Lenguajes de la (Des)colonización: Hacia una Poética de la Relación en el Psicoanálisis
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i2.e15255Palabras clave:
lenguaje, psicoanálisis, descolonización, poética de la relación, colonialidadResumen
Los lenguajes son juegos contingentes y en devenir que establecen campos de posibilidad de agencias, afectaciones y percepciones: ecosistemas semióticos que instauran territorialidades existenciales. El campo de los lenguajes es frecuentemente un territorio de disputas en torno a legitimidades, purezas, correcciones, orígenes, autenticidades, verdades, entre otros aspectos. En estas tensiones se visibiliza con nitidez la inmanencia ético-estético-política de los procesos de conformación de la colonialidad, así como, por otro lado, de los procesos de resistencia descolonizadora y de sus devenires minoritarios. Este ensayo parte de una perspectiva crítica descolonizante para problematizar los lenguajes en general y poner en cuestión la necesidad de fragilización y errancia de las lenguas que sustentan nuestros sistemas teóricos de la Psicología y del Psicoanálisis. Retomando la cuestión de la lengua, del inconsciente y de la alienación en autores como Édouard Glissant, Frantz Fanon, Lélia Gonzalez, Lacan y Deleuze, se propone efectuar una crítica de nuestras perspectivas teóricas con el fin de evidenciar el imperativo de experimentación y opacidad que se impone.
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