Cartografiando a la juventud en la universidad: la salud mental, las acciones colectivas e lo común
DOI:
https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v25i3.e14958Palabras clave:
juventud, salud mental, acciones colectivasResumen
En el ámbito universitario atravesado por la lógica neoliberal, la juventud vive una realidad marcada por relaciones de competencia y competitividad, productivismo académico, fragilización de los vínculos y el ideal de convertirse en empresario de sí mismo. En este contexto, en los últimos años han aumentado las investigaciones y los datos sobre el sufrimiento psíquico de estudiantes universitarios. Este artículo presenta un informe de investigación-intervención con un recorrido metodológico cartográfico, en el cual, a partir de encuentros con jóvenes en la universidad, se produjeron pistas/escenas que permitieron tejer reflexiones entrelazando juventud, modos de subjetivación y neoliberalismo, con el objetivo de pensar lo común como principio político. Las pistas, tomadas como escenas, discuten ampliaciones de la noción de salud mental, destacando la importancia de la convivencia durante el período formativo, ya que la experiencia universitaria puede potenciar nuevos encuentros cuyos afectos producen otros contornos para dicha experiencia. De este modo, se propone pensar la salud mental más allá de la educación en salud mental o de los servicios clínico-terapéuticos individuales, a partir de las pistas/escenas construidas con la juventud, apostando por una discusión capaz de movilizar el concepto de lo común. Así, se resalta la importancia de las acciones colectivas en el espacio universitario, que pueden generar torsiones en nociones arraigadas de responsabilización y culpabilización individual respecto al éxito o al fracaso, así como en la idea de una salud mental que debe ser constantemente optimizada. Desde esta perspectiva, se torna posible pensar lo común como principio político, desprivatizando y recolectivizando el sufrimiento.
Descargas
Citas
Assessoria de Comunicação Social do Inep. (2023, 17 de outubro). EaD registra 3 milhões de ingressantes em 2022. Inep. https://www.gov.br/inep/pt-br/assuntos/noticias/censo-da-educacao-superior/ead-registra-3-milhoes-de-ingressantes-em-2022
Bocco, F. (2008). Cartografias da infração juvenil. Associação Brasileira de Psicologia Social.
Brito, S. L. de. (2022). Ética do diálogo e o princípio político do comum. [Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Pará]. Repositório Institucional da UFPA. https://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/15399
Coimbra, C., Bocco, F., & Nascimento, M. L. do. (2005). Subvertendo o conceito de adolescência. Arquivos Brasileiros de Psicologia, 57(1), 2–11. http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-52672005000100002&lng=pt&tlng=pt
Corbanezi, E. (2023). Saúde mental, pandemia, precariedades: subjetivações neoliberais. Sociedade e Estado, 38(2), 1–22. https://doi.org/10.1590/s0102-6992-202338020004
Dardot, P., & Laval, C. (2016). A nova razão do mundo. Boitempo editorial.
Dardot, P., & Laval, C. (2017). Comum: ensaio sobre a revolução no século XXI. Boitempo editorial.
Deleuze, G., & Guattari, F. (1995). Mil platôs: Capitalismo e Esquizofrenia (Vol. 1). Editora 34.
Duarte, A. J. (2020). Juventudes e universidade: os desafios da formação de jovens no tempo presente. Revista Caminhos - Revista de Ciências da Religião,18(1), 220–233. https://doi.org/10.18224/cam.v18i1.7753
Ehrenberg, A. (2010). O culto da performance: da aventura empreendedora à depressão nervosa. Ideias e Letras.
Félix, J., & Oliveira, M. L. de. (2020). A educação não-escolar como potencializadora de processos (trans) formativos de jovens universitários/as. Interfaces Científicas - Educação, 9(3), 83–95. https://doi.org/10.17564/2316-3828.2020v9n3p83-95
Ferreira, A. B. H. (2010). Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa (5th ed.). Positivo – Livros.
Fioreze, C., Ribeiro, S., Miranda, V. S. D., & Soares, A. M. B. (2022). Um documento para chamar de nosso: refletindo o protagonismo estudantil a partir da experiência de uma universidade comunitária. Avaliação: Revista da Avaliação da Educação Superior, 27(3), 695–713. https://doi.org/10.1590/S1414-40772022000300016
Fonseca, T. M. G., Albuquerque, A. S., Franceschini, E., & Papini, P. A. (2020). A pesquisa como instauração de modos de existência. In N. M. de F. Guareschi, C. dos Reis, & O. H. Oriana (Orgs.), Produção do conhecimento: profanações do método na pesquisa (pp. 41–67). ABRAPSO Editora. https://site.abrapso.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Producao-de-conhecimentos.pdf
Foucault, M. (2008). Nascimento da biopolítica. Martins Fontes. (Originalmente publicado em 1979).
Han, B. C. (2022). A expulsão do outro: sociedade, percepção e comunicação hoje. Editora Vozes.
Hooks, B. (2020). Ensinando pensamento crítico: sabedoria prática (Bhuvi Libanio, Trad.). Elefante.
Leão, T. M., Ianni, A. M. Z., & Gotto, C. S. (2019a). Individualização e sofrimento psíquico na universidade: entre a clínica e a empresa de si. Humanidades & Inovação, 6(9), 131–143. https://revista.unitins.br/index.php/humanidadeseinovacao/article/view/1250
Leão, T. M., Ianni, A. M. Z., & Goto, C. S. (2019b). Sofrimento psíquico e a universidade em tempos de crise estrutural. Revista Em Pauta: teoria social e realidade contemporânea, 17(44), 50–64. https://doi.org/10.12957/rep.2019.45212
Libâneo, L. C., & Pulino, L. H. C. Z. (2023). O que os/as calouros/as ensinam para a Universidade?: Uma reflexão. Revista Polis e Psique, 13(1), 189–205. https://doi.org/10.22456/2238-152X.116864
Lockmann, K. (2020). Governamentalidade neoliberal fascista e o direito à escolarização. Práxis educativa, 15, 1–18. https://doi.org/10.5212/PraxEduc.v.15.15408.061
Maia, H. (2022). Neoliberalismo e sofrimento psíquico: o mal-estar nas universidades. Ed. Ruptura.
Mansano, S. R. V. (2003). Vida e profissão: cartografando trajetórias. Summus.
Mansano, S. R. V. (2009). Sujeito, subjetividade e modos de subjetivação na contemporaneidade. Revista de Psicologia da UNESP, 8(2), 110–117. https://revpsico-unesp.org/index.php/revista/article/view/78
Mariuzzo, P. (2023). Novas cores e contornos na Universidade - o perfil do estudante universitário brasileiro: país avança na inclusão de estudantes no ensino superior, mas políticas públicas precisam de aperfeiçoamentos, especialmente as de permanência. Ciência e Cultura, 75(1), 01–06. https://dx.doi.org/10.5935/2317-6660.20230012
Medeiros, L. B. de, Silva, M. L. M. da., Romanini, M., Bohn, C., Oliveira, G. S., Fogaça, P. F. N., & Abreu, J. R. (2022). Movimento Educação e Saúde Mental. In Anais da 40ª Edição do Seminário de Extensão Universitária da Região Sul. Universidade Federal da Fronteira Sul. https://portaleventos.uffs.edu.br/index.php/seurs/article/view/17811/12097
Menegon, V. M. (2000). Por que jogar conversa fora? Pesquisando no cotidiano. In M. J. Spink (Org). Práticas discursivas e produção de sentidos no cotidiano (2th ed., pp. 215–241). Cortez.
Nascimento, M. L. D., & Lemos, F. C. S. (2020). A pesquisa-intervenção em psicologia: os usos do diário de campo. Barbarói, (57), 239–253. https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i57.14675
Passos, E., & Barros, R. B. D. (2009). A cartografia como método de pesquisa-intervenção. In E. Passos, V. Kastrup, L. da Escóssia (Orgs.), Pistas do método da cartografia: pesquisa-intervenção e produção de subjetividade (pp. 17–31). Sulina.
Piva, F. P. P. (2022). A racionalidade neoliberal como gestora e geradora do sofrimento psíquico universitário: uma análise interseccional do sofrimento psíquico na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (USP). In Anais da 33ª Reunião Brasileira de Antropologia. Universidade Federal do Paraná.
Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. (2013). Aprova diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União. https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/atos-normativos/resolucoes/2012/resolucao-no-466.pdf/view
Resolução nº 510, de 07 de abril de 2016. (2016). Aprova diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União. https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/atos-normativos/resolucoes/2016/resolucao-no-510.pdf/view
Rosário, N. M. D., & Coca, A. P. (2018). A cartografia como um mapa movente para a pesquisa em comunicação. Comunicação & Inovação, 19(41), 34–48. https://doi.org/10.13037/ci.vol19n41.5481
Silva, J. (2018). O mal-estar no sofrimento e a necessidade de sua revisão pela psicanálise. In V. Safatle, N. Silva Junior, & C. Dunker (Orgs.), Patologias do social: arqueologias do sofrimento psíquico (pp. 35–58). Autêntica.
Silva, N., Jr., Neves, A., Ismerim, A., Costa, F., Santos, L., Senhorini, M., Beer,P., Bazzo, R., Ambra, P., Coelho, S., & Carnizelo, V. (2021). A Psiquiatria sob o Neoliberalismo: da clínica dos transtornos ao aprimoramento de si. In V. Safatle, N. Silva Junior, & C. Dunker (Orgs.), Neoliberalismo como gestão do sofrimento psíquico (pp. 117–167). Autêntica.
Souza, S. S. D. (2005). Memória, cotidianidade e implicações: construindo o Diário de Itinerância na pesquisa. Entrelugares: Revista Sociopoética e Abordagens Afins.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Isabela Cristina Lemos , Letícia Lorenzoni Lasta

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Para autores: Cada manuscrito deverá ser acompanhado de uma “Carta de submissão” assinada, onde os autores deverão declarar que o trabalho é original e inédito, se responsabilizarão pelos aspectos éticos do trabalho, assim como por sua autoria, assegurando que o material não está tramitando ou foi enviado a outro periódico ou qualquer outro tipo de publicação.
Quando da aprovação do texto, os autores mantêm os direitos autorais do trabalho e concedem à Revista Subjetividades o direito de primeira publicação do trabalho sob uma licença Creative Commons de Atribuição (CC BY NC), a qual permite que o trabalho seja compartilhado e adaptado com o reconhecimento da autoria e publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores têm a possibilidade de firmar acordos contratuais adicionais e separados para a distribuição não exclusiva da versão publicada na Revista Subjetividades (por exemplo, publicá-la em um repositório institucional ou publicá-la em um livro), com o reconhecimento de sua publicação inicial na Revista Subjetividades.
Os autores concedem, ainda, à Revista Subjetividades uma licença não exclusiva para usar o trabalho da seguinte maneira: (1) vender e/ou distribuir o trabalho em cópias impressas ou em formato eletrônico; (2) distribuir partes ou o trabalho como um todo com o objetivo de promover a revista por meio da internet e outras mídias digitais e; (3) gravar e reproduzir o trabalho em qualquer formato, incluindo mídia digital.
Para leitores: Todo o conteúdo da Revista Subjetividades está registrado sob uma licença Creative Commons Atribuição (CC BY NC) que permite compartilhar (copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato) e adaptar (remixar, transformar e criar a partir do material para qualquer fim) seu conteúdo, desde que seja reconhecida a autoria do trabalho e que esse foi originalmente publicado na Revista Subjetividades.














