Hospital Psychologists’ Experiences in Supporting Children’s Grief at the End of Life

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i2.e15638

Keywords:

grief, hospital psychology, pediatrics, self-care, end-of-life care

Abstract

This study examines the practices and challenges faced by hospital psychologists in supporting children’s grief during the end-of-life process, with particular attention to the self-care strategies adopted by these professionals. Using a multiple case study design, data were collected through semi-structured interviews and analyzed using content analysis. The sample comprised seven hospital psychologists working in different pediatric care settings and providing follow-up to children with diverse diagnoses. The focus on female psychologists reflects the predominance of women in this field and the specific emotional impacts they experience, shaped both by the demands of the hospital environment and by sociocultural expectations associated with caregiving. The findings indicate that playful activities, such as games and drawing, are frequently used to help children express their emotions and understand finitude in an age-appropriate manner. However, the study identifies significant barriers, including family resistance and the predominance of a biomedical approach in hospital settings, which limit the provision of more comprehensive emotional support. Psychologists’ self-care strategies include support networks, clinical supervision, and farewell rituals, which help manage the emotional impact of their work. The study concludes that institutional policies promoting an interdisciplinary and humanized approach are essential to enhance support for childhood grief and to safeguard the well-being of professionals working in this context.

Downloads

Download data is not yet available.

Translations of this article

Author Biographies

Caroline Barbosa de Morais , Christus University Center, Fortaleza, Ceará, Brazil

BA in Psychology from Unichristus (2025). Completed secondary education at Bradesco Foundation Ceará (2017).

Felipe Queiroz Siqueira, Christus University Center, Fortaleza, Ceará, Brazil

PhD in Psychology (2019) from the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), Human Development research line (CAPES 7). MA in Psychology (2015) from UFRGS (CAPES 7). BA in Psychology (2010) from the Federal University of Ceará. Faculty member at Unichristus. Former faculty member at the State University of Ceará, Maurício de Nassau University Center, and Taquara Integrated Colleges.

References

Alencar, S. L. S. (2011). A experiência do luto em situações de violência: Entre duas mortes [Tese de Doutorado, Pontifícia Católica de São Paulo]. Repositório de Teses e Dissertações da PUC SP. https://tede2.pucsp.br/handle/handle/16919

Alencar, V. O., Nascimento, I. R. C. D., Santos, I. B., & Almeida, L. M. P. (2022). Compreensão da morte no olhar de crianças hospitalizadas. Revista Bioética, 30(1), 63-71. https://doi.org/10.1590/1983-80422022301507PT

Campos, F. P., Pegorin, L. C., Silva, N. X., & Tozati, L. P. (2023). Os impactos da pandemia para a elaboração do luto infantil: Uma revisão de literatura. Vínculo: Revista do NESME, 20(1), 66-72. https://doi.org/10.32467/issn.1982-1492v20n1a8

Cardoso, F. T. (2007). Câncer infantil: Aspectos emocionais e atuação do psicólogo. Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, 10(1), 25–52. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-08582007000100004

Cardoso, M. R. G., Oliveira, G. S., & Ghelli, K. G. M. (2021). Análise de conteúdo: Uma metodologia de pesquisa qualitativa. Cadernos da FUCAMP, 20(43), 98-111. https://revistas.fucamp.edu.br/index.php/cadernos/article/view/2347

Cemin, T. M., & Einsfeld, P. (2022). Luto antecipatório: Implicações e percepções culturais. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde, 11, 1-14. https://doi.org/10.17267/2317-3394rpds.2022.e4074

Conselho Federal de Psicologia. (2019). Referências técnicas para atuação de psicólogas (os) nos serviços hospitalares do SUS. https://site.cfp.org.br/publicacao/referencias-tecnicas-para-atuacao-de-psicologasos-nos-servicos-hospitalares-do-sus/

Farias, R. C. R., Farias, R. R., Leal, S. S. I., & Rodrigues, É. V. (2021). Luto na infância: A perda através da literatura infantil. Research, Society and Development, 10(8), 1-6. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i8.16908

Franco, M. G. S. E. C., & Santos, N. N. (2015). Desenvolvimento da compreensão emocional. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 31(3), 339–348. https://doi.org/10.1590/0102-37722015032099339348

Franco, M. H. P. (2015). A intervenção psicológica em emergências: Fundamentos para a prática. Summus.

Gonçalves, P. C., & Bittar, C. M. L. (2016). Estratégias de enfrentamento no luto. Mudanças – Psicologia da Saúde, 24(1), 39–44. https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-835048

Kovács, M. J. (1992). Morte e desenvolvimento humano. Casa do Psicólogo.

Liberato, R. (2015). O luto do profissional de saúde: A visão do psicólogo. In G. Casellato (Org.), O resgate da empatia: Suporte psicológico ao luto não reconhecido (Cap. 8, pp. 155–182). Summus Editoral.

Lima, A. L. B., Vieira, S. L., & Vidal, E. M. (2023). Escolas invisíveis: O direito à educação sob condições precárias no ensino médio do Ceará. Interfaces da Educação, 13(39), 191-211. https://doi.org/10.26514/inter.v13i39.5479

Mazorra, L., & Tinoco, V. (2005). Luto na infância. Editora Livro Pleno.

Mello, G. R. E., Lima, L. P., & Mota, D. C. B. (2021). Percepções e vivências do luto infantil: Uma revisão narrativa da literatura brasileira. Revista Saber Digital, 14(1), 70-88. https://doi.org/10.24859/SaberDigital.2021v14n1.940

Monteiro, D. T., Mendes, J. M. R., & Beck, C. L. C. (2020). Percepção dos profissionais da saúde sobre a morte de pacientes. Revista Subjetividades, 20(1), 1-13. http://doi.org/10.5020/23590777.rs.v20i1.e9164

Monteiro, D. T., Rolim, D. S., Silva, H. T., & Siqueira, A. C. (2022). Limitação terapêutica para crianças: Revisão sistemática sobre final de vida. Revista Bioética, 30(4), 851–862. https://doi.org/10.1590/1983-80422022304575PT

Neis, M., Issi, H. B., Motta, M. G. C., Rocha, C. M. F., & Carvalho, P. R. A. (2023). Vivências de familiares diante da finitude da criança no processo de adoção de cuidados paliativos. Revista Gaúcha de Enfermagem, 43, 1-12. https://doi.org/10.1590/1983-1447.2022.20220174.pt

Oliveira, F. G. N., & Abrantes, D. S. S. (2020). O autocuidado do psicólogo hospitalar frente à finitude de seus pacientes. Revista Arquivos Científicos, 3(2), 18-26. https://doi.org/10.5935/2595-4407/rac.immes.v3n2p18-26

Oliveira, L. R., Barros, S. C., Santos, A. O., Penna, W. P., & Veiga, L. M. A. (2021). Da Psicologia como profissão feminina à psicologia feminista: Criando novos modos e novas epistemologias a partir do feminismo negro. Revista Pesquisas e Práticas Psicossociais, 16(3), 1–10. https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-89082021000300013

Pereira, L. A. G., Barros, D. A., Klinger, E. F., Oliveira, D. P., Oliveira, L. F., Schreder, G. L., Lopes, J. M., & Cabral, P. M. (2021). Atendimento ao luto na infância: Percepções e estratégias utilizadas pelo psicólogo. International Journal of Development Research, 11(11), 52204-52212. https://www.journalijdr.com/atendimento-ao-luto-na-inf%C3%A2ncia-percep%C3%A7%C3%B5es-e-estrat%C3%A9gias-utilizadas-pelo-psic%C3%B3logo

Queiroz, A. S. (2023). Consciência da finitude: Uma análise da experiência de pacientes em cuidados paliativos. [Trabalho de Conclusão de Residência]. Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. (2012, 12 de dezembro). Aprova as seguintes diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Ministério da Saúde. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html

Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. (2016, 7 de abril). Dispõe sobre as normas aplicáveis a pesquisas em Ciências Humanas e Sociais cujos procedimentos metodológicos envolvam a utilização de dados diretamente obtidos com os participantes ou de informações identificáveis ou que possam acarretar riscos maiores do que os existentes na vida cotidiana. Ministério da Saúde. https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/atos-normativos/resolucoes/2016/resolucao-no-510.pdf/view

Santos, J. S., & Soares, A. C. P. (2022). Terapia cognitivo comportamental e suas contribuições para a abordagem do luto infantil. Ensaios USF, 5(2), 1-14. https://doi.org/10.24933/eusf.v5i2.221

Sarmento, M., & Pinto, M. (1997). As crianças: Contextos e identidades (pp. 7–30). Universidade do Minho.

Sena, J., & Melo, C. (2023). Lutos em cuidados paliativos e oncologia pediátrica: Uma revisão integrativa. Revista Psicologia, Saúde & Doenças, 24(3), 807-818.

Simonetti, A. (2004). Manual de psicologia hospitalar: O mapa da doença. Casa do Psicólogo.

Siqueira, F. Q., & Freitas, L. B. L. (2022). Formação de professores e valores essenciais à educação em uma sociedade democrática. Psicologia Escolar e Educacional, 26, 1-10. https://doi.org/10.1590/2175-35392022233863

Souza, L. R., Silveira, F. M., & Rodrigues, M. A. C. (2024). Desafios da atuação da psicologia hospitalar na atualidade brasileira. Cognitionis Scientific Journal, 7(2), 1-16. https://doi.org/10.38087/2595.8801.480

Stone, A. S., & Farias, C. P. (2024). Cuidado, controle e contemporaneidade: Considerações sobre a relação adulto-criança. Revista Subjetividades, 24(2), 1-11. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v24i2.e13104

Torres, W. C., Guedes, W. G., Torres, R. C., & Ebert, T. H. (1990). A criança terminal: Vivência no luto antecipado. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 42(1), 31–36. https://periodicos.fgv.br/abp/article/view/21732

Trois, J. F. M., & Wendt, E. (2022). Luto infantil: Trilhando o caminho de mãos dadas. Diaphora, 11(2), 43-47. https://www.sprgs.org.br/diaphora/ojs/index.php/diaphora/article/view/398

Valle, E. R. M. (2001). Psico-oncologia pediátrica. Casa do Psicólogo.

Winnicott, D. W. (1978). A criança e seu mundo (6a ed.). LTC.

Worden, J. W. (2013). Aconselhamento do luto e terapia do luto: Um manual para profissionais da saúde mental. Roca.

Published

2025-11-13

How to Cite

Morais , C. B. de, & Siqueira, F. Q. (2025). Hospital Psychologists’ Experiences in Supporting Children’s Grief at the End of Life. Revista Subjetividades, 25(2), 1–15. https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i2.e15638

Issue

Section

Research Report