Contribuciones para la evaluación del proceso psicoterapéutico existencialista desde la perspectiva de los pacientes
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v26i1.e15147Palabras clave:
psicoterapia, existencialismo, teoría del factor común, factores del paciente, evaluación de procesosResumen
Estudios meta-analíticos han demostrado que los distintos enfoques psicoterapéuticos presentan una eficacia comparable en su dimensión clínica, siendo la calidad de la alianza terapéutica establecida, las habilidades de los terapeutas y las características de los pacientes factores comunes a todos ellos que garantizan la obtención de resultados positivos. Este artículo teórico, basado en una revisión narrativa de la literatura nacional e internacional sobre la eficacia de las psicoterapias y de la psicología existencialista clínica, tiene como objetivo discutir el papel de los pacientes en la comprensión de la eficacia de la psicoterapia existencialista. En concreto, aborda la disposición de los pacientes al cambio y a la construcción de una nueva perspectiva de vida, su participación activa en el proceso clínico, el papel de la red de apoyo y las implicaciones sociológicas que se derivan del contexto, contribuyendo así a reflexiones sobre la evaluación de proceso en este enfoque.
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