Sexualidad Femenina y Maternidad: ¿Qué puede decir un hijo sobre el deseo de la mujer?
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i1.e15250Palabras clave:
maternidad, feminidad, sexualidad femenina, complejo de EdipoResumen
La cuestión de la maternidad, en el marco del psicoanálisis freudiano, se vincula a la feminidad como una de las salidas del Edipo en la niña, junto con la histeria y la homosexualidad. Retomamos el recorrido de las elaboraciones sobre la feminidad para interrogar en qué medida el deseo femenino encontraría respuestas en la maternidad, considerando los aspectos sociohistóricos inherentes al contexto de las formulaciones freudianas sobre la mujer. Destacamos la participación de la madre en la constitución de la sexualidad infantil, en la medida en que el bebé ocuparía para ella un lugar privilegiado como objeto de su deseo, sustituto del anhelo de poseer un pene. Cuestionamos, por tanto, la noción de maternidad como realización plena de la feminidad, entendida como efecto del tránsito edípico en el que la niña vive la castración como envidia del pene. Trabajamos estos conceptos con el fin de interrogar los límites de la lógica fálica para pensar la feminidad y la maternidad.
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