La Supervisión Clínico-Institucional de Orientación Psicoanalítica en la Política Pública de Asistencia Social
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i3.e15115Palabras clave:
supervisión, asistencia social, vulnerabilidad, políticas públicasResumen
Este artículo tiene como objetivo describir la función de la supervisión clínico-institucional de orientación psicoanalítica lacaniana en el ámbito de la política pública de asistencia social. Para ello, se parte de la contextualización de las políticas públicas de asistencia social a partir de una experiencia concreta. Posteriormente, se presentan los aportes teóricos que fundamentan la reflexión —principalmente la ética del psicoanálisis lacaniano, los conceptos de sujeto del deseo y de demanda, así como las contribuciones de autores como Jacques Lacan, Sônia Altoé y Alain Badiou— con el fin de discutir el papel de la supervisión en la interfaz entre la dimensión subjetiva y las estructuras político-sociales. A partir de fragmentos de casos, se reflexiona sobre cómo la institución pública puede constituirse en un vehículo simbólico de intervención y beneficiarse de la estrategia de supervisión inspirada en el modelo psicoanalítico. El propósito no es participar en una disputa narrativa acerca de si la clínica constituye o no una estrategia social, sino dar testimonio de una modalidad de trabajo que contribuye a cualificar las políticas públicas de atención y cuidado asistencial.
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