. (1996). Conferência XXXIII - Feminilidade. In J. Strachey (Ed.), Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud (Vol. 22, pp. 139-167). Imago. (Obra original publicada em 1933)
Garrafa, T. (2020). Primeiros tempos da parentalidade. In D. Teperman T. Garrafa, & V. Iaconelli (Orgs.), Parentalidade (pp. 55-70). Autêntica.
Iaconelli, V. (2015). Mal-estar na maternidade: Do infanticídio a função materna. Annablume.
Iaconelli, V. (2019). Criar filhos no século XXI. Contexto.
Iaconelli, V. (2020). Sobre as origens: muito além da mãe. In D. Teperman, T. Garrafa, & V. Iaconelli (Orgs.), Parentalidade (pp. 11-22). Autêntica.
International Labour Organization [ILO]. (2018). Care work and care jobs: For the future of decent work. ILO publications. https://www.ilo.org/publications/major-publications/care-work-and-care-jobs-future-decent-work
Lacan, J. (1992). O Seminário, livro 17: O avesso da psicanálise (1969-70). Zahar.
Lacan, J. (2003a). O Seminário, livro 9: Identificação (1961- 62). Centro de Estudos Freudianos do Recife. (Originalmente publicado em 1981)
Lacan, J. (2003b). O Seminário, livro 15: O ato analítico (1967-68). EFBA.
Lacan, J. (2003c). Radiofonia: Respostas às sete perguntas formuladas pelo Sr. Robert Georgin para a radiodifusão belga (1970). In Outros Escritos (pp. 400-447). Zahar.
Lacan, J. (2017). Do discurso psicanalítico (Conferência de Lacan em Milão em 12 de maio de 1972). (pp. 33-53, S. R. Felgueiras, Trad.). http://lacanempdf.blogspot.com/2017/07/do-discurso-psicanalitico-conferencia.html (Originalmente publicado em 1978)
Macêdo, S. (2020). Ser mulher trabalhadora e mãe no contexto da pandemia COVID-19: tecendo sentidos. Revista do NUFEN, 12(2), 187-204. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2175-25912020000200012
Martins, C. A., Abreu, W. J. C. P., & Figueiredo, M. C. A. B. (2014). Torna-se pai e mãe: um papel socialmente construído. Revista de Enfermagem, 4(2), 121-131. http://dx.doi.org/10.12707/RIII1394
Ongaratto, S. (2019, 14 Outubro). “A conta ‘mulher, trabalho e filhos’, simplesmente não fecha”, afirma a psicanalista Vera Iaconelli. Crescer. https://revistacrescer.globo.com/Familia/Rotina/noticia/2019/10/conta-mulher-trabalho-e-filhos-simplesmente-nao-fecha-afirma-psicanalista-vera-iaconelli.html
Pereira, L. F. L., Silva, T. M., Couto, D. P., & Silva, M. L. (2019). Consumir e Consumir-se: Gozo e Capitalismo na Contemporaneidade. Revista Subjetividades, 19(3), 1-11. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v19i3.e7400
Santos, P. T., & Brandão, A. A. R. (2015). A transformação da mulher na relação com o trabalho. Revista Psicologias, 1, 1-16. https://periodicos.ufac.br/index.php/psi/article/view/208
Silva, M., Ferrari, A. G., Copatti, A. L., Hoewell, A. G., Silva, E. X., & Silva, L. R. (2020). Maternidades: narrativas de mulheres que são mães em tempos de pandemia e isolamento social (Projeto de Pesquisa). Instituto de Psicologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Souza, L. B., & Danziato, L. J. B. (2014). Das relações entre identificação e nomeação: O sujeito e o significante. Revista Subjetividades, 14(1), 53-61. https://doi.org/10.5020/23590777.14.1.53-61
Staniscuaski, F., Kmetzsch, L., Soletti, R. C., Reichert, F., Zandonà, E., Ludwig, Z. M. C., Lima, E. F., Neumann, A., Schwartz, I. V, D., Mello-Carpes, P. B., Tamajusuku, A. S. K., Werneck, F. P., Ricachenevsky, F. K., Infanger, C., Seixas, A., Staats, C. C., & Oliveira, L. (2021). Gender, Race and Parenthood Impact Academic Productivity During the COVID-19 Pandemic: From Survey to Action. Front. Psychol, 12(663252), 1-14. https://doi.org/10.3389/fpsyg.2021.663252
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Andressa Grando Hoewell, Milena da Rosa Silva

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Para autores: Cada manuscrito deverá ser acompanhado de uma “Carta de submissão” assinada, onde os autores deverão declarar que o trabalho é original e inédito, se responsabilizarão pelos aspectos éticos do trabalho, assim como por sua autoria, assegurando que o material não está tramitando ou foi enviado a outro periódico ou qualquer outro tipo de publicação.
Quando da aprovação do texto, os autores mantêm os direitos autorais do trabalho e concedem à Revista Subjetividades o direito de primeira publicação do trabalho sob uma licença Creative Commons de Atribuição (CC BY NC), a qual permite que o trabalho seja compartilhado e adaptado com o reconhecimento da autoria e publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores têm a possibilidade de firmar acordos contratuais adicionais e separados para a distribuição não exclusiva da versão publicada na Revista Subjetividades (por exemplo, publicá-la em um repositório institucional ou publicá-la em um livro), com o reconhecimento de sua publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores concedem, ainda, à Revista Subjetividades uma licença não exclusiva para usar o trabalho da seguinte maneira: (1) vender e/ou distribuir o trabalho em cópias impressas ou em formato eletrônico; (2) distribuir partes ou o trabalho como um todo com o objetivo de promover a revista por meio da internet e outras mídias digitais e; (3) gravar e reproduzir o trabalho em qualquer formato, incluindo mídia digital.
Para leitores: Todo o conteúdo da Revista Subjetividades está registrado sob uma licença Creative Commons Atribuição (CC BY NC) que permite compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e adaptar (remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim) seu conteúdo, desde que seja reconhecida a autoria do trabalho e que esse foi originalmente publicado na Revista Subjetividades.














