Experiencia de psicólogas hospitalarias en el apoyo al duelo del niño en situación de finitud
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i2.e15638Palabras clave:
duelo, Psicología hospitalaria, pediatría, cuidados al final de la vida, autocuidadoResumen
Este estudio investiga las prácticas y los desafíos enfrentados por psicólogas hospitalarias en el acompañamiento del duelo de niños en proceso de finitud, explorando las estrategias de autocuidado empleadas por dichas profesionales. Con un diseño de estudio de casos múltiples, mediante entrevistas semiestructuradas y análisis de contenido, la investigación recopiló datos de siete psicólogas hospitalarias que actúan en diferentes contextos pediátricos y acompañan a niños con diversos diagnósticos. El enfoque en las psicólogas refleja la predominancia femenina en el área y los impactos emocionales particulares que estas profesionales enfrentan, influenciados tanto por las exigencias del entorno hospitalario como por las expectativas socioculturales asociadas al cuidado. Los resultados indican que las actividades lúdicas, como juegos y dibujos, son frecuentemente utilizadas para ayudar al niño a expresar sus emociones y comprender la finitud de manera adecuada a su edad. Sin embargo, el estudio identifica barreras significativas, entre ellas la resistencia de los familiares y la predominancia de un enfoque biomédico en los hospitales, que limita la oferta de un apoyo emocional más integral. Las estrategias de autocuidado de las psicólogas incluyen redes de apoyo, supervisión clínica y rituales de despedida, prácticas que contribuyen a la gestión del impacto emocional del trabajo. Se concluye que las políticas institucionales que promuevan un enfoque interdisciplinario y humanizado son esenciales para ampliar el apoyo al duelo infantil y favorecer el bienestar de los profesionales que actúan en este contexto.
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