Mapeo de las pruebas psicológicas en Brasil: Características de los instrumentos aprobados
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i2.e15911Palabras clave:
pruebas psicológicas, evaluación psicológica, revisión descriptivaResumen
La evaluación psicológica es un proceso complejo y multifacético, que puede involucrar distintos métodos y técnicas, entre ellos las pruebas psicológicas, reconocidas como instrumentos relevantes en diversos contextos de actuación profesional. Este estudio tuvo como objetivo la caracterización de las pruebas psicológicas aprobadas para el uso profesional en Brasil, considerando su relevancia para la práctica evaluativa en distintos ámbitos de la Psicología. A pesar de los avances regulatorios promovidos por el Consejo Federal de Psicología (CFP), aún son escasos los estudios que sistematizan de manera amplia las características de los instrumentos disponibles, lo que dificulta un análisis crítico del repertorio vigente. Con el propósito de subsanar esta laguna, el presente trabajo realizó un análisis descriptivo de las pruebas favorables listadas en el Sistema de Evaluación de Pruebas Psicológicas. La muestra estuvo compuesta por los 162 instrumentos clasificados como favorables para el uso profesional entre diciembre de 2023 y diciembre de 2024, con base en la información pública disponible en el sitio web oficial del CFP. Se analizaron aspectos relacionados con los constructos evaluados, la población objetivo, los formatos de aplicación y corrección, así como las categorías metodológicas atribuidas a las pruebas. El análisis fue de naturaleza cuantitativa, con tabulación y categorización de los datos en una hoja de cálculo electrónica. Los resultados señalaron un predominio de instrumentos orientados a la evaluación de la personalidad, la atención y la inteligencia, con énfasis en adultos y personas mayores, y una baja representatividad de medidas informatizadas y de constructos afectivos, sociales y contextuales. Estos hallazgos evidencian la concentración temática de las pruebas actualmente disponibles y la necesidad de ampliar el repertorio evaluativo, considerando demandas emergentes y avances tecnológicos. Se concluye que la sistematización de esta información contribuye a reflexiones críticas sobre la formación, la práctica profesional, la investigación y las políticas de regulación de la evaluación psicológica en el país, señalando caminos para el desarrollo de nuevos instrumentos más sensibles y diversificados.
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